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Com atuação de Max Russi, Distrito de Espigão do Leste recebe obras e recursos

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O deputado estadual Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), participou nesta terça-feira (27) da assinatura de autorizações de convênios e obras no Distrito de Espigão do Leste, em São Félix do Araguaia. As ações foram viabilizadas em parceria com o parlamentar e executadas em conjunto com a comitiva do Governo do Estado e autoridades locais.

Durante o evento, foram formalizadas importantes iniciativas para o município, todas articuladas com o apoio de Max Russi. Entre elas, a entrega de um semirreboque basculante de três eixos, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), destinado ao fortalecimento da agricultura familiar.

Também foi autorizada a celebração de convênio para o asfaltamento de ruas do bairro Vila Alta, com investimento de R$ 8 milhões, além da construção de uma quadra poliesportiva na Escola Estadual Presidente, ampliando a infraestrutura educacional da região.

Além das novas autorizações, Max Russi destacou outras conquistas já viabilizadas por sua atuação parlamentar em parceria com o município de São Félix do Araguaia, como a reforma do aeroporto, a construção de 50 casas populares, que se encontram em fase final de execução com a conclusão da parte elétrica, e a obra da orla municipal, que já alcançou 80% de execução.

Em sua fala, o deputado ressaltou o diálogo constante com a gestão municipal e reafirmou o compromisso de continuar atuando em parceria com o município para atender às demandas da população.

“Fico feliz em ter atendido o prefeito Acácio em diversas oportunidades no meu gabinete. Estamos trabalhando para viabilizar mais uma emenda para a reforma do posto de saúde, que é uma cobrança necessária e importante da comunidade. O prefeito levou essa demanda em várias ocasiões, representando o município, e pode contar com o nosso apoio”, afirmou Max Russi.

O prefeito de São Félix do Araguaia, Dr. Acácio (Republicanos), destacou a importância das obras articuladas pelo parlamentar, especialmente na área da educação.

“Temos duas obras muito importantes que estão sendo capitaneadas pelo deputado Max, que são as escolas. A comunidade aguarda ansiosamente por uma escola estadual e uma escola municipal, que juntas vão gerar investimentos em torno de R$ 20 milhões. Será uma grande conquista para Espigão do Leste”, declarou o prefeito.

Fonte: ALMT – MT



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Pesquisa apresentada em Conselho aponta alta taxa de depressão entre jornalistas

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Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, nesta segunda-feira (14), no Senado.

O levantamento foi elaborado pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), ligada ao Ministério do Trabalho e Previdência, em parceria com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). A intenção era traçar um diagnóstico das condições de trabalho e da saúde mental dos jornalistas, em aspectos como estresse, ansiedade, depressão, insônia, capacidade para o trabalho, satisfação profissional, assédio moral, assédio digital, consumo de álcool e percepção de demanda, controle e apoio social no ambiente de trabalho.

A amostra foi composta por 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário online. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados sofrem com estresse e 47,9% têm insônia.

A coordenadora de Comunicação da Fundacentro, Cristiane Oliveira Reimberg, apontou uma naturalização do assédio moral dentro das redações.

— Quando se considera “pelo menos uma vez”, foram 37% de relatos de casos entre os respondentes. Quando o critério leva em conta “duas vezes ou mais”, foram 26% — disse.

O secretário-adjunto de Saúde e Segurança da Fenaj, Norian Segatto, lembrou que o advento das novas tecnologias intensificou a pressão sofrida pelos jornalistas.

— Nas grandes redações, as equipes de métrica, aquelas que medem quantos likes se dão, às vezes são maiores que a própria redação. E as pessoas são cobradas não pela qualidade da matéria que filmaram, mas por quantos likes ela recebeu. O chefe vai lá e fala: ‘Olha, tua matéria deu menos de mil likes, você precisa mudar’ — lamentou.

Para ele, o estudo pode influenciar não só em futuras negociações sindicais, mas também em novas leis que protejam os trabalhadores da comunicação.

Para Samira de Castro, presidente da Fenaj e conselheira do CCS, o adoecimento mental não pode ser tratado como uma questão individual dos trabalhadores, e sim da organização e das condições de trabalho, incluindo jornadas prolongadas, pressão por produtividade, assédio, falta de autonomia profissional e violência digital.

Ataques a mulheres

A presidente do CCS, Patrícia Blanco, repudiou ataques que vêm sendo dirigidos a jornalistas, especialmente mulheres. Ela apontou palavras de baixo calão, insultos e banalização da violência sexual nesses ataques.

— Reforçamos que os insultos e a banalização da violência sexual configuram discurso de ódio, que não está protegido pela liberdade de expressão, como já decidiram a ONU [Organização das Nações Unidas] e o STF [Supremo Tribunal Federal], por afrontar a dignidade da pessoa humana e incitar diretamente a discriminação, a hostilidade e a violência — afirmou.

Ela lembrou que a Coalizão em Defesa do Jornalismo, grupo de entidades do setor, tem feito um monitoramento de violência contra jornalistas no período eleitoral. O primeiro relatório, alertou, mostra que em duas semanas do período eleitoral houve mais de 2,6 mil ataques contra jornalistas, dois terços deles voltados contra mulheres.

Moção de aplauso

Os conselheiros aprovaram moção de aplauso à ativista Veronyka Gimenes, cofundadora e diretora Institucional da organização Código Não Binário. Ela foi indicada entre as cem pessoas mais influentes em inteligência artificial de 2026 pela revista americana Time.

Veronyka é responsável pelo desenvolvimento da TybyrIA, modelo de inteligência artificial de código aberto criado para identificar discurso de ódio contra pessoas LGBTQIA+. O nome é uma homenagem a Tibira do Maranhão, indígena tupinambá executado em São Luís em 1614 e considerado por entidades LGBTQIA+ a primeira vítima registrada de homofobia no Brasil colonial.

— A inclusão amplia o reconhecimento internacional de um olhar sobre a inteligência artificial construído a partir do Sul Global, dos movimentos sociais e das comunidades atingidas por essas tecnologias — avaliou o conselheiro do CCS Caio Loures, representante das categorias profissionais de cinema e vídeo e autor da moção.

Próximas reuniões

Os conselheiros aprovaram o pedido de uma audiência pública sobre educação midiática e letramento digital, a ser realizada em novembro. A próxima reunião do Conselho está marcada para 5 de outubro, às 14h.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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