ADMINISTRAÇÃO IMPECÁVEL
Com 81% de aprovação popular, governador Mauro Mendes é destaque nacional
Mato Grosso emplacou notável projeção no elenco de estados progressistas do País. Nos últimos anos, figura como um dos estados mais confiáveis para investimentos empresariais de porte ampliado – afirmam economistas. Isso se deve à gestão governamental do Estado
Política
Quem anda pela capital ou vai mais além, percorrendo municípios da Baixada Cuiabana e outros polos situados em regiões longínquas, sabe de algo: o Estado mato-grossense é conduzido por um governo sério. Gestor altamente capacitado, empenhado em resolver questões básicas, emergenciais. Elas se enquadram em diversos pontos: Educação, Saúde, Segurança Pública, Infraestrutura, Saneamento Básico, Turismo e outros itens…
Na avaliação técnica de especialistas em política contábil, MT saiu de deplorável cenário falimentar, de anos atrás, para se projetar nacionalmente. Há, hoje, nítido foco futurista a cada manhã do seu governo empreendedor. Façanha protagonizada por Mauro Mendes.

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O governador não para, prospectando que MT tem sede de prosperar continuamente. No seu entendimento, todas essas mudanças se devem à harmônica parceria dos técnicos que compõem seu governo e instituições aliadas. Daí que diz ser preciso manter esse ritmo, intensificando mais forças aliadas, a fim de que essa aliança progressista – entabulada no território nos seus mandatos – não seja alquebrada.
Mendes tornou-se vigoroso atleta olímpico em franco exercício no Palácio do Governo, no quesito de vitórias administrativas que contabiliza diuturnamente. Façanha que tem lhe rendido aplausos aqui e acolá; títulos reconhecidamente merecidos ao seu trabalho de gestor. O presidente Lula já o recebeu de braços abertos.

Crédito – Mayke Toscano – Secom/MT
Recomposição na Saúde SUS em Cuiabá
A Saúde Pública de Cuiabá, sob intervenção do Estado há meses, por decisão da Justiça, é um dos exemplos de como uma gestão capacitada faz [muita] diferença: os usuários do SUS aplaudem o atendimento impecável que recebem na capital, praticamente superior à da ala privada.

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Cenas de corredores hospitalares abarrotados de pacientes na capital, à espera de atendimento, somando-se à falta de médicos, de medicamentos e aparelhagem clínica avariada, deixaram de existir. A intervenção deu um THE END categórico nisso aí. Aliás, constatou-se também, pela equipe interventora, a existência de milhares de medicamentos vencidos estocados nas unidades de Saúde do município cuiabano; todos foram descartados e prontamente substituídos.

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A funcionalidade geral é a realidade que o SUS da capital ora oferta atualmente a quantos procuram atendimento eficiente. Também já não há desespero de pessoas sem perspectiva da realização de cirurgias: as antigas filas cirúrgicas foram zeradas pelo gabinete interventor.
Trata-se de inegável façanha administrativa, afirmam servidores das unidades clínicas e pacientes. Muitos disseram que demandas persistentes foram solucionadas por Mauro Mendes de forma gradual, quando outros gestores governamentais simplesmente patinaram, sem encontrar soluções a contento das necessidades e da expectativa dos habitantes de MT. Mauro provou ser possível fazer quando se quer fazer.

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Estado navega em céu de brigadeiro
O Governo Mauro Mendes detém 81% de aprovação popular não somente pelos feitos na Saúde Pública da capital e no restante do território, mas pela infraestrutura consolidada em todas as vertentes da administração estadual. Mendes não se descuidou tampouco de assistir os Esportes e Turismo, áreas que considera agregadoras de estabilização econômica e chamativo aporte empresarial.
Tranquilo, o governador sequer relembra a fase ruim do início do seu governo, quando encontrou os cofres zerados e dívidas públicas aparentemente impagáveis. Apoiado pela ALMT, pelo Judiciário e outras instituições sociais, trouxe luz ao negrume aterrador de falência que amedrontava quantos antes investiram no Estado, sem pensar que MT poderia se tornar um cadafalso de surpresas falimentares, por má-gestão. Mendes sobrepujou esse clima com horizontes promissores em todos os sentidos.
As medidas que implementou inicialmente, que ele mesmo considera terem sido duras, porém necessárias, foram essenciais no soerguimento do esqueleto moribundo que ameaçava transformar Mato Grosso em defunto vitalício. Com contas zeradas, quitadas, MT pôde, então, ser finalmente realinhado nos trilhos do desenvolvimento. O desmonte fantasmagórico de sua estrutura governamental saiu de cena.
“Nosso trabalho é sempre pensando no hoje e no futuro de MT”, disse o governador. As mudanças operadas nos seus dois mandatos emolduram o alcance de projetos pensados no Estado para somente daqui a 30 anos, no mínimo.
SER FAMÍLIA

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Créditos: Mayke Toscano/Secom-MT
Uma administração competente, transparente, voltada à humanização de toda a engrenagem da máquina pública, fatalmente tende a alcançar pontos positivos, em tempo recorde.
O Programa Ser FAMÍLIA, idealizado pela primeira-dama de MT, Virginia Mendes, é referência nacional como elo social de eficiência abrangente. Modelo que municípios e estados têm copiado para banir a fome e ampliar o amparo a famílias em situação de vulnerabilidade.
Por omatogrosso.com
Política
Retrospectiva: Câmara aprovou propostas de combate à violência contra a mulher
A Câmara dos Deputados aprovou, no primeiro semestre deste ano, um conjunto de propostas que reforçam o combate à violência contra a mulher, com medidas voltadas à prevenção, ao atendimento das vítimas e à punição de agressores.
Entre os principais destaques estão a criação do Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e de um protocolo unificado de atendimento às vítimas de estupro.
Números do semestre
No total, foram aprovados no primeiro semestre de 2026, pelo Plenário, 118 projetos de lei, 9 projetos de lei complementar, 20 medidas provisórias, 12 projetos de decreto legislativo, 5 projetos de resolução e 4 propostas de emenda à Constituição.
Sistema nacional de enfrentamento
Por meio do Projeto de Lei Complementar (PLP) 41/26, a Câmara dos Deputados aprovou a criação do Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres. A proposta está em análise no Senado.
De autoria da deputada Jack Rocha (PT-ES) e outros, o texto foi relatado pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e prevê colaboração integrada entre o Ministério das Mulheres e os entes federativos.
O texto também permite que estados participantes do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) direcionem parte dos recursos vinculados a investimentos para ações do sistema.
O novo sistema de enfrentamento da violência contra meninas e mulheres terá como diretrizes ampliar a capacidade de prevenir e enfrentar o problema com ações intersetoriais, respeitada a autonomia dos entes federativos.
Gil Ferreira/Agência CNJ
Delegacias deverão registrar a ocorrência e encaminhar vítima a unidade de saúde
Atendimento a vítimas de estupro
Com a aprovação do Projeto de Lei 2525/24, da deputada Coronel Fernanda (PL-MT), a Câmara defendeu a criação de um protocolo unificado de atendimento em unidades de saúde e delegacias para casos de estupro e violência contra mulher, criança, adolescente e pessoas em situação de vulnerabilidade.
A proposta está em análise no Senado.
Relatado pela deputada Soraya Santos (PL-RJ), o texto define procedimentos para preservar provas, garantir o encaminhamento da vítima entre os serviços de saúde e segurança pública e evitar a revitimização durante o atendimento.
Programa “Antes que aconteça”
A Câmara aprovou também proposta que cria o programa “Antes que aconteça” para prevenir casos de violência contra a mulher e dar mais efetividade às medidas protetivas.
Convertido na Lei 15.398/26, o Projeto de Lei 6674/25, do Senado, foi relatado pela deputada Amanda Gentil (PP-MA) e prevê:
- campanhas educativas;
- capacitação de profissionais das áreas de saúde, segurança, educação, Justiça e assistência social;
- monitoramento eletrônico de agressores;
- atendimento itinerante em regiões de difícil acesso; e
- programas de reeducação de autores de violência.
Akira Onume/Governo do Pará
Delegado poderá instalar tornozeleira em agressor de mulher em cidades sem juiz
Tornozeleira obrigatória
Outra medida aprovada pelos deputados e transformada em lei determina que o juiz poderá exigir o uso imediato de tornozeleira eletrônica por agressores quando houver risco à mulher em situação de violência doméstica.
A regra consta do Projeto de Lei 2942/24, dos deputados Marcos Tavares (PDT-RJ) e Fernanda Melchionna (Psol-RS), convertido na Lei 15.383/26.
Segundo o texto, relatado pela deputada Delegada Ione (PL-MG), a medida também poderá ser aplicada pelo delegado em cidades que não têm juiz no local. Nesses casos, a decisão precisará ser confirmada pelo magistrado.
A norma também amplia a punição para quem descumprir medidas protetivas relacionadas ao monitoramento eletrônico e garante à vítima dispositivo de alerta sobre eventual aproximação do agressor.
Homicídio vicário
O homicídio vicário ocorre quando uma pessoa é assassinada para causar sofrimento psicológico à mulher, geralmente filhos ou outros familiares, no contexto da violência doméstica e familiar.
Esse crime foi incluído no Código Penal, com pena de reclusão de 20 a 40 anos, graças a uma proposta aprovada pela Câmara.
De autoria das deputadas Laura Carneiro (PSD-RJ), Fernanda Melchionna e Maria do Rosário (PT-RS), o Projeto de Lei 3880/24 foi relatado pela deputada Silvye Alves (União-GO) e convertido na Lei 15.384/26.
O crime será considerado homicídio vicário quando for cometido contra descendente, ascendente, dependente, enteado ou pessoa sob guarda ou responsabilidade direta da mulher.
A pena será aumentada de 1/3 se o crime for cometido:
- na presença da mulher a quem se pretende causar sofrimento;
- contra criança ou adolescente, pessoa idosa ou com deficiência; ou
- em descumprimento de medida protetiva de urgência.
Além do aumento das penas, esse crime passa a ser considerado hediondo.
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Lei aumentou penas para lesão corporal praticadas contra mulher por razões do sexo feminino
Lesão corporal
Com a aprovação do Projeto de Lei 3662/25, a Câmara dos Deputados apoiou o aumento das penas de lesão corporal grave, gravíssima ou seguida de morte praticadas contra a mulher por razões do sexo feminino (quando envolve violência doméstica, menosprezo ou discriminação à condição de mulher).
A proposta está em análise no Senado.
De autoria da deputada licenciada Nely Aquino (MG), o texto, relatado pela deputada Franciane Bayer (Republicanos-RS), considera alguns casos de lesões por essas razões como crime hediondo.
Assistência jurídica
Outro destaque do primeiro semestre foi a aprovação do Projeto de Lei 6415/25, que cria a Política Nacional de Assistência Jurídica às Vítimas de Violência.
A proposta foi enviada ao Senado.
De autoria da deputada Soraya Santos, o texto, relatado pela deputada Greyce Elias (PL-MG), prevê que essa assistência engloba todos os atos processuais e extrajudiciais necessários à efetiva proteção da vítima, inclusive o seu encaminhamento a atendimento psicossocial, de saúde e de assistência social.
A assistência poderá ser prestada, de forma gratuita, solidária, cooperativa ou suplementar, por vários órgãos, como:
- defensorias públicas;
- ministérios públicos;
- Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
- entidades e programas de assistência jurídica conveniados com os entes federativos; e
- núcleos de prática jurídica, escritórios-escola, clínicas de direitos humanos e programas equivalentes de cursos de Direito de instituições de ensino superior, públicas ou privadas, desde que atuem sob supervisão de profissional habilitado na OAB.
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Preso em regime aberto que continuar ameaçando a vítima pode ir para o RDD
Regime diferenciado
Outro projeto aprovado pela Câmara dos Deputados para combater a violência contra a mulher prevê a aplicação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ao preso que ameace ou volte a praticar violência contra a vítima ou seus familiares.
No RDD, o preso cumpre a pena em regime fechado, em cela individual, com restrições de visitas e de saídas para banho de sol. As entrevistas são monitoradas e a correspondência, fiscalizada.
O Projeto de Lei 2083/22, do Senado, foi aprovado pela Câmara com parecer favorável da deputada Laura Carneiro e transformado na Lei 15.410/26.
Spray de pimenta
Por fim, aguarda sanção presidencial o Projeto de Lei 727/26, que regulamenta a venda e o uso de spray de pimenta para autodefesa por mulheres.
O texto estabelece regras para comercialização, utilização e penalidades em caso de uso indevido.
De autoria da deputada Gorete Pereira (MDB-CE), o projeto foi relatado pela deputada Gisela Simona (União-MT) e exige que o produto seja aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A intenção é evitar agressões físicas e/ou sexuais contra as mulheres.
Os estados do Rio de Janeiro e de Rondônia já aprovaram leis permitindo o acesso das mulheres ao spray, normalmente restrito às forças de segurança.
O spray será de uso individual e intransferível, e não poderá conter substâncias de efeito letal ou de toxicidade permanente.
Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Natalia Doederlein
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