Palácio Paiaguás
Cinco nomes e um objetivo
“Olho do furacão”, percebeu que os trabalhos do presente com visão de futuro, conseguem construir melhores caminhos a serem trilhados.
Política
Os integrantes do cenário da política no estado de Mato Grosso, aproveitaram o feriado para movimentar ainda mais as “peças”, buscando os melhores caminhos para as disputas eleitorais de 2022, demonstrando que a disputa acirrada por enquanto, é referente ao nome para vice-governador, que possível irá compor a chapa de reeleição do governador, Mauro Mendes.
“Perdão social”.
Assim, como é natural a candidatura à reeleição do governador, Mauro Mendes, seguiria o mesmo caminho a composição da mesma chapa, mas, devido aos últimos acontecimentos que tomaram conta da sociedade mato-grossense, o credenciamento do nome do atual vice-governador, Otaviano Pivetta, ainda precisa passar pelo crivo da avaliação social, que resultará na viabilidade ou não, para uma eventual disputa.
“Padrinho forte”!
Outra questão que teria balançado o tabuleiro, seria a interferência do “Padrinho”, apresentando mais um “pupilo”, José Aparecido dos Santos, popularmente conhecido como “Cidinho”, para entrar na disputa pela vice. De acordo com informações de bastidores, uma indicação do “Padrinho” tem muita força, mas este nome também teria que passar pela avaliação popular, e do grupo, mesmo que a mudança do partido já indique um bom caminho.
“Três caminhos e um destino”.
O deputado estadual e primeiro secretário da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho seria outro nome que estaria sendo cogitado para encarar a disputa, conversas de bastidores apontam que Botelho seria uma opção da ala tradicional do partido, porém, pelo que tudo indica, o deputado terá que escolher qual dos três caminhos envolvendo seu nome vai seguir, Tribunal de Contas, reeleição à Assembleia, ou encarar a disputa pela vice.
“Credenciamento político”.
Por outro lado, ainda se cogita no nome do deputado estadual e atual presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, que mesmo confirmando a sua candidatura à reeleição, muitos apontam sendo uma das opções, credenciado pelas atividades que foram desenvolvidas ao longo dos seus mandatos.
Para muitas pessoas que não fazem parte do núcleo da política, deve estar se perguntando: Porque uma vaga vice está sendo tão disputada? Já para aquelas pessoas de dentro do “olho do furacão”, percebeu que os trabalhos do presente com visão de futuro, conseguem construir melhores caminhos a serem trilhados.
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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