Câmara Municipal de Cuiabá-MT
Chico 2000: “Reiniciamos nossas atividades com muita determinação”
A gestão atual tem como participantes na diretoria da mesa, os vereadores Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania), como vice-presidente, Sargento Vidal (MDB), segundo vice-presidente, Adevair Cabral (PTB) primeiro- secretário e Wilson Kero Kero (Podemos), segundo secretário.
Política
O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Chico 2000 (PL), declarou que a linha geral de ação do órgão legislativo é de determinação coletiva, focada em trabalhar com afinco por Cuiabá e sua população. Na sua gestão à frente da Mesa Diretora, adianta, não será diferente.
Segundo o vereador, considerado um dos mais experientes da Casa de Leis do município de Cuiabá, “serviço parlamentar não vai faltar daqui pra frente”.
O engajamento dos que compõem a bancada do Legislativo – ainda afirmou Chico 2000 – representa decisivo diferencial para o alcance de soluções às demandas apresentadas pela sociedade cuiabana. “Há empenho notório de todos os vereadores em resolvê-las”.

Foto: Divulgação Secom-Câmara de Cuiabá
Chico 2000 disse que, a cada início de ano, o sentimento é de desafio por fazer mais, pois ele entende que o parlamentar nada mais é do que um serviçal do povo, servidor em atuação contínua por melhorias gerais. Trabalho que se reflete na qualidade de vida no município em que atua.
“Continuaremos, enfim, atuando numa dinâmica gentil e de cooperação mútua. Isso tem norteado as ações do Parlamento. Formamos uma equipe de 25 vereadores, todos determinados a trabalhar muito por Cuiabá e arregimentar mais benefícios à sua população. Trabalho, devo sublinhar, sempre feito com harmonia e amplo entendimento democrático. Assim tem sido e deve continuar a acontecer”.
Chico explicou que sua atuação na Câmara sempre teve propósito fundamental de união com os demais pares. Um outro desafio da Mesa Diretora, disse, é trazer a população ao Parlamento, “para que o cidadão entenda o importante papel da instituição no contexto social”.
*A reabertura oficial dos trabalhos da XX Legislatura [2023-2024] aconteceu na última terça-feira (02), em Sessão de Instalação, realizada no Plenário das Deliberações; cerimônia prestigiada por diversas autoridades em âmbito municipal, estadual e federal.
Redação omatogrosso.com
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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