Taxa do Lixo

Chico 2000 garante: “Taxa de lixo continua a R$10,60 e R$ 21,20”; após aprovação de decreto legislativo

Conforme o presidente Chico 2000, qualquer iniciativa que tenha autorização legislativa, no sentido de ter regulamentação por decreto, é legal.

Publicado em

Política

Donatto Aquino / Secom Câmara Municipal de Cuiabá

O decreto legislativo de nº 556/2024, apresentado pelo presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Chico 2000 (PL), para sustar os efeitos do decreto municipal de nº 10.019 de 28 de dezembro de 2023, que aumentava a taxa de coleta de lixo em Cuiabá em até 212%, foi aprovado por unanimidade pelos vereadores na manhã desta segunda-feira (22.01) durante sessão extraordinária na Câmara Municipal.

Conforme o presidente Chico 2000, qualquer iniciativa que tenha autorização legislativa, no sentido de ter regulamentação por decreto, é legal. No entanto, não se aplica ao caso deste decreto municipal porque não há autorização legislativa para tal reajuste.

“Nós tiramos do texto da lei a autorização do prefeito estabelecer por decreto o valor da tarifa. Senão consta na lei, é natural que qualquer majoração no valor precisa vir para a Câmara e ser discutido nesta Casa. Com a aprovação do decreto legislativo garantimos que a taxa de lixo continue nos valores de R$ 10,60 e R$ 21,20”, destacou.

Na ementa do decreto legislativo, protocolado por Chico no dia 20 de janeiro de 2024, está descrito que aumento da taxa de coleta de lixo fere o dispositivo constitucional (art. 150 cf) exorbita o poder regulamentar e o limite de delegação legislativa previsto na lei complementar nº 522/2022.

EFEITO IMEDIATO – Após a aprovação em plenário, o decreto legislativo já foi promulgado e encaminhado para a publicação, sendo sua vigência imediata. Desta forma, barrando imediatamente os efeitos do decreto do municipal que estabeleceu o aumento da taxa. Assim, volta a valer os valores anteriores, com relação à taxa de coleta de lixo. Ou seja, três coletas semanais ao custo de R$ 10,60 e seis coletas semanais R$ 21,20.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação

Publicados

em


O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).

Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.

O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.

Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.

A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.

Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.

O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA