não 'botelhou' ainda

Botelho vai buscar apoio de deputada, mas não insiste e ‘que vá com Deus’

Vou tentar, fazer de tudo para ela vir para nós

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Política

AL-MT

Já em plenas articulações, objetivando conseguir o máximo apoio político ao seu projeto de disputar a prefeitura de Cuiabá, nas eleições de outubro, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho, afirmou que vai tentar convencer a deputada federal Gisela Simona a apoiá-lo, mas, se ela não quiser, que “vá com Deus. A afirmativa é em resposta a declaração recente da parlamentar sobre não estar convencida a se aliar ao legislador. Ela estava “fechada” com o secretário da casa Civil, Fábio Garcia, que era o preferido do grupo, mas o governador decidiu por apoiar Botelho na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, o que mudou planos.

Momentos antes de entrar para reunião com executivos da empresa Rumo, responsável pela construção da ferrovia que liga Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, o parlamentar disse que não é possível se agradar a todos e que mudanças são esperadas.

“Vamos conversando. Evidentemente que algumas pessoas não vão querer seguir para nós. Não tem problema nenhum, a política é assim. Tem outros caminhos. Vou tentar, fazer de tudo para ela vir para nós, mas, se ela entender que o melhor é outro caminho, ela tem liberdade, pode ir. Que vá com Deus, tchau e obrigado”, argumentou o candidato do grupo do União à prefeitura.

“Eu apoiarei um projeto que realmente defende a minha cidade, porque é a minha maior base eleitoral. Eu sou a candidata do União Brasil que mais teve votos em Cuiabá, tirando aí o nosso governador Mauro Mendes. E está muito claro que eu não vou trair a minha base, naquilo que for possível conciliar com os interesses do que a gente entende melhor para Cuiabá vamos aderir, não sendo possível não terá união. Hoje, Botelho não tem meu apoio”, declarou Simona.

Botelho frisou que trabalha num projeto de construção e que seu nome é o melhor para Cuiabá.

“Vou tentar mostrar para ela que nosso projeto é de construção por Cuiabá. Se ela quer o bem de Cuiabá, ela vem conosco”, informou.

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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