“Disputa acirrada”
Bolsonaro X Lula: uma eleição presidencial sem favoritismo
Votos dos indecisos e abstenções são os alvos que definirão o futuro do Brasil
Política
Independete se é de esquerda, direita, centro, partidos A; B ou C, depois do primeiro turno, ficaram bem definidos quem pertence aos dois grupos, que estão disputando o segundo turno, porém os milhões de eleitores que não compareceram ou votaram, branco, anularam seus votos, e aqueles que antes defendiam Bolsonaro, ou trabalharam por Lula, mas agora entraram em estado “off”, viraram uma fatia à ser conquistada, com alto poder de decisão.
Ao todo, são dezenas de milhões de eleitores que tem tudo para fazer a diferença, seja proporcionando a vitória para o candidato à reeleição, Jair Bolsonaro, ou para reconduzir o ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva ao comando do Brasil.
“De cantores, atores, empresários, lideranças políticas e sociais, muitos estão demonstrando suas opiniões, trabalhando pelo que consideram o melhor modelo de gestão para o Brasil”.
De acordo com os relatos da história política nacional, há muito tempo não se via uma disputa presidencial tão acirrada, utilizando de vários mecanismos para mostrar os trabalhos realizados por cada candidato, como também desmistificar as suas condutas pregressas.
Hoje, devido a quantidade e qualidade de diversos veículos de comunicação, é possível a população, do mais simples ao qualificado, analisar, tirar suas conclusões e decidir em quem votar.
“O exercício da democracia é efetuado com a utilização do voto, cabe a cada cidadão fazer valer seu direito, para não ficar apenas reclamando depois”.
As redes sociais, são outros mecanismos que insere informações constantemente para população via internet, porém, vale ressaltar que nem tudo, independente de quem seja divulgado, é fato, pelo contrário, tem muita coisa que é “fake”, cabendo uma minuciosa averiguação, para que se tenha como notícia.
No período eleitoral do primeiro turno, muitas pesquisas apontaram para vitória do ex-presidente, Lula, mas a constatação após o encerramento da contagem dos votos foi outra. No decorrer deste segundo turno, o candidato do PT ainda vinha aparecendo na frente das intenções de votos em boa parte das pesquisas divulgadas, até que nesta semana, por coincidência ou não, depois do debate na televisão, a reviravolta está sendo anunciada, mesmo que de forma discreta, pela maioria.
De acordo com informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e segundo o “Aracuã do Pantanal”, as ações dos decididos serão decisivas nos atos dos indecisos, que vai decidir o rumo do Brasil, no lugar dos omissos, já que reverter o voto de lado A ou B é considerada praticamente uma missão impossível.
Política
Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação
O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).
Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.
O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.
Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.
A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.
Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.
O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.
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