“Mistério”

“Baixo nível do Rio Cuiabá”: preocupação dos ribeirinhos

Pantanal na seca e Manso com tanta água.

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Política

Foto: CorpodeBombeiroMT

“Algo de errado não está certo”, praticamente em todos os anos, desde a construção da barragem do Lago da Usina do Manso, que as condições da seca vêm se agravando ao longo do Rio Cuiabá, e nada é feito, pelo contrário, parece que o problema não existe, ou tem que ser “deixado debaixo do tapete”.

Como dizem que o Manso compete a esfera federal, são oito deputados e três senadores, que até o momento não demonstraram interesse em resolver essa questão, já que segundo informações de especialista ambientais, como biólogos e engenheiros, uma das funções do lago é regular a agua do Rio Cuiabá, evitando as cheias no período de chuva, como também a seca na estiagem.

Nas cheias, até que a água do reservatório não atinja as mansões ao longo do lago, tudo segue normal, mas atinge alguma residência, como aconteceu neste ano, é tomado providência de imediato.

Por outro lado, como acontece neste mês de agosto, a água do Rio Cuiabá está baixa, desencadeando diversos problemas ao longo de suas margens, seja para quem vive do rio, e principalmente para vegetação e animais.

Foto: Angelo Varela

“As baias e lagoas não enchem mais, o ciclo natural de muitas espécies de plantas e animais está sendo interrompido, e nada é feito”.

Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal, existem interesses ocultos que protegem o Manso e suas verdadeiras utilidades, a que hoje atende apenas uma pequena parcela da sociedade, deixando de lado as suas reais funções, prejudicando tanto a maioria da sociedade como tudo que envolve o Pantanal.

Hoje, se ouve falar em preservação, mas como fica a limpeza, de nada adianta discutir repovoamento sem falar da água, em quantidade com qualidade, já que peixe não vive no seco.

De acordo com “Aracuã do Pantanal”, políticos de carreira quando são questionados sobre assunto, mostram total desprezo e desconhecimento de cláusulas básicas, porém são vistos em passeios de lanchas ou em mansões ao longo das águas do Lago do Manso, enquanto o Pantanal sofre com a seca.

Foto: Assessoria Pelado

“Segue ano de eleição, o povo está vendo, depois não reclamam do resultado das urnas”.

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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