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Avenida dos Trabalhadores ganhará ciclovia e 600 vagas de estacionamento

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Valor investido será de R$2,3 milhões (Foto: Luiz Alves)

A Avenida Dante Martins de Oliveira, em Cuiabá, irá passar por melhorias para os ciclistas da capital. O projeto da construção da ciclovia no entorno da avenida já foi colocado em prática pela Prefeitura de Cuiabá.

O projeto está em execução desde o início de setembro e é coordenado pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e abrange todo o percurso duplicado da avenida que é popularmente conhecida como Avenida dos Trabalhadores.

De acordo com a Prefeitura Municipal, serão 4 quilômetros de ciclovia que será construída no canteiro central da via. A previsão para a entrega da obra é para março de 2022.

A prefeitura informou ainda que será seguida todas as recomendações técnicas e será edificada com base de concreto, além disso, contará com toda a sinalização horizontal e vertical. 

Outra novidade é que a avenida passará a ter cerca de 600 vagas de estacionamento que serão criadas em determinados trechos da via.

Segundo o secretário municipal de Obras Públicas, José Roberto Stopa, existe uma demanda considerável de ciclistas e que por determinação do prefeito Emanuel Pinheiro, a construção foi colocada em prática para atender a necessidade da população.

“Essa é uma região que, além da grande movimentação de carros e motos, também possui uma demanda considerável de ciclistas. Nesse sentido, por determinação do prefeito Emanuel Pinheiro, colocamos em prática a construção dessa estrutura que atenderá tanto a necessidade daqueles que utilizam a bicicleta como meio de transporte para o trabalho quanto para o lazer”

Uma extensão da avenida também passará por obras de duplicação, o trecho em questão é de aproximadamente 2 quilômetros e está localizado entre o Residencial Santa Inês, seguindo até o fim da via na divisa entre os bairros Planalto e Novo Horizonte. Apenas neste trecho o valor investido será de aproximadamente R$2,3 milhões.

No local, já foi concluído o levantamento do muro de gabião no córrego que passa pela via. Somado a isso, a construção da pavimentação também avançou, alcançando mais de 800 metros do trecho estabelecido no projeto de duplicação. A obra também compreende a construção de ciclovia, rede de drenagem de águas pluviais, meio-fio, calçada, sinalização vertical e horizontal, e implantação de uma nova iluminação.

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Nova lei oferece R$ 15 bi em crédito para empresas afetadas por tarifaço

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Empresas exportadoras e de setores industriais relevantes para o comércio exterior poderão ter acesso a linhas de financiamento para enfrentar os impactos de instabilidades internacionais, inclusive do aumento de tarifas comerciais. A medida está prevista na Lei 15.473, de 2026, sancionada pela Presidência da República e publicada na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.

A norma integra o Plano Brasil Soberano e é resultado da conversão da Medida Provisória (MP) 1.345/2026, cujo texto foi aprovado pelo Senado na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 7/2026. A medida dá continuidade às ações adotadas desde 2025 para enfrentar os impactos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

A lei autoriza a utilização de até R$ 15 bilhões para as linhas de financiamento e permite ampliar esse limite em até R$ 13,5 bilhões. A ampliação considera recursos que já haviam sido transferidos durante a vigência da MP 1.345/2026 e que poderão retornar à União, provenientes das fontes usadas para financiar as medidas. Com isso, o limite autorizado poderá chegar a R$ 28,5 bilhões.

Os recursos poderão atender empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores; de produtos da agricultura, da pecuária, das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura; de recursos minerais e seus produtos; além de empresas que atuem em setores industriais relevantes para o comércio exterior. Cooperativas, associações e outras formas associativas ou coletivas legalmente constituídas também poderão ter acesso ao financiamento, desde que atendam aos critérios de elegibilidade que ainda serão definidos em ato conjunto dos ministériosda Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

As linhas de crédito poderão ser usadas para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e investimentos para adaptar, ampliar ou modernizar a atividade produtiva. Também poderão financiar inovação tecnológica e adaptações de produtos, serviços e processos para atender a exigências do comércio internacional, como requisitos sanitários, fitossanitários, ambientais, de rastreabilidade e de conformidade.

O dinheiro para financiar as empresas poderá vir do superávit (excedente) financeiro do Fundo de Garantia à Exportação, apurado em 31 de dezembro de 2025, do superávit financeiro de fontes supervisionadas por unidades do Ministério da Fazenda, também apurado nessa data, e de outras fontes orçamentárias.

Os recursos serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou a instituições financeiras habilitadas pelo banco, que assumirão os riscos das operações e oferecerão o financiamento às empresas elegíveis. A lei também altera regras do sistema de apoio oficial ao crédito à exportação e prevê a cobertura, pelo sistema de seguro de crédito à exportação, de operações de crédito direto a micros, pequenas e médias empresas exportadoras.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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