“Urso Hibernado”

Após três anos de sono prolongado agora é hora de caçar “alimentos”, os votos.

Tem cidade que durante este período, nunca recebeu visita de um político, agora, até comendo na casa do povo estão

Publicado em

Política

Foto: Reprodução/Divulgação

Chegou a temporada dos “políticos ursos”, são aqueles que depois da vitória nas eleições, passam cerca de três anos e meio sumidos, escondidos, parecem que ficaram hibernados em uma caverna, empresa, fazenda ou simplesmente resguardados em seus condomínios de luxo, e neste exato momento, surge a necessidade de angariar, conquistar, acumular, “devorar milhares de votos”, para que então o ciclo da vida deste predador, volte ao “normal”, degustando de mais um período farto e luxuoso, bancado pelo eleitor de Mato Grosso.

As frases que mais se houve neste momento, com as constantes visitas dos políticos em comunidades jamais visitadas são:

É a primeira vez que recebemos a visita de um político aqui na região.

Agora as nossas demandas serão atendidas.

O sonho da ponte, da escola, do posto de saúde, e o local de lazer será realizado.

Foto: THINKSTOCK

Pelo que tudo indica, “iludido é pior que doido”, o eleitor deve lembrar que este tipo de político é predador, foi na região apenas para saciar a sua fome de votos, e mais nada, já as demandas do povo, na próxima eleição, ele volta e faz a mesma promessa.

Somados os últimos períodos eleitorais, existe político que já foi três vezes consecutiva na mesma região, prometendo pavimentação asfáltica, ligando o Distrito na BR, um trecho com cerca de 20km. A falta de repertório de promessas e a insistência no mesmo discurso, fez o indivíduo público virar chacota na região.

Foto: Diego Herculano

Para aquele eleitor, que pretende verdadeiramente ver o desenvolvimento da sua região, este tipo de predador deve virar relatos de museu, ou no mínimo, passar por uma dieta de votos, tendo como única alternativa, abandonar o modo “Urso Hibernado” e trabalhar para manter sua existência.

Hoje, com as redes sociais, os aparelhos smartphones e a internet, a população tem uma excelente arma nas mãos, ao gravar cada promessa dos políticos, para posteriormente ter como cobrar, neste caso, essas informações servirão no mínimo de repelente para político aldrabão.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

Publicados

em


O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA