MDB, PP e PSD APOIAM
Anúncio de Carlos Bezerra mostra preferência de partidos por Neri rumo ao Senado
Já consultamos as bases, e chegamos no consenso de que o nome de Neri é o melhor, assim como o MDB, partidos como PSD e PP seguem com o mesmo objetivo.
Política
Muito mais que apenas um anúncio de siglas apoiando a pré-candidatura do deputado federal, Neri Geller (PP) na disputado ao Senado da República, as mudanças das peças já demonstram que muita gente que tinha intenção em conquistar apoio, para formação de grupo, com objetivo de enfrentar um empate eleitoral no próximo ano, já pode buscar novos caminhos.
Nos últimos dias um dos assuntos mais abordados, referente a disputa pela vaga unitária ao Senado da Republica é um dos mais calorosos entre os bastidores do poder, porém sempre com algo em comum, a cogitação dos apoios ao nome do deputado federal, Neri Geller.
De acordo com informações que partem desde os agentes públicos, como deputados estadual, federal, senadores, prefeitos, vereadores, e também das lideranças populares, o trabalho apresentado por Neri nos quatro cantos de Mato Grosso, credenciou seu nome, para mais este desafio, representando o estado no Senado.
Desta vez, o também deputado federal, Carlos Bezerra (MDB) foi quem demostrou a intenção em apoiar a possível candidatura de Neri, rumo ao Senado.
“Já consultamos as bases, e chegamos no consenso de que o nome de Neri é o melhor, assim como o MDB, partidos como PSD e PP seguem com o mesmo objetivo, por um Mato Grosso melhor”, ressaltou Bezerra.
Neri sempre declarou que a preocupação é trabalhar para atender a demanda da população, mas que fosse da vontade de Deus, e tivesse a formação de um grupo, que decidisse apoiar a sua possível candidatura, ele seria candidato.
Para quem acompanha as atividades políticas, os anúncios de apoio da pré-candidatura de Neri ao Senado, nem é tanto assim novidade, já que as cogitações estão sendo realizada já há algum tempo, as próximas notícias das desistências dos nomes cogitados que poderão ser mais destaques.
Mesmo faltando cerca de um ano para eleição, o projeto Neri para o Senado começa ser revelado, “a estrada está sendo pavimentada”, mas como dizem as “raposas” mais experientes, ainda falta muita água para passar por debaixo da ponte, e muitos anúncios ainda podem surpreender o eleitorado.
Foto: Assessoria.
Política
Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias
Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).
A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.
Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.
Vetos
Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.
O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.
Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.
Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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