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Alencastro 2024: Botelho lidera entre candidatos na disputa para prefeito em todos cenários

Presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Eduardo Botelho (União), lidera em todos os cenários possíveis a intenção de votos para a disputa de prefeito de Cuiabá

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Política

Secom-MT

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Eduardo Botelho (União), que, tudo indica vai mesmo para o PSD nas próximas eleições para prefeito em 2024, lidera em todos os cenários possíveis a intenção de voto para a disputa das majoritárias. É o que aponta a primeira pesquisa do instituto Gazeta Dados na capital.

No quesito de modalidade estimulada – quando uma lista é passada para os entrevistados escolherem entre as alternativas – Botelho
aparece com 21% da preferência dos cuiabanos. Ou seja, 4 pontos percentuais a mais que o segundo colocado, deputado federal Abilio Brunini (PL) que aparece com 17%.

Já em terceiro lugar vem o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) com 12%, Wilson Santos (PSD) 7%, José Roberto Stopa (PV), 4%, seguido pelo deputado federal Fábio Garcia (União) com 3%, deputado Juca do Guaraná (MDB) tem 2% e o pastor Marcos Ritela (PRD) com 1%. Brancos e nulos são 12% e quem não soube ou não quis responder chegam a 21%.

Já num possível cenário sem a presença de Abilio, Juca do Guaraná, Ritela e Wilson Santos, Eduardo Botelho chega a 27% da intenção de votos, seguido pelo petista com 14%, Fábio Garcia 6% e José Roberto Stopa 5%. Brancos e nulos sobem para 20% e não responderam ou não quiseram responder 28%.

E incluindo Abílio Brunini neste cenário, ele alcança 19%, quatro a menos que Botelho que lidera com 23%. Lúdio fica com 13%, Fábio Garcia e Stopa dividem a última posição com 5 pontos cada. Brancos e nulos 13% e não souberam ou não responderam 22%.

Gazeta Dados

Espontânea
O Instituto também avaliou os pré-candidatos na modalidade espontânea – quando os nomes não são apresentados. Botelho segue na frente com 7%, seguido por Abilio com 5%, Lúdio 3%, e Wilson Santos, Fábio Garcia e José Roberto Stopa
com 1% cada. Outros nomes somaram 2%, e, 80% não souberam ou não quiseram responder.

Gazeta Dados

Rejeição
No quadro de rejeição, Abílio empata com o vice-prefeito José Roberto Stopa (PV) com 44% dos entrevistados dizendo que não votariam de jeito nenhum em ambos.

Em seguida, o mais rejeitado é Fábio Garcia com 42%, seguido pela exdeputada Rosa Neide (PT) com 41%, Lúdio Cabral com
36% e Eduardo Botelho com 31% de rejeição.

Presidente da AL também venceria em segundo turno

Quanto a simulação de confrontos entre os candidatos no segundo turno, Eduardo Botelho venceria todos os seus adversários. Numa eventual disputa com Abilio Brunini, Botelho venceria por 31% a 22%. Já 20% disseram que anularia ou votaria em branco. Já 27% não quiseram ou não souberam responder.

Em uma disputa de 2º turno com Lúdio Cabral, Botelho teria 33% contra 17% do petista. Já 22% votariam nulo ou branco
e 28% não quiseram ou não souberam responder. Se o rival fosse Fábio Garcia, o placar seria de 33 a 10 pontos percentuais. Já brancos e nulos 25% e não souberam ou não quiseram responder 32%.

Num possível cenário entre Abilio Brunini e Lúdio Cabral, a disputa estaria empatada tecnicamente dentro da margem de erro, com Abilio somando 24% da intenção de votos e Lúdio 23%. Nulos e brancos seriam de 24% e 29% não responderam.

Já em uma disputa entre Abilio Brunini e José Roberto Stopa, Abilio venceria por 24% a 15%. Bancos e nulos seriam de 28% e
não souberam responder 33%. E se o adversário fosse Fábio Garcia, Abílio venceria por 24 pontos a 14.

Em um cenário de disputa de 2º turno entre Lúdio Cabral e o deputado Fábio Garcia, o petista venceria com mais que o
dobro de intenção de votos. Ele alcançaria 25% contra 11% de Garcia. Brancos e nulos seria de 29% e não responderam 35%.

A pesquisa foi realizada com 800 moradores de Cuiabá entre os dias 15 e 18 de novembro. O método utilizado é o Survey, que consiste em pesquisa de metodologia quantitativa com realização de entrevistas utilizando questionário estruturado junto a uma amostra representativa da população. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A margem de confiança é de 95%.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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