SEM EXPECTATIVAS

Adjunto da Saúde da capital pede para deixar o cargo em pouco mais de dois meses de trabalho

Oscarlino Alves expôs as dificuldades que enfrentou na pasta e como a situação de falta de perspectivas

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Política

Assessoria

O atual secretário adjunto de Atenção Especializada e Vigilância em Saúde, Oscarlino Alves de Arruda Junior, colocou o cargo à disposição nesta segunda-feira (18). Em ofício encaminhado ao prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, o servidor pediu exoneração do cargo para se dedicar aos cuidados da sua saúde mental.

Em ofício, Oscarlino Alves expôs as dificuldades que enfrentou na pasta e como a situação de falta de perspectivas de melhoras influenciaram na sua decisão de deixar o cargo.

“Em pouco mais de 2 meses e meio de gestão, conversei por diversas vezes com o digno Secretário da pasta, professor doutor Deiver Teixeira, relatando todas as dificuldades internas e externas enfrentadas no dia a dia junto aos prestadores de serviços e fornecedores com contas (faturas) em atraso, com destaque as dificuldades para regularização dos estoques de medicamentos e pagamentos dos plantões extras e incentivos dos médicos do nosso quadro (concursados e de processos seletivos), além de pagamentos à cooperativa de médicos que complementam nossas escalas de plantões nas 4 UPAs e Policlínica do Pedra 90, ainda sem sucesso”, disse.

Após suas explanações acerca desta situação, o ex-secretário declarou que está preservando a sua saúde mental e retornará à sua função na Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso.

“Por respeito aos meus colegas servidores públicos e amigos que confiam em mim, amor a minha profissão em 20 anos de SUS, como servidor público de carreira do Estado de Mato Grosso, e por prevenção à minha saúde mental, junto a minha família tomei a presente decisão de colocar o cargo à disposição e retornar para a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso”.

A assessoria da Prefeitura de Cuiabá informou que nenhum nome está sendo ventilado para substituir Oscarlino Alves até o momento.

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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