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A liderança do Agro Brasileiro é de Mato Grosso e se chama Carlos Fávaro

Ministro da Agricultura e senador licenciado, Carlos Fávaro (PSD-MT), vem se destacando pela brilhante atuação no comando do Ministério da Agricultura

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Economia

Gazeta Digital

O ministro da Agricultura e senador licenciado, Carlos Fávaro (PSD), vem se destacando pela brilhante atuação no comando de um dos ministérios mais fortes em Brasília, já sendo considerado um gestor de plena confiança do presidente Lula, graças a liderança que vem desempenhando brilhantemente nos labirintos das articulações políticas em Brasília.

Carlos Fávaro tem se mostrado bem articulado em Brasília e vem, claramente, já pavimentando uma pré-candidatura ao Governo do Estado de Mato Grosso.

Assessorado de outros mato-grossense no Staff do Ministério como Iraja Lacerda – Secretário Executivo e Samoel Barros – Chefe da Assessoria Parlamentar, vem atendendo as demandas de todas as regiões brasileira, principalmente do Centro Oeste.

Nessa quarta-feira (4), atendeu uma comitiva de parlamentes federais e prefeitos de Mato Grosso, liderados pelo Deputado Federal Juarez Costa (PT) e pelo Prefeito Léo Bortolin (MDB), prefeito de Primavera do Leste e Presidente eleito da AMM, que reivindicam mais investimentos do governo federal em Mato Grosso.

No mesmo ritmo tem buscado soluções para a situação da cadeia do leite do Rio Grande do Sul, dando apoio às ações do governo Federal às vítimas do ciclone, na última semana e vem concentrando esforços no atendimento ao nordeste, atendendo os parlamentares do Estado do Maranhão.

  

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Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

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O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Principais números

  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters



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