em Sorriso
Vítima de tentativa de estupro conta sobre o pânico vivido e como fingiu desmaio para escapar
O suspeito foi preso em uma área de mata, vestindo apenas um saco plástico
Polícia
Laryssa Deckmann relatou em suas redes sociais que foi vítima de uma tentativa de estupro e assassinato, em sua própria casa, em Sorriso (420 km de Cuiabá). O crime ocorreu enquanto elar dormia com sua filha de quatro anos. O agressor, identificado como Warlen Thalys dos Santos Silva, de 24 anos. O suspeito foi preso no mesmo dia em uma área de mata, vestindo apenas um saco plástico.
A mulher, muito abalada, descreveu os momentos de terror que viveu.
“Sou uma sobrevivente de uma tentativa de estupro e de assassinato. A gente ouve essas histórias e nunca acha que vai acontecer com a gente. Mas esse mal aconteceu comigo. Ele entrou na minha casa e deitou na minha cama. Meu marido tinha ido trabalhar, e eu estava dormindo com minha filha, era por volta de 6h50. Meu marido tem mania de entrar no quarto pra pegar algo, e eu achei que ele tinha esquecido algo. Quando eu abri meus olhos, era esse homem com uma faca”, contou.
“Esse homem que eu nunca tinha visto na vida, pediu para eu ficar quieta. E eu comecei a orar e pedir para Deus não me deixar morrer. Eu gritei para que a minha filha saísse do quarto e ele me deu um mata-leão”, acrescentou. Para escapar do crime, Laryssa fingiu um desmaio e conseguiu pegar a faca do agressor e o feriu.
“Eu tenho um 1,40 metros e 40 quilos, e ele [maníaco] tem uns 100 quilos, e a faca caiu do meu lado e eu fingi estar desmaiada e consegui acertar uma facada nas costas dele. Eu corri pra cozinha e comecei a gritar e ele começou a bater a minha cabeça no chão até eu desmaiar, mas eu não desmaiei. Ele pediu para eu colaborar e que se eu não fizesse iria fazer pior com a minha filha”, disse.
“Eu pedi para ele ter dó de mim, e começou a tirar a minha roupa. Ele tentou arrancar meu nariz. E que se eu não dissesse o que ele pedia, iria machucar minha filha. Eu pedi um copo de água e quando ele foi, eu peguei a minha filha e saí correndo e comecei a gritar socorro e minhas vizinhas estavam com a minha filha”, complementou.
Segundo a vítima o agressor usava tornozeleira eletrônica e que não era a primeira vez que ele agredia alguém.
“Ele usa tornozeleira. Eu quero muito que esse vídeo chegue na cadeia porque todos sabem que estuprador não sobrevive na cadeia”, disse ela, relatando também ter desenvolvido síndrome do pânico após o ataque.
Polícia
Polícia Militar prende homem por furtar baterias avaliadas em R$ 21 mil
Policiais militares do 2º Comando Regional prenderam, neste sábado (13.6), um homem de 20 anos, suspeito de furtar baterias de lítio e outros equipamentos de uma torre de telefonia localizada no bairro Eliane Gomes, em Várzea Grande. O prejuízo estimado pela empresa responsável ultrapassa R$ 21 mil, sem contar os danos causados à estrutura e à interrupção dos serviços de telecomunicações na região.
A equipe policial foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após uma denúncia de furto em andamento em uma torre da operadora de telefonia. No local, os militares encontraram o suspeito já detido por populares.
Durante a abordagem, os policiais confirmaram o crime e realizaram entrevista com o suspeito, que relatou ter participado da ação criminosa com outros dois comparsas. Segundo o homem, um dos envolvidos teria sido responsável pelo arrombamento da estrutura, enquanto outro seria responsável pelo transporte dos materiais furtados em um veículo.
O grupo pretendia vender os equipamentos subtraídos e dividir os lucros obtidos com a comercialização. O suspeito afirmou que as baterias poderiam ser revendidas por cerca de R$ 12 mil.
Em contato com os policiais, um representante da empresa informou que cada bateria possui valor aproximado de R$ 7 mil, totalizando prejuízo superior a R$ 21 mil somente com os equipamentos. Além disso, a ação criminosa causou danos à torre de transmissão e comprometeu a prestação de serviços da operadora na região.
O suspeito foi encaminhado à delegacia para registro da ocorrência e demais providências cabíveis. As forças de segurança seguem realizando diligências para identificar e localizar os outros envolvidos no crime.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
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