VAI A JÚRI

Tribunal de Justiça nega absolvição e mantém júri popular de Policial Civil que matou PM

Consta na denúncia que o PM e o investigador se estranharam pela desconfiança sobre a condição de policial da vítima

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Polícia

Montagem omatogrosso.com

ATUALIZADA ÀS 09h07 – A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso negou, por unanimidade, o pedido do investigador da Polícia Civil, Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, e manteve decisão que pronunciou o réu a júri popular por matar o policial militar Thiago de Souza Ruiz.

A defesa do réu buscava a absolvição sumária, por conta da alegada presença da excludente de ilicitude da legítima defesa. No entanto, o pedido foi negado pelo relator do processo, desembargador Rui Ramos, e seguido pelos demais desembargadores.

A decisão da Segunda Câmara pontuou que para que o policial fosse absolvido sumariamente seria preciso que o juiz se convencesse, sem qualquer dúvida, da inexistência do crime ou de não ser ele o autor ou partícipe do fato, alguma circunstância excludente da ilicitude ou da culpabilidade. Diante do exposto, em consonância com o parecer ministerial, desprovejo o recurso interposto pelo réu, destaca a decisão.

O crime aconteceu por volta das 3h30 do dia 27 de abril do ano passado, no interior da conveniência de um posto de combustível no bairro Quilombo, em Cuiabá. Quando os policiais chegaram na conveniência, foram informados que Thiago havia sido socorrido por terceiros e levado para o Hospital Jardim Cuiabá. Conforme apurado no inquérito policial, o denunciado e um amigo foram até a conveniência e lá encontraram uma terceira pessoa, que apresentou a vítima aos dois.

Consta na denúncia que o PM e o investigador se estranharam pela desconfiança sobre a condição de policial da vítima. A conversa seguiu no sentido de um indagar ao outro, informações acerca das atividades e formação policial de ambos, instante em que Thiago levantou a camisa para mostrar uma cicatriz de que era portador, momento em que Mário visualizou e se apossou do revólver que aquele trazia na cintura, afirmando que iria chamar a polícia para averiguar aquela arma. Neste interim, sacou da pistola que trazia consigo e apontou em direção a Thiago, após o que voltou sua pistola para a cintura e permaneceu com o revólver da vítima em mãos, diz a denúncia.

Em agosto do ano passado, o juiz da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, Wladymir Perri aceitou a denúncia do MP.

 

 

 

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“Nós deixamos uma marca”, diz Juca ao relembrar concurso realizado na Câmara de Cuiabá durante sua presidência

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O deputado estadual Juca do Guaraná (psdb) recebeu, nesta quarta-feira (15), em seu gabinete, o presidente do Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Instituto Selecon), Rogério Vianna Rangel. Durante o encontro, os dois relembraram a realização do concurso público da Câmara de Cuiabá, promovido durante a gestão de Juca à frente da presidência do Legislativo municipal.

Na ocasião, o deputado destacou a importância do certame para fortalecer o quadro de servidores efetivos da Casa de Leis e ressaltou o legado deixado pela iniciativa.

“Nós deixamos uma marca de ter feito esse concurso para atender a população cuiabana e a Câmara de Cuiabá, que é de todos nós mato-grossenses, o parlamento mais antigo do Centro-Oeste brasileiro”, afirmou Juca.

O concurso público foi realizado para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio e superior, contemplando funções como técnico legislativo, analista legislativo, controlador interno e contador.

Durante a visita, Rogério Vianna Rangel agradeceu a confiança depositada no Instituto Selecon e destacou a forma como o processo foi conduzido.

“Eu, em nome do Selecon, também agradeço ao deputado porque, de fato, fizemos um concurso histórico, graças à oportunidade que o Juca nos deu para realizarmos esse concurso com qualidade e segurança, mas, acima de tudo, com muita transparência”, declarou o presidente da instituição.

Ao final do encontro, Juca reforçou a importância da valorização do serviço público por meio de concursos realizados com responsabilidade, transparência e igualdade de oportunidades para todos os candidatos.



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