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Polícia Civil incinera três toneladas de drogas apreendidas na DRE e na Defron

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Três toneladas de entorpecentes foram incineradas pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) e Delegacia Especial de Fronteira (Defron), na manhã desta sexta-feira (29.09), em Cuiabá. A destruição da droga, entre maconha, cocaína, anabolizantes, psicoativos e drogas sintéticas, foi realizada em uma empresa de grãos na Rodovia dos Imigrantes.

As três toneladas de entorpecentes, sendo 1,5 tonelada da DRE e 1,5 da Defron foram apreendidas ao longo do ano, em operações policiais realizadas pelas especializadas na Capital e no interior do estado, além de apreensões de outras unidades da Polícia Civil e as realizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Militar (PM).

Os trabalhos são realizados pelos policiais da DRE, Defron, com apoio das equipes da Gerência de Operações Especiais (GOE), Diretoria de Execução Estratégica (DEE), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e empresa Matsuba.

Para a delegada titular da DRE, Juliana Chiquito Palhares, o trabalho coletivo da Segurança Pública na atividade de enfrentamento ao tráfico vem apresentando resultados cada vez melhores, levando à apreensão de quantidades maiores de entorpecentes ano após ano.

Juliana frisou ainda a importância do trabalho em conjunto com a sociedade que através dos canais de comunicação, podem realizar denúncias e contribuir para o trabalho das forças de segurança.

“A queima do material ilícito apreendido é o ato final do trabalho de enfrentamento ao tráfico, destruindo tudo aquilo que movimenta o crime de tamanha gravidade que afeta pessoas, devasta famílias e causa tanta tristeza à sociedade”, finalizou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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