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PM prende homem suspeito de lesão corporal, ameaça e maus-tratos

Os policiais militares foram acionados pela mãe do jovem, que relatou que o homem teria agredido sua esposa e o próprio filho. A mulher relatou que os envolvidos estavam ingerindo bebidas alcóolicas durante todo o dia e em certo momento começaram a discutir. 

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Foto: PM/MT
Um homem de 25 anos foi preso em flagrante, na madrugada desta sexta-feira (31.05), suspeito por lesão corporal, ameaça maus-tratos, na Avenida Rio Branco, no município de Ipiranga do Norte (439 km de Cuiabá). As vítimas são a namorada do suspeito, de 24 anos, e o filho do casal, de apenas 1 ano. 

Os policiais militares foram acionados pela mãe do jovem, que relatou que o homem teria agredido sua esposa e o próprio filho. A mulher relatou que os envolvidos estavam ingerindo bebidas alcóolicas durante todo o dia e em certo momento começaram a discutir. 

A jovem foi agredida com diversos socos, apresentava lesões por todo corpo e precisou ser encaminhada até o Pronto-Socorro do município. Ainda conforme a denúncia, o suspeito também agrediu o filho de apenas 1 ano com pancadas na cabeça e em outras partes. 

Após as agressões, o suspeito pegou a criança afirmando que iria matar o menor e, em seguida, atentaria contra a própria vida. Ele fugiu da residência com o filho, em uma motocicleta, em alta velocidade. 

Rapidamente, os policiais militares intensificaram o policiamento no município localizando o suspeito realizando diversas manobras nas vias públicas. O homem tentou fugir dos policiais, dando início a uma perseguição, mas acabou detido. 

Ele apresentava fortes sinais de embriaguez.

As equipes apreenderam a motocicleta. O suspeito foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Moretti diz que foi difícil contrariar o PL, mas afirma: “Não dava para caminhar com Wellington”

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que a decisão de contrariar a orientação do próprio partido e apoiar Otaviano Pivetta (Republicanos) na disputa pelo Governo de Mato Grosso não foi simples. Após a confirmação da vitória do governador nas urnas, ela voltou a explicar os motivos que a levaram a escolher um caminho diferente do candidato de sua legenda, Wellington Fagundes.

Moretti acompanhou a comemoração da vitória de Pivetta na noite deste domingo (4), na Praça do Choppão, em Cuiabá. A prefeita disse estar “muito feliz” com o resultado e destacou também a relação de amizade que mantém com o governador reeleito.

Durante a declaração, a prefeita reconheceu que havia uma expectativa de que seguisse a candidatura de Wellington por ambos serem filiados ao PL. No entanto, afirmou que, diante do cenário político, decidiu apoiar Pivetta.

“Foi difícil decidir esse apoio, porque a gente tinha o PL, o candidato do partido, mas não dava para caminhar com ele”, declarou Moretti.

A posição adotada pela prefeita provocou desgaste em sua relação com setores da direção estadual do PL durante a campanha. Em setembro, Moretti chegou a admitir a possibilidade de deixar a legenda e afirmou ter recebido convites de outros partidos, entre eles o Republicanos, de Pivetta.

A mudança de posicionamento também ocorreu depois de meses de tensão política entre Moretti e integrantes do PL. Antes do período eleitoral, a prefeita havia afirmado que acompanharia a orientação partidária e manifestado apoio a Wellington, mas posteriormente passou a atuar publicamente pela candidatura de Pivetta.

A aposta de Moretti terminou com a reeleição de Pivetta. O governador conquistou 848.298 votos, 61,14% dos votos válidos, e garantiu mais quatro anos no comando do Estado ainda no primeiro turno.

Wellington Fagundes terminou em segundo lugar, com 430.442 votos, equivalentes a 23,19%, diferença de 154.832 votos para Pivetta.

O resultado também marcou uma derrota eleitoral para o candidato do PL, que havia apostado na disputa pelo Palácio Paiaguás enquanto mantinha o mandato de senador até 2031.

Para Moretti, a vitória de Pivetta representa também a confirmação da escolha política feita durante a campanha, mesmo diante do conflito com a direção do partido ao qual ainda pertence.



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