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PM capacita militares em curso de combate a violências em ambiente escolar

O treinamento ocorre na modalidade de simulação policial, com cenários que replicam situações de risco em escolas

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Foto: Assessoria PMMT

Na quarta-feira (15) a Polícia Militar de Mato Grosso deu início ao 1º Encontro Pedagógico do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), e ao Curso de Prevenção e Enfrentamento ao Agressor Ativo (CPEAA), em parceria com a 20ª Companhia Independente de Força Tática, em Cuiabá. As ações têm como finalidade capacitar instrutores do Proerd com as técnicas adequadas ao enfrentamento de agressões ativas, além de proporcionar atualização pedagógica, essencial no contexto de segurança pública. 

O treinamento ocorre na modalidade de simulação policial, com cenários que replicam situações de risco em escolas, a fim de proporcionar aos policiais uma experiência direta no gerenciamento de crises e na tomada de decisões rápidas. Durante o exercício, os participantes vivenciam cenários dinâmicos e complexos, que exigem habilidades de comunicação, coordenação e uso de táticas específicas de enfrentamento. 

O coordenador do Proerd em Mato Grosso, tenente-coronel PM Darwin Salgado Germano, ressaltou que a simulação é parte essencial do curso, que visa aprimorar as respostas da polícia em eventos que envolvem agressões dentro de unidades escolares, garantindo a segurança de alunos e educadores.

“A fase prática do curso é fundamental para que nossos policiais estejam preparados para agir de maneira eficiente em situações extremas, como as que ocorrem em ambientes escolares. A parceria com as Secretarias de Educação reforça nosso compromisso com a segurança dentro das escolas, criando um ambiente mais seguro para a educação no Estado”, afirmou. 

O curso também integra a atuação dos policiais do Proerd, que, além de atuar diretamente na prevenção de violência nas escolas, também treinam outros policiais para a abordagem de situações de risco. “Essa formação busca a construção de um modelo de segurança pública colaborativa e eficiente, com ênfase no desenvolvimento de estratégias preventivas e de enfrentamento a crises”, completou.

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Moretti diz que foi difícil contrariar o PL, mas afirma: “Não dava para caminhar com Wellington”

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que a decisão de contrariar a orientação do próprio partido e apoiar Otaviano Pivetta (Republicanos) na disputa pelo Governo de Mato Grosso não foi simples. Após a confirmação da vitória do governador nas urnas, ela voltou a explicar os motivos que a levaram a escolher um caminho diferente do candidato de sua legenda, Wellington Fagundes.

Moretti acompanhou a comemoração da vitória de Pivetta na noite deste domingo (4), na Praça do Choppão, em Cuiabá. A prefeita disse estar “muito feliz” com o resultado e destacou também a relação de amizade que mantém com o governador reeleito.

Durante a declaração, a prefeita reconheceu que havia uma expectativa de que seguisse a candidatura de Wellington por ambos serem filiados ao PL. No entanto, afirmou que, diante do cenário político, decidiu apoiar Pivetta.

“Foi difícil decidir esse apoio, porque a gente tinha o PL, o candidato do partido, mas não dava para caminhar com ele”, declarou Moretti.

A posição adotada pela prefeita provocou desgaste em sua relação com setores da direção estadual do PL durante a campanha. Em setembro, Moretti chegou a admitir a possibilidade de deixar a legenda e afirmou ter recebido convites de outros partidos, entre eles o Republicanos, de Pivetta.

A mudança de posicionamento também ocorreu depois de meses de tensão política entre Moretti e integrantes do PL. Antes do período eleitoral, a prefeita havia afirmado que acompanharia a orientação partidária e manifestado apoio a Wellington, mas posteriormente passou a atuar publicamente pela candidatura de Pivetta.

A aposta de Moretti terminou com a reeleição de Pivetta. O governador conquistou 848.298 votos, 61,14% dos votos válidos, e garantiu mais quatro anos no comando do Estado ainda no primeiro turno.

Wellington Fagundes terminou em segundo lugar, com 430.442 votos, equivalentes a 23,19%, diferença de 154.832 votos para Pivetta.

O resultado também marcou uma derrota eleitoral para o candidato do PL, que havia apostado na disputa pelo Palácio Paiaguás enquanto mantinha o mandato de senador até 2031.

Para Moretti, a vitória de Pivetta representa também a confirmação da escolha política feita durante a campanha, mesmo diante do conflito com a direção do partido ao qual ainda pertence.



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