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Operação Lei Seca em Várzea Grande: 12 Prisões e 56 Veículos Apreendidos

Os agentes de trânsito emitiram 87 multas por infrações diversas, incluindo condução sob efeito de álcool, recusa ao teste de alcoolemia, condução de veículo sem CNH e por veículos não registrados ou licenciados.

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Foto: Sesp-MT

Durante a realização de duas blitzes da Operação Lei Seca em Várzea Grande nesta sexta-feira (24.05), 12 condutores foram presos e 56 veículos apreendidos. As ações ocorreram nas avenidas Dom Orlando Chaves e Doutor Paraná, onde 130 veículos foram fiscalizados.

A 24ª edição da operação, que operou em dois pontos simultaneamente, registrou oito prisões por embriaguez ao volante, conforme o artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Outras prisões incluíram uma pessoa por condução sem Carteira Nacional de Habilitação (art. 162 do CTB), uma por direção perigosa (art. 175 do CTB) e uma por entregar a direção a alguém inabilitado, segundo o artigo 310 do Código Penal. Um dos detidos também possuía um mandado de prisão em aberto.

Os agentes de trânsito emitiram 87 multas por infrações diversas, incluindo condução sob efeito de álcool, recusa ao teste de alcoolemia, condução de veículo sem CNH e por veículos não registrados ou licenciados. Além disso, durante as abordagens, foram realizados 135 testes de alcoolemia e 60 veículos foram autuados.

Entre os veículos removidos, 29 eram carros e 27 motocicletas. Um atendimento pré-hospitalar também foi necessário na avenida Dom Orlando Chaves.

A operação é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) e conta com a colaboração de várias instituições, incluindo o Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Deputado defende investimentos em infraestrutura sem novos custos para a população

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O deputado estadual Juca do Guaraná (PSDB) manifestou preocupação com a possibilidade de implantação de pedágio nas rodovias MT-060 e MT-451, entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Poconé. Para o parlamentar, a medida representa um impacto negativo para os moradores, agricultores familiares e para o setor do turismo, uma das principais atividades econômicas da região.

A proposta faz parte da segunda etapa do Programa de Concessões Rodoviárias 2023-2026 e previa a concessão de aproximadamente 125 quilômetros das rodovias à iniciativa privada, o que abriria caminho para uma futura cobrança de pedágio. Após a reação de parlamentares e da população, o Governo do Estado suspendeu o andamento da proposta e cancelou a audiência pública que discutiria o tema.

Juca destacou que a região é formada, em sua maioria, por pequenos produtores rurais, que dependem das rodovias para escoar a produção e acessar serviços essenciais.

“Não podemos aceitar que mais esse custo seja colocado nas costas da população. Quem vive e trabalha nessa região precisa de estradas de qualidade, mas sem ser penalizado com pedágio. É preciso pensar no desenvolvimento e na realidade de quem produz e movimenta a economia local”, afirmou.

O parlamentar também ressaltou a importância do turismo para o Pantanal e defendeu que o Estado priorize investimentos em infraestrutura sem criar obstáculos para quem vive ou visita a região.

“Nossa Senhora do Livramento e Poconé são portas de entrada para o Pantanal. O turismo gera emprego e renda, e qualquer medida que dificulte o acesso pode trazer prejuízos para toda a cadeia econômica. Vamos continuar acompanhando essa discussão e defendendo os interesses da população”, concluiu.

Além de impactar diretamente os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Poconé, a proposta também afetaria moradores e produtores das comunidades de Cangas, Chumbo, Campina de Pedra e Figueira.



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