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Operação cumpre 12 mandados judiciais e prende mulher que liderava tráfico de drogas em Vera

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A Polícia Civil deflagrou na quarta-feira (13.09), em Vera, a Operação Megera de repressão a atividades criminosas, entre elas tráfico de drogas e homicídios, cometidas por integrantes de uma facção que age no município. Uma mulher que liderava a venda de entorpecentes foi presa preventivamente.

Foram cumpridas 12 ordens judiciais, entre buscas domiciliares e prisões preventivas. Dois alvos da investigação foram presos por mandados e outros quatro suspeitos, sendo dois homens e duas mulheres, em flagrante pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas.

As equipes policiais apreenderam aparelhos celulares, diversas porções de entorpecentes, um simulacro de arma de fogo, balanças de precisão, máquinas de cartão de crédito e R$ 300, o que caracteriza a venda de entorpecentes.

As ordens judiciais também incluíram o sequestro de um veículo Prisma, que era utilizado no transporte de entorpecentes.

As investigações iniciaram em meados de maio, e, após análises de informações e diligências, a equipe da Delegacia de Vera identificou a hierarquia no tráfico de drogas na cidade e a líder das atividades criminosas, que foi presa na operação.

Os presos passarão por audiência de custódia e serão colocados à disposição da Justiça. As investigações continuam com a análise dos materiais apreendidos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Moretti diz que foi difícil contrariar o PL, mas afirma: “Não dava para caminhar com Wellington”

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que a decisão de contrariar a orientação do próprio partido e apoiar Otaviano Pivetta (Republicanos) na disputa pelo Governo de Mato Grosso não foi simples. Após a confirmação da vitória do governador nas urnas, ela voltou a explicar os motivos que a levaram a escolher um caminho diferente do candidato de sua legenda, Wellington Fagundes.

Moretti acompanhou a comemoração da vitória de Pivetta na noite deste domingo (4), na Praça do Choppão, em Cuiabá. A prefeita disse estar “muito feliz” com o resultado e destacou também a relação de amizade que mantém com o governador reeleito.

Durante a declaração, a prefeita reconheceu que havia uma expectativa de que seguisse a candidatura de Wellington por ambos serem filiados ao PL. No entanto, afirmou que, diante do cenário político, decidiu apoiar Pivetta.

“Foi difícil decidir esse apoio, porque a gente tinha o PL, o candidato do partido, mas não dava para caminhar com ele”, declarou Moretti.

A posição adotada pela prefeita provocou desgaste em sua relação com setores da direção estadual do PL durante a campanha. Em setembro, Moretti chegou a admitir a possibilidade de deixar a legenda e afirmou ter recebido convites de outros partidos, entre eles o Republicanos, de Pivetta.

A mudança de posicionamento também ocorreu depois de meses de tensão política entre Moretti e integrantes do PL. Antes do período eleitoral, a prefeita havia afirmado que acompanharia a orientação partidária e manifestado apoio a Wellington, mas posteriormente passou a atuar publicamente pela candidatura de Pivetta.

A aposta de Moretti terminou com a reeleição de Pivetta. O governador conquistou 848.298 votos, 61,14% dos votos válidos, e garantiu mais quatro anos no comando do Estado ainda no primeiro turno.

Wellington Fagundes terminou em segundo lugar, com 430.442 votos, equivalentes a 23,19%, diferença de 154.832 votos para Pivetta.

O resultado também marcou uma derrota eleitoral para o candidato do PL, que havia apostado na disputa pelo Palácio Paiaguás enquanto mantinha o mandato de senador até 2031.

Para Moretti, a vitória de Pivetta representa também a confirmação da escolha política feita durante a campanha, mesmo diante do conflito com a direção do partido ao qual ainda pertence.



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