'SOMBRAS' DA GRAMPOLÂNDIA

Militares pedem acordo com o Ministério Público para escapar de condenação

Sargento Gerson Luiz Ferreira Correa Junior e o coronel Evandro Alexandre Ferraz Lesco, solicitaram uma proposta de acordo junto ao MPE

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Gazeta Digital

Considerando-se que ainda existem resquícios do ‘Caso da Grampolândia Pantaneira’, as defesas do sargento Gerson Luiz Ferreira Correa Junior e o coronel Evandro Alexandre Ferraz Lesco, solicitaram uma proposta de Acordo de Não Persecução Penal, na ação de denunciação caluniosa contra o chefe do Núcleo de Ações de Competências Originárias (Naco) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Marcos Regenold.

A solicitação ocorreu durante audiência na 11ª Vara Militar de Cuiabá, durante audiência a escolha dos juízes coronéis para o caso.   “A defesa dos réus pugnou pela formalização de acordo de não-persecução penal. Aberta a palavra ao Ministério Público, foi requerido vistas pela promotora para análise e eventual apresentação de proposta de ANPP, o que foi deferido pelo Juiz de Direito do Juízo Militar, ressaltando que, em havendo apresentação de proposta de ANPP pelo Ministério Público a audiência de posse e instrução do Conselho Especial servirá para a homologação do acordo”, diz trecho da ata da audiência que ocorreu no último dia 3 de outubro.

No decorrer da audiência, foram escolhidos como juízes militares os coronéis da reserva Ronaldo Meirelles Coelho, José Maria Ribeiro de Morais, Adaildon Evaristo de Moraes Costa, Carlos Estevão Souza de Figueiredo, Raimundo Francisco de Souza e Joelson Geraldo Sampaio.   A ação é conduzida pelo juiz titular da Vara Militar, Marcos Faleiros.

Segundo a denúncia, os militares que obtiveram perdão na Grampolândia Pantaneira imputaram falsamente crimes em desfavor de Regenold, afirmando que o mesmo teria falsificado assinaturas em documento público no relatório de interceptação telefônica produzido por um policial militar lotado no Gaeco.

Na época, Gerson também acusou o uso indevido e desvio de finalidade de uma ‘verba secreta’ destinada a investigações, bem como violação de sigilo de interceptação telefônica, com a suposta finalidade de obter interceptação telefônica ilegal. Contudo, as investigações internas do Ministério Público e do Conselho Nacional do MP não conseguiram comprovar tais acusações e arquivou as denúncias.

Com isso, os militares foram denunciados pelas acusações, e crimes militares, que é feita por ‘militar em serviço ou atuando em razão da função, em comissão de natureza militar, ou em formatura, ainda que fora do lugar sujeito a administração militar contra militar da reserva, ou reformado, ou civil’.

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“Nós deixamos uma marca”, diz Juca ao relembrar concurso realizado na Câmara de Cuiabá durante sua presidência

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O deputado estadual Juca do Guaraná (psdb) recebeu, nesta quarta-feira (15), em seu gabinete, o presidente do Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Instituto Selecon), Rogério Vianna Rangel. Durante o encontro, os dois relembraram a realização do concurso público da Câmara de Cuiabá, promovido durante a gestão de Juca à frente da presidência do Legislativo municipal.

Na ocasião, o deputado destacou a importância do certame para fortalecer o quadro de servidores efetivos da Casa de Leis e ressaltou o legado deixado pela iniciativa.

“Nós deixamos uma marca de ter feito esse concurso para atender a população cuiabana e a Câmara de Cuiabá, que é de todos nós mato-grossenses, o parlamento mais antigo do Centro-Oeste brasileiro”, afirmou Juca.

O concurso público foi realizado para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio e superior, contemplando funções como técnico legislativo, analista legislativo, controlador interno e contador.

Durante a visita, Rogério Vianna Rangel agradeceu a confiança depositada no Instituto Selecon e destacou a forma como o processo foi conduzido.

“Eu, em nome do Selecon, também agradeço ao deputado porque, de fato, fizemos um concurso histórico, graças à oportunidade que o Juca nos deu para realizarmos esse concurso com qualidade e segurança, mas, acima de tudo, com muita transparência”, declarou o presidente da instituição.

Ao final do encontro, Juca reforçou a importância da valorização do serviço público por meio de concursos realizados com responsabilidade, transparência e igualdade de oportunidades para todos os candidatos.



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