"BALEADO"

jovem é levado para ser morto, mas foge baleado

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Foto: PM/MT

Um jovem de 21 anos conseguiu fugir após ser baleado no ombro em uma tentativa de homicídio, na noite de terça-feira (22), em Arenápolis (258 km ao Médio-Norte de Cuiabá). Ele foi sequestrado por um grupo de pessoas e acusado de ser membro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

A vítima foi levada para o lixão da cidade, após a arma do atirador falhar no primeiro tiro, o jovem saiu correndo até pedir socorro em uma propriedade próxima ao local.

A Polícia Militar foi acionada por volta das 22h48 pelo caseiro de uma chácara da zona rural da cidade, informando que uma pessoa baleada chegou no local pedindo socorro.

Mas, com receio da situação, ele não atendeu a vítima e acionou a PM quanto e uma ambulância do Hospital Municipal, a equipe de socorristas não encontrou a possível vítima e retornaram para a cidade.

Pouco depois a equipe da PM foi acionada novamente, dessa vez pelos socorristas do Pronto-Atendimento, que informaram a entrada de uma vítima ferida com um tiro no ombro.

A rapaz contou aos policiais que estava na casa de uma tia quando dois carros chegaram no local. Ele conseguiu identificar dois dos ocupantes. Os nomes já foram repassados à polícia.

 Essas pessoas seriam de Tangará da Serra e o acusaram de ser membro da facção PCC, que é inimiga do Comando Vermelho. Depois, a vítima foi levada até o lixão da cidade onde seria morto pelo grupo.

Mas, ao ficar na mira da arma, o primeiro tiro disparado falhou. A vítima aproveitou para correr em direção ao matagal. Ainda que o segundo tiro atingiu o seu ombro, ele conseguiu escapar, entrando na área que fica aos fundos do Colégio Agrícola.

Depois, ele ficou escondido no local até conseguir pedir ajuda no PA da cidade. O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil.

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Emenda de Lúdio é aprovada e vai garantir R$ 1,5 bilhão para casas populares em MT

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Nesta quarta-feira (28), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, em primeira votação, uma emenda articulada pelo deputado estadual Lúdio Cabral (PT) com lideranças partidárias para vincular o investimento de R$ 1,5 bilhão em habitação de interesse social a um empréstimo nesse mesmo valor a ser contraído pelo Governo do Estado. A emenda alterou o projeto de lei nº 795/2026, de autoria do Poder Executivo.

“No discurso, o governador disse que esses recursos seriam para habitação, mas não é, o empréstimo é para obras de infraestrutura. Eu fiz uma emenda que, felizmente, foi acatada: já que a linha de financiamento é para infraestrutura e para saneamento e não é para habitação, a emenda deixa muito claro que o Estado aplicará em ações e programas de habitação de interesse social, portanto moradia para a população mais vulnerável, recursos do Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) em montante equivalente ao valor da operação de crédito”, disse Lúdio.

O projeto foi enviado em junho pelo governador. O texto prevê uma operação de crédito de R$ 1,5 bilhão com a Caixa Econômica Federal por meio da linha Financiamento à Infraestrutura e Saneamento (Finisa). Lúdio pontuou que o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 prevê esses recursos na Nova Rota do Oeste, uma empresa controlada pelo Governo de Mato Grosso e que opera a concessão da BR-163 de Itiquira até Sinop.

A emenda diz que “o Estado aplicará, em ações e programas de habitação de interesse social, recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação – Fethab em montante equivalente ao valor da operação de crédito autorizada por esta Lei, na mesma programação financeira da operação de crédito”.

Empréstimo caro – Lúdio criticou as condições do empréstimo com a Caixa previstos no PL nº 795/2026, com carência de apenas 12 meses, prazo para pagamento em 10 anos e, em especial, a taxa de juros do CDI mais 0,9%, o que daria juros de 13,75% ao ano, o que corresponde à taxa básica de juros, a Selic.

“A taxa de juros da Selic para investimentos públicos costuma ser usada por municípios e Estados que estejam em dificuldade financeira. Não há sentido para Mato Grosso buscar esse tipo de empréstimo com essa taxa, que hoje está em 13,75%. Normalmente, a taxa é de no máximo 6%, com uma carência longa e aqui é uma carência curta, de apenas 12 meses, e o prazo para pagar é de 10 anos, quando geralmente os prazos são de até 30 anos para pagar”, explicou Lúdio.

O deputado ponderou que votou favorável ao projeto após a inclusão de sua emenda, já que está garantida a aplicação de R$ 1,5 bilhão para casas populares.

“Vou votar favorável, porque o discurso é de que é para habitação, a emenda que nós aprovamos aqui será para habitação de interesse social para a população mais vulnerável, que não recebeu uma moradia sequer do Estado nesses últimos oito anos. Vamos fiscalizar isso e eu espero que até a segunda e última votação a gente mantenha a emenda que nós aprovamos e eu espero que, na LOA, a gente assegure esse recurso para habitação de interesse social, porque lá na Nova Rota do Oeste não é para isso”, finalizou.

Fonte: ALMT – MT



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