a facadas

Homem mata amigo enquanto consumiam bebida alcoólica

A vítima se envolveu em uma discussão com Carlos e, em meio à briga, usou uma faca para desferir golpes contra o amigo

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Foto: Divulgação em rede social

Na madrugada deste domingo (26), uma discussão entre amigos acabou em tragédia em Itanhangá. Carlos Antônio Brixi, de 55 anos, morreu após ser esfaqueado por um amigo, identificado apenas pelas iniciais M.A.S., de 30 anos, durante um desentendimento enquanto consumiam bebidas alcoólicas.

De acordo com o relato do suspeito à Polícia Militar, ele se envolveu em uma discussão com Carlos e, em meio à briga, usou uma faca para desferir golpes contra o amigo. Após o ataque, o suspeito saiu do local e foi até a residência de seu sobrinho, a quem relatou o ocorrido. Juntos, eles procuraram a Polícia Militar para comunicar o fato.

A guarnição esteve no local indicado pelo suspeito, onde encontrou Carlos caído no chão. O Centro Integrado de Segurança foi acionado, e a equipe médica constatou o óbito da vítima. O suspeito recebeu voz de prisão imediatamente após confirmar a autoria do crime.

A Polícia Judiciária Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para conduzir as investigações e realizar os procedimentos necessários na cena do crime.

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Moretti diz que foi difícil contrariar o PL, mas afirma: “Não dava para caminhar com Wellington”

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que a decisão de contrariar a orientação do próprio partido e apoiar Otaviano Pivetta (Republicanos) na disputa pelo Governo de Mato Grosso não foi simples. Após a confirmação da vitória do governador nas urnas, ela voltou a explicar os motivos que a levaram a escolher um caminho diferente do candidato de sua legenda, Wellington Fagundes.

Moretti acompanhou a comemoração da vitória de Pivetta na noite deste domingo (4), na Praça do Choppão, em Cuiabá. A prefeita disse estar “muito feliz” com o resultado e destacou também a relação de amizade que mantém com o governador reeleito.

Durante a declaração, a prefeita reconheceu que havia uma expectativa de que seguisse a candidatura de Wellington por ambos serem filiados ao PL. No entanto, afirmou que, diante do cenário político, decidiu apoiar Pivetta.

“Foi difícil decidir esse apoio, porque a gente tinha o PL, o candidato do partido, mas não dava para caminhar com ele”, declarou Moretti.

A posição adotada pela prefeita provocou desgaste em sua relação com setores da direção estadual do PL durante a campanha. Em setembro, Moretti chegou a admitir a possibilidade de deixar a legenda e afirmou ter recebido convites de outros partidos, entre eles o Republicanos, de Pivetta.

A mudança de posicionamento também ocorreu depois de meses de tensão política entre Moretti e integrantes do PL. Antes do período eleitoral, a prefeita havia afirmado que acompanharia a orientação partidária e manifestado apoio a Wellington, mas posteriormente passou a atuar publicamente pela candidatura de Pivetta.

A aposta de Moretti terminou com a reeleição de Pivetta. O governador conquistou 848.298 votos, 61,14% dos votos válidos, e garantiu mais quatro anos no comando do Estado ainda no primeiro turno.

Wellington Fagundes terminou em segundo lugar, com 430.442 votos, equivalentes a 23,19%, diferença de 154.832 votos para Pivetta.

O resultado também marcou uma derrota eleitoral para o candidato do PL, que havia apostado na disputa pelo Palácio Paiaguás enquanto mantinha o mandato de senador até 2031.

Para Moretti, a vitória de Pivetta representa também a confirmação da escolha política feita durante a campanha, mesmo diante do conflito com a direção do partido ao qual ainda pertence.



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