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93 anos do voto feminino: Um legado de força e transformação

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Hoje, no dia 24 de fevereiro de 1932, as mulheres brasileiras conquistaram o direito ao voto, um marco fundamental que me permite exercer meu papel como vereadora de Várzea Grande. Essa conquista histórica não apenas enche meu coração de orgulho, mas também reforça a importância da representatividade feminina na política, trazendo consigo uma grande responsabilidade.

Ser mulher e dar voz às mulheres na Câmara Municipal, ainda que sejamos uma minoria, é um desafio que encaro diariamente com determinação e coragem. Meu papel como vereadora é fruto de muita luta, trabalho e dedicação de todas as mulheres que vieram antes de mim e abriram caminhos para que pudéssemos estar onde estamos hoje.

Neste contexto, parabenizo minhas colegas reeleitas, a vereadora Rosy Prado e a vereadora Gisa Barros, que também fazem parte da Comissão Permanente de Defesa e Direitos das Mulheres. Juntas, estamos comprometidas em promover e proteger os direitos das mulheres, buscando sempre a igualdade e o respeito. É fundamental que continuemos a lutar por políticas públicas que beneficiem as mulheres e garantam um espaço seguro e igualitário para todas.

Este dia é também um momento de reflexão sobre o caminho que ainda precisamos percorrer. Embora tenhamos avançado bastante desde a conquista do voto, ainda há muito a ser feito para que todas as mulheres tenham suas vozes ouvidas e seus direitos respeitados.

Em nome dessas representantes, celebro todas as mulheres por essa conquista histórica. Que juntas possamos continuar a transformar Várzea Grande em um lugar ainda mais acolhedor e igualitário, onde as futuras gerações possam usufruir dos direitos que conquistamos com tanto esforço.

Por vereadora por Várzea Grande, Lucélia Oliveira 



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Eu acredito que Cuiabá pode ser muito maior do que é hoje

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Por que Mato Grosso cresce tanto e Cuiabá nem sempre consegue transformar esse crescimento em mais empregos, oportunidades e qualidade de vida para quem vive aqui? Foi uma pergunta que me acompanhou durante todo o período eleitoral e que continua comigo agora que as urnas já falaram.

Faço essa pergunta como empresário, mas principalmente como cuiabano de coração. Não dá para negar o que Mato Grosso vem fazendo: o Estado cresceu, atraiu investimentos, ampliou sua produção e ganhou importância no Brasil. Isso é motivo de orgulho para todos nós.

Ainda assim, tenho a sensação de que Cuiabá pode aproveitar muito mais esse momento. Nossa capital tem uma posição privilegiada: é centro de comércio, serviços, saúde, educação, turismo e negócios. Temos gente preparada, empresas, universidades e uma localização estratégica, no centro do Brasil e da América do Sul.

Então, por que não crescemos na mesma velocidade?

Levei essa questão aos encontros do Diálogo com os Candidatos, promovidos pela CDL Cuiabá em parceria com Abrasel-MT, Sindipetróleo-MT, Sincodiv-MT e Fenabrave-MT com candidatos que concorreram ao governo e senado por nosso estado. Conversamos sobre infraestrutura, mobilidade, emprego, desenvolvimento e competitividade. E algo me chamou atenção: os três principais candidatos que participaram dos encontros assumiram compromisso com essa pauta.

Agora, passada a eleição, começa a etapa que realmente importa. Campanha é tempo de promessa; governo é tempo de entrega. Compromisso assumido precisa virar ação, e cabe à sociedade e ao setor produtivo acompanhar de perto.

Quem foi escolhido para comandar o Governo de Mato Grosso terá um papel decisivo nisso. Não para assumir o que é responsabilidade da Prefeitura, mas para entender que o desenvolvimento do Estado só é completo quando também fortalece a sua capital.

Eu acredito que nossa cidade pode mais. Pode atrair empresas e indústrias, gerar empregos, melhorar a infraestrutura, valorizar o patrimônio e abrir oportunidades para quem nasceu aqui e para quem escolheu Cuiabá para viver.

Cuiabá não precisa disputar espaço com o interior. Precisamos crescer juntos, cada região com a sua vocação, todas puxando na mesma direção.

Encerrado o período eleitoral, o debate não termina: ele muda de lugar. Sai dos palanques e vai para onde as coisas acontecem, nas obras, nos projetos, nos investimentos e nas decisões. É nesse terreno que vamos continuar presentes, cobrando, propondo e construindo.

Porque Cuiabá não pode ser apenas a capital de um Estado que cresce. Precisa ser um dos motores desse crescimento.

Foi aqui que escolhi empreender, construir minha família e minha história. Por isso, não me conformo em ver a cidade podendo mais e, muitas vezes, ficando para trás. A eleição passou, mas a tarefa de fazer Cuiabá avançar continua, e ela é de cada um de nós.

Eu acredito que Cuiabá pode ser muito maior do que é hoje. E chegou a hora de provar isso.

*Júnior Macagnam é empresário do setor da moda há mais de 20 anos e presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá).

 



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