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MPMT promove Blitz Ergonômica Postural durante campanha Abril Verde

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Em alusão ao Dia Internacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho, celebrado em 28 de abril, o Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) – Vida Plena realizará uma Blitz Ergonômica Postural. A iniciativa tem caráter preventivo e educativo e é voltada aos integrantes da instituição de todo o estado.A atividade ocorrerá de forma prática e orientativa, podendo ser realizada presencialmente (com atendimentos nos postos de trabalho) ou de maneira remota, conforme a necessidade dos participantes. Os interessados devem se inscrever por meio do preenchimento do formulário aqui.A ação tem como objetivo orientar, sensibilizar e promover melhorias no ambiente laboral, a partir da avaliação postural, análise das condições ergonômicas, adequação de mobiliários e orientações individualizadas. A proposta é contribuir para a prevenção de lesões por esforços repetitivos (LER/Dort), reduzir dores musculoesqueléticas, afastamentos do trabalho e promover mais qualidade de vida e bem-estar no ambiente institucional.A Blitz Ergonômica está alinhada às diretrizes da Norma Regulamentadora nº 17 (NR-17), que trata da ergonomia no trabalho, com foco no conforto, na segurança e no desempenho eficiente das atividades laborais.A iniciativa integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Núcleo Vida Plena no âmbito da Campanha Abril Verde, de alcance nacional, voltada à conscientização sobre a importância da saúde e da segurança no trabalho. Entre as ações promovidas pelo MPMT durante a campanha estão a realização do Curso de Noções Básicas de Suporte Básico de Vida, a publicação da cartilha “Abril Verde – A segurança começa por cada um de nós”, com orientações práticas para um ambiente de trabalho mais seguro, saudável e produtivo, além da divulgação de mensagens educativas e motivacionais alusivas ao tema.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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