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Hospital Estadual Santa Casa realiza mutirão de cirurgias neste sábado (15)

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O Hospital Estadual Santa Casa, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) em Cuiabá, vai realizar mais um mutirão de cirurgias. A iniciativa acontecerá no sábado (15.2) e a previsão é de que sejam feitos 15 procedimentos eletivos em pacientes regulados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante o mutirão serão realizados os procedimentos de adenoidectomia e amigdalectomia com adenoidectomia em crianças e adultos.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destacou a atuação da unidade, que trabalha em mutirões para diminuir o número de pacientes à espera de cirurgias.

“O Hospital Estadual Santa Casa realiza mutirões para diminuir a fila de espera de pacientes que precisam realizar procedimentos cirúrgicos de menor complexidade. O mutirão é uma solução eficiente para promover o atendimento célere a esses pacientes e dar mais qualidade de vida a eles”, destacou o gestor.

O diretor do hospital, Rodrigo Guimarães, ainda ressaltou a importância dos pacientes manterem o cadastro atualizado no banco do Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, a unidade possui cinco salas cirúrgicas que auxiliam no suporte aos mutirões.

“Estamos priorizando o atendimento a esses pacientes e temos uma equipe de excelência, preparada para realizar essas cirurgias. Contudo, é de extrema importância que os pacientes mantenham o cadastro no SUS atualizado para que, quando contemplados com a cirurgia, a gente possa entrar em contato sem dificuldades” acrescentou.

Fonte: Governo MT – MT



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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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