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Corpo de Bombeiros socorre três vítimas de acidentes de trânsito em Alta Floresta

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu três vítimas de acidentes de trânsito, na noite desta segunda-feira (19.10), em Alta Floresta (a 791 km de Cuiabá).

A primeira ocorrência foi registrada por volta das 18h52, na Avenida Ludovico da Riva Neto, na região central do município. A equipe da 7ª Companhia Independente Bombeiro Militar (7ª CIBM) foi acionada e, ao chegar ao local, constatou que um carro havia colidido contra um poste de energia elétrica. O condutor, um homem de 45 anos, estava fora do veículo, a aproximadamente 10 metros do ponto da colisão, com um ferimento na cabeça e em crise convulsiva.

A equipe realizou os procedimentos de atendimento pré-hospitalar (APH) e encaminhou a vítima para o Hospital Municipal. Não há informações sobre o estado de saúde do condutor nem sobre as circunstâncias do acidente.

Já por volta das 20h20, a equipe se deslocou até a Avenida Brasil, no bairro Jardim Primavera, para socorrer uma mulher de 39 anos que ficou ferida após cair de uma motocicleta. Durante o atendimento, a vítima relatou que um cachorro atravessou repentinamente a sua frente, fazendo com que perdesse o controle da motocicleta.

A mulher sofreu escoriações nos braços e na perna, recebeu os primeiros socorros no local e foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Pouco depois, por volta das 20h50, a equipe da 7ª CIBM recebeu um novo chamado via 193 para atender a um acidente envolvendo um automóvel e uma bicicleta, na Avenida Deputado Rogério Silva. No local, os bombeiros encontraram o ciclista, um homem de 44 anos, consciente e orientado, com escoriações no rosto e lesões na região do queixo e próximo ao olho. A vítima recebeu atendimento pré-hospitalar e também foi encaminhada para a UPA.

Fonte: Governo MT – MT



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Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT



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