Mato Grosso
Corpo de Bombeiros localiza corpo de jovem que se afogou no Rio Branco
Mato Grosso
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na noite de desta terça-feira (17.2), o corpo de um jovem de 21 anos, vítima de afogamento no Rio Branco, no município de Ipiranga do Norte (a 439 km de Cuiabá).
A equipe do 5º Batalhão de Bombeiros Militar (5º BBM) foi acionada por volta das 17h30, pela Polícia Militar, para atender a ocorrência.
Conforme as informações repassadas, o jovem estava acompanhado de dois amigos quando entrou no rio e submergiu. Os colegas ainda tentaram resgatá-lo, mas não obtiveram êxito.
No local, os bombeiros realizaram a avaliação de risco, considerando as condições da correnteza, profundidade e visibilidade da água, além da segurança da equipe. Após a análise do cenário, foram iniciadas as buscas subaquáticas.
Foram realizados dois mergulhos, atingindo cerca de seis metros de profundidade. No segundo mergulho, o corpo da vítima foi localizado submerso, a aproximadamente 20 metros do ponto indicado como provável local do afogamento.
Após o resgate, o corpo foi entregue à Polícia Civil e à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para os procedimentos legais cabíveis. A Polícia Militar permaneceu no local prestando apoio durante toda a ocorrência.
Orientações
O CBMMT reforça a orientação para que banhistas evitem entrar em rios e locais desconhecidos, atentem-se à profundidade e à força da correnteza e nunca nadem sozinhos, especialmente em áreas sem a presença de guarda-vidas.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado
O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT
Fonte: Ministério Público MT – MT
-
Polícia1 dia atrásOPERAÇÃO DO GAECO: 15 vereadores de Cuiabá e Várzea Grande são investigados por suspeita de corrupção e compra de votos
-
Cidades6 dias atrásGoverno apresenta balanço de metas e investimentos na Assembleia Legislativa
-
Cidades6 dias atrásAção da Prefeitura libera calçadas e recebe aprovação de moradores em Cuiabá
-
Opinião4 dias atrásEu acredito que Cuiabá pode ser muito maior do que é hoje
-
Polícia5 dias atrásPivetta estuda extinguir secretarias e reorganizar estrutura do Governo de MT
-
Economia5 dias atrásAnac estabelece regras mais restritivas para aviação em Congonhas (SP)
-
Mato Grosso5 dias atrásWebinar reunirá especialistas para debater IA e segurança jurídica
-
Cidades7 dias atrásFestival de Orquídeas e Rosas do Deserto começa nesta quinta

