Mato Grosso
Bombeiros militares socorrem vítimas de acidente que ocorreu em avenida
Mato Grosso
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na tarde deste domingo (18.1) para atender uma ocorrência de acidente de trânsito que ocorreu na Avenida André Maggi, em Sinop (480 km de Cuiabá).
A equipe do 4º Batalhão Bombeiro Militar (4º BBM) foi acionada por volta das 18h30 e prontamente se deslocou até o local. Ao chegar, foi constatado que um motociclista havia atingido um casal de pedestres.
O condutor da motocicleta ficou ferido e estava caído ao chão, apresentando agitação e com uma lesão na região da cabeça. A vítima foi atendida pela equipe do 4º BBM que realizou a imobilização com colar cervical e prancha rígida.
Um dos pedestres atingidos era um homem que sofreu fratura e lacerações na perna, sendo realizados os procedimentos de imobilização e curativos nas lesões. A outra pedestre, esposa da vítima, sofreu apenas escoriações leves.
Após os atendimentos iniciais, o motociclista e o pedestre foram encaminhados ao Hospital Regional de Sinop, e a mulher foi conduzida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica.
A ocorrência contou com o empenho de duas Unidades de Resgate (UR), além do apoio da Auto Bomba Tanque e Salvamento (ABTS) do CBMMT. Também houve apoio da Polícia Militar, que ficou responsável pelo controle do tráfego e demais providências no local.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado
O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT
Fonte: Ministério Público MT – MT
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