SISTEMA DE ABASTECIMENTO

Boletim de Abastecimento em Várzea Grande – 26 e 27 de janeiro

Segundo o DAE, a Prefeitura está trabalhando para garantir o abastecimento. Para tanto, vem realizando as manutenções necessárias

Publicado em

Mato Grosso

SECOM/VG

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) informa o cronograma de abastecimento para hoje, 27 de janeiro.

Foi reforçado pelo DAE/VG que a ETA Cristo Rei (Sistema III) segue em manutenção, com expectativa de normalização do abastecimento nos próximos dias. É solicitado à população que continue economizando água, evite desperdícios e utilize os canais oficiais do município para registrar solicitações ou comunicar problemas.

Segundo o DAE, a Prefeitura está trabalhando para garantir o abastecimento. Para tanto, vem realizando as manutenções necessárias.

Acesse o site (http://www.daevg.com.br) para atendimento pelo chat/WhatsApp ou compareça presencialmente na unidade em frente ao Terminal André Maggi.

Agenda do abastecimento para hoje, 27 de janeiro – Segunda-feira:
Sistema I e V – Segunda
Manhã:
– Água Vermelha
– Paula I (2ª Etapa)
– Paula I
– Marajoara I
– Portal da Amazônia
– Jardim Glória I
– Costa Verde
– Santa Maria
– São Gonçalo
– Ataíde Monteiro
– Paulo Leite
– Elias Domingos
– Novo Horizonte (próximo à Alzira Santana)
Tarde:
– Água Vermelha
– Nova Fronteira
– Morada do Sol
– Paula I (2ª Etapa)
Noite:
– Vila São João
– Paula II (próximo à Rua Mascarenhas)

Sistema II e IV
Manhã:
– Paiaguás (parte alta)
– Mapim (parte baixa)
– Tarumã
– Terra Nova
– Vila Nova
– Alice Monteiro
Tarde:
– Marajoara
– Imperial
– Asa Bela
– Asa Branca
– São Simão (parte baixa)
Noite:
– Terra Nova
– Imperial
– Itororó
– Eldorado
– São Simão (parte alta)
Sistema III
Abastecimento das 8h às 18h.
– Chapada Verde
– Chapada dos Guimarães
– Chapada dos Buritis
– COHAB Cristo Rei
– Alto da Bela Vista
– Alto da Boa Vista
– Dom Diego
– Engordador
– Manga
– Santa Bárbara
– Construmat
– Alameda

Por Marianna Ferreira Peres/Secom/VG

 

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Mato Grosso

Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT



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