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Maiores torcidas do Brasil: Flamengo na liderança e Palmeiras se aproximando do São Paulo, mostra pesquisa

Os números do quinteto são semelhantes aos do levantamento feito pelo mesmo instituto divulgado no ano passado

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Foto: Alexandre Loureiro

Flamengo e Corinthians continuam no topo – e com larga vantagem – no ranking das maiores torcidas do país. São Paulo, Palmeiras e Vasco, nesta ordem, fecham o quinteto de times com maior número de torcedores, com os palmeiras reduzindo a desvantagem para os são-paulinos. É o que mostra a última pesquisa AtlasIntel feita em parceria com o Estadão.

Os números do quinteto são semelhantes aos do levantamento feito pelo mesmo instituto divulgado pelo ge em abril do ano passado. Houve variação para baixo de Flamengo (de 21,9% para 20,1%), São Paulo (9,9% para 7,6%) e Palmeiras (7,7% a 7%) e para cima de Corinthians (14,2% para 14,5%) e Vasco (6,2% a 6,6%).

Na edição deste ano da pesquisa, foram 7.374 respostas pela internet entre 1 e 5 de agosto, em respostas captadas em 1.341 municípios em todo o país – leia sobre a metodologia da pesquisa mais abaixo. A margem de erro é de 1% na consulta da empresa especializada em pesquisas políticas.

Top 15 com três do Nordeste

A pesquisa mostrou as quinze maiores torcidas do país com pequena diferença percentual entre o 10º melhor ranqueado e o 13º – Botafogo e Internacional têm 2,9%, Bahia e Fluminense, 2,8%. Antes, na sexta, sétima e oitava posição estão os mesmos da última pesquisa AtlasIntel: Cruzeiro (variou de 6,1% para 5,4%), Grêmio (mantendo 4,6%) e Atlético-MG (4,3% a 4%).

Citado em 9º lugar na pesquisa passada, o Bahia aparece na 12ª posição, com a maior torcida do Nordeste. O top 15 ainda tem na região o Sport-PE (1,8%) e Fortaleza (1,7%). Na 16ª posição, com 0,1% menos nos cálculos dos estatísticos do AtlasIntel, está o Ceará, rival do Leão cearense.

A metodologia

A pesquisa Atlas colhe as informações organicamente durante navegação de rotina na internet – em smartphones, tablets, laptops ou computadores. O método – conhecido como RDR (Recrutamento Digital Randômico) – foi desenvolvido pelo AtlasIntel para calibrar as chamadas “amostras robustas”, para assegurar retratos representativos da população alvo – ou seja, a calibragem buscava atingir principalmente pessoas interessadas em futebol que navegavam na internet.

De acordo com o instituto de pesquisa, este método tem duas vantagens: contempla diversas fontes de vieses e lida com a possível super ou sub-representação de grupos demográficos.

A outra é que evita possível impacto psicológico da resposta ao pesquisador nas ruas ou em residências. O AtlasIntel acredita que a pessoa consultada pode responder em condições completamente anônimas e sem receio de causar impressão negativa para o entrevistador ou para pessoas que possam estar ouvindo as respostas.

Além da metodologia, a maior diferença da pesquisa pela internet é o número de municípios consultados. A pesquisa Ipec de 2022 foi a 128. A mais recente da Quaest e da rádio Itatiaia (MG) teve 325 cidades. A do AtlasIntel recebeu respostas de 1.341 municípios brasileiros – no ano passado já tinha consultado 640.

Perfil dos entrevistados (em %)

Para garantir a representatividade em nível nacional, as amostras da Atlas são pós-estratificadas usando um algoritmo interativo em um conjunto mínimo de variáveis de destino: sexo, faixa etária, nível educacional, nível de renda, região e comportamento eleitoral anterior. As amostras resultantes do processo de pós-estratificação se assemelham ao perfil da população adulta do Brasil, inclusive daqueles que possuem acesso mais limitado à tecnologia.

 

 

Fonte: GE – https://ge.globo.com/futebol/noticia/2024/08/21/maiores-torcidas-do-brasil-pesquisa-mostra-flamengo-na-ponta-e-palmeiras-mais-perto-do-sao-paulo.ghtml

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Rayan salva Brasil no fim e Seleção empata com a Austrália em estreia após a Copa

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Em sua primeira partida depois da eliminação na Copa do Mundo de 2026, o Brasil não convenceu, mas escapou da derrota. A Seleção empatou em 1 a 1 com a Austrália nesta sexta-feira, no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville, e só conseguiu evitar o tropeço no último lance da partida, quando Rayan cabeceou para deixar tudo igual. Irankunda, de falta, havia colocado os donos da casa na frente.

O técnico Carlo Ancelotti aproveitou o amistoso para testar e deu chances de estreia a Vitor Reis, Matheuzinho, Mauro Júnior e Jair. As mudanças, porém, não renderam o efeito esperado: a equipe apresentou um futebol pobre e ainda sofreu com as más condições do gramado.

O jogo

O primeiro susto, aliás, veio dos australianos. Aos seis minutos, Irankunda arriscou de longe e obrigou Hugo Souza a fazer boa defesa. O Brasil, atrapalhado pelo campo irregular de Townsville, demorou a se encontrar e só chegou com perigo aos 25 minutos, em chute de Estêvão para fora. Aos 37, Vinicius Júnior disparou em contra-ataque e serviu Raphinha, que finalizou por cima, com desvio. Estêvão ainda comemorou um gol aos 45 minutos, mas o tento foi anulado após revisão do VAR, por falta de Bruno Guimarães na origem da jogada.

O segundo tempo começou no mesmo ritmo lento. Sem conseguir criar, o time brasileiro só voltou a assustar aos 17 minutos, quando Vini Jr. lançou Raphinha, que invadiu a área e chutou cruzado, com muito perigo.

A Austrália soube capitalizar a fraca atuação brasileira. Aos 22 minutos, Irankunda cobrou falta com força, no alto, sem chances de defesa para Hugo Souza, e abriu o placar.

A Seleção partiu para o tudo ou nada na reta final e foi premiada no último lance. Raphinha cobrou escanteio com precisão para Rayan, que cabeceou firme. A bola desviou no goleiro Beach, tocou o travessão e entrou, garantindo o empate.

O Brasil volta a campo na terça-feira, 29, para o segundo amistoso contra a Austrália, às 7h (de Brasília), no Suncorp Stadium, em Brisbane.

ARBITRAGEM
Árbitro Ryo Tanimoto (JAP)
Assistentes Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP)
VAR Yusuke Araki (JAP)
GOLS
Irankunda Aos 22 minutos do 2º tempo (Austrália)
Rayan Aos 49 minutos do 2º tempo (Brasil)
ESCALAÇÕES
Austrália Beach; Italiano (Geria), Circati, Souttar, Herrington e Behich; Irvine (Yazbek) e Okon-Engstler (O’Neill); Metcalfe (Younis), Irankunda (McGree) e Yengi. Técnico: Tony Popovic
Brasil Hugo Souza; Matheuzinho, Marquinhos, Vitor Reis (Jair) e Douglas Santos (Mauro Júnior); Danilo e Bruno Guimarães (Douglas Luiz); Raphinha, Estêvão (Rayan), Vini Jr. (Samuel Lino) e Endrick (Pedro). Técnico: Carlo Ancelotti

Fonte: Esportes



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