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Fifa reconhece o Palmeiras como primeiro Campeão Mundial de Clubes
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A Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2023™ tem um campeão inédito! No histórico dia 22 de dezembro, o Manchester City venceu o Fluminense por 4 a 0 e conquistou o título que ainda não tinha, coroando um ano inesquecível e vitorioso pelo tempo que pratica um futebol tão inovador.
Dois gols de Julián Álvarez (um deles no primeiro minuto de jogo, o mais rápido da história da competição), um contra de Nino e um de Phil Foden sacramentaram a vitória inglesa.
O embate entre os conceitos táticos de Pep Guardiola e Fernando Diniz foi uma exibição de futebol valente e bonito dos dois lados, com marcações altas no campo de adversário e saídas de jogo ousadas – muitas lanças de toque de bola e drible a partir da pequena área . Dentre os 22 jogadores, a “regra” parecia não dar chutão.
Mas o troféu agora pertence ao Manchester City, campeão da Copa do Mundo de Clubes da FIFA pela primeira vez na história. Na quinta final disputada entre clubes do Brasil e da Inglaterra, os ingleses finalmente “viraram” o histórico gerale, agora, têm três títulos conquistados contra os tempos brasileiros (que venceram os ingleses duas vezes).
Pep Guardiola venceu o torneio pela quarta vez na carreira como treinador: duas vezes pelo Barcelona (2009 e 2011), uma pelo Bayern de Munique (2013) e, agora, com o Manchester City. Portanto, o espanhol acaba de se tornar o técnico com mais títulos da competição, superando Carlo Ancelotti (antes, eles estavam empatados com três cada).

Apesar da bravura do clube brasileiro, o City se beneficiou do fato de ter encontrado o gol muito rápido. O relógio ainda não havia contado um minuto inteiro quando Aké roubou a bola na entrada da área e arriscou a rampa colocada. A tentativa bateu na trave, mas o rebote chegou limpo para Julián Álvarez, que usou o peito para finalizar e marcar.
A maior parte das vezes o planeta poderia ter se desestabilizado totalmente após sofrer um gol relâmpago contra o Manchester City, mas não este Fluminense. Aliás, a equipe tricolor só precisou de cerca de cinco minutos para recompor seu estilo de jogo, apertando bem o adversário inglês e trocando passes de forma inspiradora.
A marcação alta (quase) deu resultado aos 15 do primeiro tempo. Neste momento, Germán Cano pressionou Ederson e forçou o erro do goleiro brasileiro na saída de jogo, fazendo com que ele entregasse uma bola de presente para Martinelli; então, a camisa 8 rolou para Ganso, que tocou de letra com muita categoria para Cano. Louco para marcar, o artilheiro argentino saiu na cara de Ederson e foi derrubado pelo goleiro brasileiro.
Teria sido penalizado (já apitado pelo julgado de campo) se a tecnologia não tivesse sido assinalada ou impedimento de Cano no momento em que recebeu o passe de Ganso. Uma jogada que não terminou em gol, mas mostrou que os interesses do futebol do Fluminense encontraram iguais mesmo diante de um rival tão temido no mundo todo.
No entanto, o City evitou que o Tricolor empatasse e, de quebra, logo chegou ao segundo gol. Aos 27 do primeiro tempo, após o lançamento de Rodri, Phil Foden tentou cruzar rasteiro, mas o zagueiro Nino desviou e acidentalmente colocou a bola na própria rede.
As duas equipes exigiram grandes defesas dos goleiros. Ederson, finalista ao prêmio The Best FIFA de Melhor Goleiro de 2023, impediu um gol do Fluminense no bom cabeceio de Arias. Do outro lado, Fábio barrou diversas experiências do clube inglês.
Mas nem sempre foi possível impedir o ataque do City. No segundo tempo, o time de Manchester fechou o placar com jogo trabalhado entre Kovacic, Julián Álvarez e Phil Foden, que recebeu na primeira área e já chegou chutando para o gol.
O número
Pela primeira vez, os clubes ingleses estão à frente dos brasileiros no retrospecto geral das finais disputadas entre os dois países na Copa do Mundo de Clubes da FIFA: agora são três vitórias da Inglaterra (Liverpool 2019, Chelsea 2021 e Manchester City 2023) e duas do Brasil (São Paulo 2005 e Corinthians 2012).
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Rayan salva Brasil no fim e Seleção empata com a Austrália em estreia após a Copa
Em sua primeira partida depois da eliminação na Copa do Mundo de 2026, o Brasil não convenceu, mas escapou da derrota. A Seleção empatou em 1 a 1 com a Austrália nesta sexta-feira, no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville, e só conseguiu evitar o tropeço no último lance da partida, quando Rayan cabeceou para deixar tudo igual. Irankunda, de falta, havia colocado os donos da casa na frente.
O técnico Carlo Ancelotti aproveitou o amistoso para testar e deu chances de estreia a Vitor Reis, Matheuzinho, Mauro Júnior e Jair. As mudanças, porém, não renderam o efeito esperado: a equipe apresentou um futebol pobre e ainda sofreu com as más condições do gramado.
O jogo
O primeiro susto, aliás, veio dos australianos. Aos seis minutos, Irankunda arriscou de longe e obrigou Hugo Souza a fazer boa defesa. O Brasil, atrapalhado pelo campo irregular de Townsville, demorou a se encontrar e só chegou com perigo aos 25 minutos, em chute de Estêvão para fora. Aos 37, Vinicius Júnior disparou em contra-ataque e serviu Raphinha, que finalizou por cima, com desvio. Estêvão ainda comemorou um gol aos 45 minutos, mas o tento foi anulado após revisão do VAR, por falta de Bruno Guimarães na origem da jogada.
O segundo tempo começou no mesmo ritmo lento. Sem conseguir criar, o time brasileiro só voltou a assustar aos 17 minutos, quando Vini Jr. lançou Raphinha, que invadiu a área e chutou cruzado, com muito perigo.
A Austrália soube capitalizar a fraca atuação brasileira. Aos 22 minutos, Irankunda cobrou falta com força, no alto, sem chances de defesa para Hugo Souza, e abriu o placar.
A Seleção partiu para o tudo ou nada na reta final e foi premiada no último lance. Raphinha cobrou escanteio com precisão para Rayan, que cabeceou firme. A bola desviou no goleiro Beach, tocou o travessão e entrou, garantindo o empate.
O Brasil volta a campo na terça-feira, 29, para o segundo amistoso contra a Austrália, às 7h (de Brasília), no Suncorp Stadium, em Brisbane.
| Austrália 1 x 1 Brasil | |
|---|---|
| Competição | Amistoso |
| Local | Queensland Country Bank Stadium, em Townsville (Austrália) |
| Data | 25 de setembro de 2026 (sexta-feira) |
| Horário | 7h (de Brasília) |
| Placar | Austrália 1 x 1 Brasil |
| Cartões amarelos | Irvine (Austrália) |
| Cartões vermelhos | Nenhum |
| ARBITRAGEM | |
|---|---|
| Árbitro | Ryo Tanimoto (JAP) |
| Assistentes | Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP) |
| VAR | Yusuke Araki (JAP) |
| GOLS | |
|---|---|
| Irankunda | Aos 22 minutos do 2º tempo (Austrália) |
| Rayan | Aos 49 minutos do 2º tempo (Brasil) |
| ESCALAÇÕES | |
|---|---|
| Austrália | Beach; Italiano (Geria), Circati, Souttar, Herrington e Behich; Irvine (Yazbek) e Okon-Engstler (O’Neill); Metcalfe (Younis), Irankunda (McGree) e Yengi. Técnico: Tony Popovic |
| Brasil | Hugo Souza; Matheuzinho, Marquinhos, Vitor Reis (Jair) e Douglas Santos (Mauro Júnior); Danilo e Bruno Guimarães (Douglas Luiz); Raphinha, Estêvão (Rayan), Vini Jr. (Samuel Lino) e Endrick (Pedro). Técnico: Carlo Ancelotti |
Fonte: Esportes
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