NOTA MT

Sorteio vai distribuir prêmios de até R$ 100 mil nesta quinta-feira (10)

Mais de 430 mil usuários inscritos no Programa Nota MT vão concorrer às premiações

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Economia

SECOM/MT

O sorteio mensal do Programa Nota MT, referente ao mês de julho, será realizado nesta quinta-feira (10.08), às 09h, no Palácio Paiaguás, e vai distribuir 1.010 prêmios. Dentre eles, estão duas premiações de R$ 100 mil. Todos os consumidores cadastrados no Nota MT que colocaram o CPF nas compras feitas entre os dias 1º e 31 do mês passado estarão concorrendo.

Além dos prêmios de R$ 100 mil, serão sorteados três de R$ 50 mil, cinco de R$ 10 mil e mil prêmios de R$ 500.

Os contemplados serão divulgados, ao vivo, nas redes sociais da Secretaria de Fazenda (Sefaz) e do Governo de Mato Grosso. Os interessados podem acompanhar também pelo canal da Sefaz no Youtube.

O resultado poderá ser consultado no site e aplicativo do Nota MT, logo após o encerramento do sorteio.

Para este sorteio foram gerados 3.071.434 bilhetes eletrônicos, originados dos documentos fiscais emitidos com o CPF do consumidor, como os bilhetes eletrônicos de passagens intermunicipais e interestaduais (BP-e) e as notas fiscais eletrônicas (NF-e) e de consumidor eletrônica (NFC-e). Ao todo, 437.676 pessoas concorrem às premiações.

Em relação aos bilhetes emitidos, houve um incremento de 37% em comparação ao sorteio realizado no mesmo período de 2022. Já a quantidade de usuários participantes é 25,08% maior do que o registrado no ano passado, no mensal julho 2022.

O Programa Nota MT já premiou mais de 42 mil consumidores que, juntos, receberam R$ 26.622.000,00. Também já foram beneficiadas 229 instituições filantrópicas com 20% dos prêmios sorteados. O montante já repassado para elas é de R$ 6.194.400,00.

Além das premiações, quem participa do Nota MT tem outros benefícios como desconto no IPVA e o acesso fácil às informações das compras realizadas no CPF do usuário cadastrado. O Programa oferece, ainda, a funcionalidade do Menor Preço que permite consultas de produtos e mercadorias e indica os melhores preços praticados no comércio.

SECOM/MT

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INPC tem variação negativa em agosto e soma 3,98% em 12 meses

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A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para a correção anual de salários, fechou agosto em -0,32%. No acumulado de 12 meses, o indicador marca 3,98%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Agosto teve a inflação mais baixa desde setembro de 2022 (também -0,32%).

Em julho passado, o INPC também tinha apresentado deflação (-0,01%), isto é, inflação negativa. Em agosto de 2025, o indicador ficou em -0,21%.

Em agosto, o grupo de produtos e serviços que mais puxou o índice para baixo foi o chamado habitação (-2,17% e impacto de -0,38 ponto percentual). A explicação está no Bônus de Itaipu, desconto na conta de luz que os consumidores receberam no mês passado.

Correção de salários

O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado como referência de cálculo para reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.

O salário mínimo, por exemplo, leva o dado de novembro no seu cálculo. O seguro-desemprego, o teto do INSS e o benefício de quem recebe acima do salário mínimo são reajustados com base no resultado do INPC acumulado até dezembro.

INPC x IPCA

O IBGE divulgou também nesta sexta-feira o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, que teve a menor taxa em quatro anos (-0,32%). 

Uma diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de um até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de um até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.621. 

No INPC, são apurados preços de 367 produtos e serviços (os chamados subitens), dez a menos que no IPCA.

O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam cerca de 25% do índice, mais que no IPCA (aproximadamente 21%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Em perspectiva inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.

De acordo com o IBGE, a apuração do INPC “tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, através da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”. 



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