"Potencial"

Rondonópolis, Cáceres, Cuiabá e Barra do Garças recebem ‘Prepara Varejo’ do Senac-MT

O programa de capacitação, promovido pelo Sistema Fecomércio-MT, visa qualificar empresários e trabalhadores do comércio para as vendas de fim de ano

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Economia

Foto: Assessoria de Imprensa/Senac-MT
A partir desta segunda-feira (28), o Sistema Fecomércio-MT, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial em Mato Grosso (Senac-MT), inicia o segundo ciclo de palestras do ‘Prepara Varejo’ – maior programa gratuito de capacitação para trabalhadores e empresários do comércio varejista do estado, promovido às vésperas das principais datas comemorativas de fim de ano com objetivo de impulsionar as vendas.

O programa alia a abertura de 143 cursos, que totalizam a oferta de 15 mil vagas gratuitas, distribuídas em 124 municípios mato-grossenses, com a realização de palestras em cidades-polo com profissionais que são referências nacionais em vendas, gestão e desenvolvimento de negócios. Dino Gueno, Diego Hurtado, Aly Baddauhy, Márcia Mariano, João Laurentino, Marco Simioni e Cléria Del Barco se revezarão no palco em Rondonópolis (nos dias 28 e 29/11), Cáceres (29/11), Cuiabá (29/11 e 1º/12) e Barra do Garças (7/12).
Citando levantamentos do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio-MT (IPF-MT) e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o presidente do Sistema Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, destaca a relevância do programa em um momento crucial de retomada da economia.
“A expectativa para o período dos jogos da Copa no estado é de injetar R$ 300 milhões na economia nos mais diversos segmentos do comércio e serviços. O Natal vai levar milhões de brasileiros ao consumo e movimentar R$ 57,48 bilhões, em todo país. Por meio do Senac-MT, estamos investindo na capacitação dos profissionais que já atuam no setor e em mão de obra para fomentar toda a cadeia produtiva, responsável pela maior arrecadação estadual de impostos e uma das maiores geradoras de emprego”, elenca Wenceslau Júnior.
Empresário do ramo de telecomunicações e presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Rondonópolis (Sincomroo-MT), Geovane dos Reis Sales, demonstra expectativas positivas com a chegada das palestras do ‘Prepara Varejo’ na região sudeste de Mato Grosso.
“O município de Rondonópolis possui um comércio varejista que tem grande participação na economia municipal e regional, portanto, empresários e comerciários ficarão felizes em receber um projeto dessa magnitude. Esperamos ampla participação da comunidade nas palestras, que serão conduzidas por profissionais que são referências nacionais em treinamentos empresariais”, celebrou Sales.
O diretor de Educação Profissional do Senac-MT, Edson Dahmer, lembra que “Rondonópolis, Cáceres, Cuiabá e Barra do Garças, além de outras cidades, estão com inscrições abertas para cursos gratuitos destinados ao atendimento das necessidades do comércio em cada localidade. As pessoas interessadas podem obter outras informações pelo site www.mt.senac.br ou pela Central de Relacionamento do Senac-MT, no WhatsApp 65 9 9917-6023”.
O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.
Serviço*
‘Prepara Varejo’ em Rondonópolis
• 28/11, a partir das 19h, no teatro do Sesc-MT
Palestras com Dino Gueno e Diego Hurtado
• 29/11, a partir das 19h, no teatro do Sesc-MT
Palestras com Aly Baddauhy e Márcia Mariano
‘Prepara Varejo’ em Cuiabá
• 29/11, a partir das 19h, no auditório da Fecomércio-MT
Palestras com Dino Gueno e João Laurentino
‘Prepara Varejo’ em Cáceres
• 29/11, a partir das 19h, na Estácio FAPAN
Palestras com Marco Simioni e Cléria Del Barco
‘Prepara Varejo’ em Cuiabá
• 1º/12, a partir das 19h, no auditório da Fecomércio-MT
Palestras com Marco Simioni e Cléria Del Barco
‘Prepara Varejo’ em Barra do Garças
• 7/12, a partir das 19h, no Centro Cultural Valdon Varjão
Palestras com Aly Baddauhy e Marco Simioni
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Economia

Dólar fecha a R$ 5,44 e registra maior alta semanal desde 2008

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O mercado financeiro brasileiro encerrou outubro sob forte pressão, com disparada do dólar e queda acentuada da bolsa de valores. Nesta sexta-feira (30), a moeda estadunidense avançou cerca de 1% e fechou perto de R$ 5,45, enquanto o Ibovespa recuou 0,75%, aos 167,9 mil pontos.

Na semana, o dólar acumulou valorização superior a 9%, a maior desde a crise financeira de 2008. O principal índice da B3 registrou a pior queda semanal desde março de 2020, no início da pandemia de covid-19.

No plano nacional, o desempenho dos ativos foi marcado pelos ajustes do mercado após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelas incertezas sobre a política fiscal brasileira. No cenário internacional, a forte queda de ações de empresas tecnológicas e de inteligência artificial pressionou o dólar e as bolsas de outros países.

Números do dia

  • Dólar à vista: R$ 5,446 (+1,09%);
  • Máxima do dólar no dia: R$ 5,463, por volta das 16h;
  • Ibovespa: 167.921,80 pontos (-0,75%);
  • Dólar na semana: +9,15%;
  • Ibovespa na semana: -18,12%;
  • Dólar em outubro: +5,27%;
  • Ibovespa em outubro: -9,88%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a sexta-feira em alta de 1,09%, cotado a R$ 5,446, no maior valor de fechamento de 2026. Durante a sessão, a moeda chegou a R$ 5,463, antes de reduzir parte dos ganhos.

Na semana posterior ao segundo turno das eleições presidenciais, o dólar acumulou alta de 9,15%, movimento que representa a maior valorização semanal desde outubro de 2008, durante a crise financeira internacional.

Em outubro, a moeda estadunidense avançou 5,27%. Com isso, passou a acumular valorização de 0,81% no ano.

Parte da volatilidade registrada na primeira metade do pregão esteve relacionada à formação da Ptax de fim de mês, taxa calculada pelo Banco Central e utilizada como referência para a liquidação de contratos futuros de câmbio.

A pressão sobre o real também foi influenciada pela reavaliação das posições dos investidores após o resultado eleitoral. A expectativa pela definição da equipe econômica do próximo governo e pela apresentação de medidas relacionadas às contas públicas manteve o mercado atento aos rumos da política fiscal brasileira.

Outro fator foi a procura por proteção cambial antes do fim de semana prolongado pelo feriado de Finados, na segunda-feira (2). No mercado internacional, a moeda estadunidense voltou a subir, perante moedas de países emergentes, num dia marcado por turbulências ligadas a empresas de tecnologia.

Bolsa acumula perdas

O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira com queda de 0,75%, aos 167.921,80 pontos. O resultado representou o quinto pregão consecutivo de baixa do principal índice da Bolsa brasileira.

Na semana, o indicador acumulou desvalorização de 18,12%, a maior desde março de 2020, quando havia recuado 18,88% em meio aos impactos iniciais da pandemia de covid-19.

O desempenho mensal também foi negativo. Em outubro, o Ibovespa caiu 9,88%, o pior resultado desde junho de 2022, quando a perda havia sido de 11,5%.

A pressão sobre as ações brasileiras ganhou força após a reeleição de Lula. No primeiro pregão depois do resultado eleitoral, na segunda-feira (26), a queda do índice acionou o circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações diante de perdas expressivas.

Ao longo da semana, a saída de recursos estrangeiros também contribuiu para a pressão sobre os ativos. Dados da B3 apontaram retirada líquida de quase R$ 7,6 bilhões do mercado secundário de ações nos três primeiros pregões da semana.

Cenário externo

Além das incertezas domésticas, o mercado brasileiro acompanhou um ambiente internacional desfavorável, marcado pela cautela dos investidores em relação às empresas de tecnologia dos Estados Unidos e às perspectivas para a inflação e os juros globais.

Em Nova York, o índice S&P 500 encerrou a sessão com queda de 1,82%, refletindo parte das preocupações relacionadas aos resultados de grandes empresas de tecnologia e aos investimentos em inteligência artificial.

No mercado de câmbio, o índice do dólar, que mede o desempenho da moeda estadunidense diante de uma cesta de seis divisas fortes, registrava alta de 0,01%, aos 101,890 pontos, às 17h31.

*Com informações da Reuters




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