"Oportunidade"

Rede hoteleira de VG oferece vagas de emprego

O SINE está localizado no 2° andar do Shopping Várzea Grande, situado na Avenida Filinto Müller/Avenida Arthur Bernardes, s/n°, bairro Jardim Aeroporto.

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Economia

Foto: Secom-VG

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo informa as pessoas que estão disponíveis para mercado de trabalho que há vagas disponíveis para atuar em um Hotel no Centro da cidade. Os interessados devem procurar o SINE no Shopping Várzea Grande munidos de documentos pessoais.

As entrevistas para as vagas de trabalho ocorrerão de 31 de agosto e seguem até dia 08 de setembro, das 10h às 18h. As vagas exigem escolaridade de nível médio completo e também experiência para respectiva função.

As vagas oferecidas são de atendente de lanchonete, auxiliar de limpeza, auxiliar de manutenção predial, recepcionista de hotel, manobrista, garçom, lavador, copeiro, camareira de hotel. Para a função, os horários de trabalho são de regra comercial, porém, tem algumas funções que sofrem particularidades com escala diurna e noturna.

Conforme o secretário, Charles Caetano, as vagas são uma oportunidade para as pessoas que estão precisando de emprego ingressarem neste segmento da hotelaria. “O SINE oferece distintas vagas de emprego de diversas empresas e indústrias instaladas no município, com a finalidade de inserir cidadãos no mercado de trabalho dentro das regras legais. Empregar pessoas é contribuir para o desenvolvimento econômico e social da cidade, além de aquecer a economia, fomentar a geração de emprego e estimular a renda própria”.

O SINE está localizado no 2° andar do Shopping Várzea Grande, situado na Avenida Filinto Müller/Avenida Arthur Bernardes, s/n°, bairro Jardim Aeroporto. Horário de funcionamento das 10h às 18h, com atendimento por ordem de chegada via senhas disponíveis no guichê.

“A garantia de emprego é um ato de cidadania para munícipes que podem contar com uma gestão humanizada que preocupa com o cidadão como um todo. O ser humano economicamente realizado é primordial para a gestão que vem articulando e desenvolvendo parcerias, projetos, ações, fomento e linhas de créditos, palestras e cursos voltados ao empreendedor que queira empreender e ter atividade econômica própria na cidade”, destacou o secretário Charles. 

 

CONFIRA AS FUNÇÕES E OS DETALHAMENTOS DAS VAGAS

Atendente de lanchonete

Experiência na Função; Ens. Médio Completo;

Horário de Trabalho: Diurno com folga na semana.

Vaga: 6417044

Auxiliar de Limpeza

Exp. Na Função; Ens. Médio Completo

Horário de trabalho: Comercial com folga na semana

Vaga: 6417018

Aux. Manutenção Predial

Exp.na Função; Ens. Médio Completo

Horário de trabalho; Comercial com folga na semana

Vaga: 6415492

Recepcionista de Hotel

Exp.na Função Ens. Médio Completo

Horário de trabalho: Diurno/Noturno

Vagas: 6415510/6415486

Manobrista

Exp. em CTPS – Ens. Médio Completo – CNH: B

Horário de trabalho: Diurno/Noturno

Vagas: 6415477/6415474

Garçom

Exp. na Função, Ens. Médio Completo

Horário de trabalho: Diurno/Noturno

Vagas: 6415468/6415462

Lavador

Exp. na Função, Ens. Médio Completo

Vaga: 6415423

Copeiro

Exp. na Função

Ens. Médio Completo, Horário de trabalho: Diurno/Noturno;

Vagas: 6415448/6415416

Camareira de Hotel

Exp. na Função, Ens. Médio Completo

Horário de trabalho: Comercial com folga na semana

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Economia

Ministro chama tarifa dos EUA de “indevida” e promete reação

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, classificou como “indevida” a nova tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e afirmou que a medida se baseia em argumentos que “não são reais”.

Segundo ele, o governo brasileiro buscará reverter a decisão por meio de negociações, mas não descarta adotar medidas de reciprocidade.

A nova sobretaxa foi anunciada nesta quinta-feira (23) pelo governo estadunidense sob a justificativa de que o Brasil não adota mecanismos suficientes para impedir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado.

A alíquota entra em vigor nesta sexta-feira (24) e, para parte das exportações brasileiras, será somada à tarifa de 25% que começou a valer nesta semana.

Brasil contesta

Márcio Elias Rosa afirmou que o Brasil possui uma política consolidada de combate ao trabalho escravo e rejeitou as justificativas apresentadas pelos Estados Unidos.

“O Brasil tem compromissos históricos com o combate ao trabalho forçado, com a prevenção, o controle, a fiscalização e o acolhimento das vítimas. O Brasil é signatário de todos os instrumentos da Organização Internacional do Trabalho. Não abona nem apoia essa prática e, mais do que isso, tem compromisso com os direitos humanos e com o trabalho digno”, declarou o ministro em entrevista coletiva esta noite.

Para o ministro, a nova tarifa foi construída sobre uma premissa equivocada.

“É uma tarifa indevida, baseada em fatos que não são reais”, acrescentou.

Setores afetados

Apesar de uma extensa lista de produtos isentos das novas tarifas, o ministro afirmou que diversos setores da indústria brasileira serão atingidos pela cobrança acumulada de 37,5%.

“Lamentavelmente, muitos setores estarão sujeitos à dupla tributação, à dupla taxação, como é o caso, por exemplo, de calçados, máquinas, equipamentos, peças, componentes, confecções e produtos químicos que não sejam farmacêuticos. Para esses, infelizmente, a tarifa passa a ser de 37,5%”, destacou.

Segundo o MDIC, produtos como carne bovina, café, suco de laranja e frutas permanecem fora tanto da tarifa de 25% quanto da nova sobretaxa de 12,5%.

Ao todo, cerca de 2 mil produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos ficaram isentos das duas medidas.

O MDIC informou que ainda não existe ainda uma lista completa dos produtos que sofrerão dupla tarifação. Segundo a pasta, o governo continuará nos próximos dias a fazer o levantamento de todos os itens afetados simultaneamente pelas sobretaxas de 25% e de 12,5%.

Negociação primeiro

O ministro afirmou que o governo brasileiro continuará priorizando o diálogo com Washington para tentar reverter as tarifas.

Ao mesmo tempo, ressaltou que o país não abrirá mão dos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada neste ano para permitir resposta a medidas comerciais consideradas injustificadas.

“O Brasil não pode renunciar à possibilidade de usar o instrumento da reciprocidade. Seria abrir mão de um direito que protege a economia brasileira e os interesses do Brasil”, disse.

Segundo ele, a adoção de eventuais medidas dependerá da evolução das negociações.

“O momento e a forma de fazê-lo é que o tempo vai determinar. É óbvio que o interesse primário é negociar. É óbvio que o objetivo é evitar e afastar essas tarifas, porque elas são extremamente injustas e muito danosas”, afirmou.

Próximos passos

De acordo com Márcio Elias Rosa, a prioridade do governo neste momento é apoiar os setores mais afetados pelas tarifas, ampliar a busca por novos mercados e preparar a estratégia jurídica e diplomática do Brasil.

O ministro informou que o governo pretende retomar as conversas com as autoridades americanas no próximo mês, após concluir o levantamento dos impactos da nova medida sobre as exportações brasileiras.

Enquanto isso, empresas atingidas poderão contar com recursos do programa Brasil Soberano, que disponibilizou R$ 18,5 bilhões em crédito para capital de giro, investimentos, inovação e abertura de novos mercados.



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