CUIABÁ
Premiação total da Nota Cuiabana Premiada 2023 é de R$ 1 milhão
Para o aniversário de Cuiabá serão entregues: 1º prêmio no valor de R$ 60 mil (sessenta mil), 2º prêmio no valor de R$ 40 mil (quarenta mil). Para o 3º prêmio serão escolhidas 100 pessoas, sendo R$ 1.000,00 (mil reais) cada um.
Economia
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda, divulgou cronograma dos sorteios da Campanha Nota Cuiabana Premiada do exercício de 2023. A normativa foi publicada na edição do Gazeta Municipal desta sexta-feira (17), através da Portaria 003/2023/GSF. A premiação total da Campanha Nota Cuiabana Premiada 2023 é de R$ 1 milhão. A iniciativa da gestão Emanuel Pinheiro fomenta a economia.
Conforme a publicação, as primeiras premiações serão referentes ao aniversário de Cuiabá, celebrado no dia 8 de abril. O sorteio será no dia 1ª de abril e a entrega das premiações prevista para o dia 10.
No mês de agosto, será a vez da edição referente ao Dia dos Pais, celebrado no primeiro domingo de agosto. O sorteio será no dia 5, e a entrega no dia 11 do corrente mês.
Em seguida, a data comemorativa será alusiva ao Dia das Crianças, 12 de outubro. O sorteio será no dia 7 e a entrega das premiações, no dia 10 de outubro.
E para finalizar, a Campanha Nota Cuiabana Premiada será encerrada com a edição de Natal, sendo o sorteio dos ganhadores no dia 9 e as premiações no dia 14 de dezembro.
Para o aniversário de Cuiabá serão entregues: 1º prêmio no valor de R$ 60 mil (sessenta mil), 2º prêmio no valor de R$ 40 mil (quarenta mil). Para o 3º prêmio serão escolhidas 100 pessoas, sendo R$ 1.000,00 (mil reais) cada um.
Para o Dia dos Pais, o 1º Prêmio- R$ 60.000,00 (sessenta mil reais), 2º Prêmio- 40.000,00 (quarenta mil reais) e 3º Prêmio serão escolhidas 100 pessoas, sendo R$ 1.000,00 (mil reais) cada um. O sorteio do Dia das Crianças serão as mesmas premiações.
Já para a edição de Natal, serão R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) para o 1º prêmio, R$ 100.000,00 (cem mil reais) para o 2º e 100 (cem) prêmios de R$ 1.000,00 (mil reais) para cada um.
Para mais informações: https://www.notacuiabana.com.br/Sorteio.aspx
Fonte: SECOM CUIABÁ
Economia
Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês
As novas medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos combustíveis terão custo estimado de R$ 7 bilhões por mês, informou nesta quarta-feira (9) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

O pacote inclui redução de tributos sobre gasolina e etanol e uma nova subvenção ao diesel, em meio à alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio.
“Estamos fazendo uso do espaço fiscal de que dispomos, sem pedir espaço adicional”, declarou Moretti.
Gasolina e etanol
Decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva reduz em R$ 0,63 por litro as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a gasolina, fazendo a cobrança cair para R$ 0,16 por litro.
Para o etanol hidratado, os tributos federais serão zerados temporariamente, com redução de R$ 0,19 por litro.
As medidas valem de 10 de setembro a 9 de outubro e substituem a subvenção anterior da gasolina, de R$ 0,44 por litro. O impacto estimado da desoneração da gasolina e do etanol é de R$ 2 bilhões por mês.
Subsídio ao diesel
Medida provisória autoriza nova subvenção de R$ 1 por litro de diesel rodoviário para produtores e importadores. O valor será regulamentado pelo Ministério da Fazenda e revisado a cada 30 dias, podendo ser alterado, interrompido ou prorrogado conforme as condições do mercado.
O custo estimado é de R$ 5 bilhões em setembro, dependendo da adesão das empresas.
Custo total
Somadas as novas medidas, o impacto mensal chega a R$ 7 bilhões. Com a atual subvenção de R$ 1,12 por litro de diesel, que termina em 27 de setembro e custa R$ 5,5 bilhões por mês, o impacto sobre as contas públicas em setembro será de R$ 12,5 bilhões.
Entre março e agosto, o governo gastou ou deixou de arrecadar R$ 25 bilhões com medidas para conter os preços dos combustíveis. Com setembro, a conta chega a R$ 37,5 bilhões em 2026.
Recursos
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que o governo espera mais de R$ 10 bilhões em receitas extraordinárias de petróleo para financiar as desonerações.
“A estimativa de receitas extraordinárias para esse período será de mais de R$ 10 bilhões”, disse.
A subvenção do diesel será financiada por crédito extraordinário editado por medida provisória. O impacto será incorporado ao próximo Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, previsto para 24 de setembro.
O relatório traz orientações para a execução do Orçamento. Caso necessário, o governo poderá bloquear gastos não obrigatórios para cumprir os limites de despesas do arcabouço fiscal.
Alta do petróleo
Moretti rejeitou a avaliação de que o pacote tenha caráter populista e afirmou que as medidas são temporárias e buscam reduzir os efeitos da alta internacional do petróleo.
“Essa é uma política de suavização de preço, de mitigação dos efeitos da guerra sobre os preços de derivado. Portanto, não há uma redução artificial. Não há distorção de preço relativo, não há um uso, digamos, populista desse instrumento”, afirmou.
O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou a US$ 101,21 nesta quarta-feira, com alta de 3,36%. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que “as medidas buscam amortecer, de forma temporária, os efeitos dessa conjuntura internacional sobre o mercado doméstico”.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu ações temporárias para proteger a população e classificou como boa prática a adoção de “medidas limitadas e temporárias”.
Segundo o governo, as medidas anteriores ajudaram a conter os preços. Durante a guerra, o diesel caiu 6% no Brasil, enquanto subiu 25% na Alemanha. Apesar da queda recente, os preços brasileiros ainda estão acima dos níveis anteriores ao conflito.
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