“Viveiro Mato Grosso”
Paisagismo valoriza o ambiente e proporciona bem-estar
Investimento que resulta em vários pontos positivos, para pessoas usufruírem da natureza dentro da cidade
Economia
“Não é apenas uma questão de estética, estamos falando de valorização e bem-estar, assim funciona o paisagismo nos imóveis, de uma simples grama até as sacadas nos prédios tomadas por plantas, de frescor do verde aos coloridos e aromas das flores, deixando a vida de quem cultiva, muito mais alegre”, disse o empresário Nilson Neres, proprietário do Viveiro Mato Grosso.
Há várias décadas no mercado, trabalhando com tudo que envolve plantas, seja frutífera e ornamental, o empresário revela que a questão de paisagismo vai muito além da beleza.
“Já foi comprovado através de pesquisa internacional, que um imóvel devidamente estruturado com plantas, bem cuidadas, enriquece o ambiente com valorização em até 16%”, ressaltou o empreendedor.

Foto: Facebook
Outro ponto positivo apresentado, é referente ao bem-estar que as plantas, as flores, o jardim por completo, proporciona às pessoas que possuem condições de contemplar a beleza da natureza.
“Estamos há muitos anos trabalhando neste ramo, graças a Deus, só temos a agradecer nossos clientes, que na maioria da situação, ficam satisfeitos com os nossos trabalhos, seja da mais simples grama, até as flores mais exóticas”, declarou Nilson.
Os profissionais do Viveiro Mato Grosso são capacitados para atender as necessidades dos clientes, seja empresarial e residencial, com instrução dos cuidados mais básicos até os avançados, disponibilizando equipes que podem atender as demandas, mediantes agendamentos antecipados.
“Hoje, temos condições de realizar desde orçamentos, planejamentos, realização dos serviços, fornecimentos e manutenção das plantas, tudo com menor preço e melhores condições de pagamento, assim a família Viveiro Mato Grosso, está pronta para atender nossos clientes”, explicou Nilson Neres.
Economia
Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral
O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.
Principais números
- Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
- Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
- Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
- Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).
Câmbio
O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.
A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.
Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.
Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.
No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.
Ibovespa
O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).
A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.
Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.
Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.
* Com informações da Reuters
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