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Mutirão social leva atendimentos gratuitos de saúde à comunidade da Capela do Piçarrão neste sábado (20)

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A população do bairro Capela do Piçarrão e região, em Várzea Grande, contará com uma série de serviços gratuitos de saúde no próximo sábado (20), durante um mutirão social que será realizado na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Professor Antônio Sebastião Salústio Areias. A ação ocorrerá das 8h às 12h e é coordenada pela Igreja Assembleia de Deus, com apoio da Prefeitura de Várzea Grande, por meio de diversas secretarias municipais, além do deputado estadual Maxi Russi.

Durante o evento, serão oferecidos serviços de vacinação, atualização da caderneta vacinal, pesagem do Programa Bolsa Família, aferição da pressão arterial e atendimentos médicos, ampliando o acesso da comunidade aos cuidados básicos de saúde.

De acordo com o pastor do setor, Gilson Ribeiro, a iniciativa busca aproximar os serviços essenciais da população e promover o bem-estar das famílias da região.

“Nosso objetivo é servir à comunidade, levando atendimento e acolhimento às pessoas que muitas vezes têm dificuldade de acessar alguns serviços durante a semana. É uma ação que une fé, solidariedade e cidadania em benefício da população”, destacou o pastor.

A secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, ressaltou a importância das parcerias para fortalecer a assistência à população.

“A participação da Secretaria em ações como essa é fundamental para ampliar o acesso aos serviços de saúde e aproximar ainda mais o atendimento das comunidades. Convidamos todos os moradores a aproveitarem essa oportunidade para colocar a vacinação em dia, realizar os acompanhamentos necessários e cuidar da saúde”, afirmou.

A expectativa dos organizadores é atender centenas de moradores ao longo da manhã, reforçando as ações de prevenção e promoção da saúde no município.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Dólar sobe e fecha perto de R$ 5,15 com aversão a risco

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O dólar e a bolsa brasileira encerraram a segunda-feira (14) pressionados pela aversão ao risco nos mercados, em um dia marcado pelo avanço do petróleo, incertezas no cenário político doméstico e tensões geopolíticas. A moeda estadunidense aproximou-se de R$ 5,15, enquanto o Ibovespa caiu quase 1%.

Principais números do dia

  • Dólar à vista: R$ 5,149, alta de 0,49%;
  • Dólar no ano: baixa acumulada de 6,19%.
  • Ibovespa: 185.500,88 pontos, queda de 0,91%;
  • Petróleo Brent: US$ 105,68, alta de 1,02%.

Dólar reduz alta

O dólar chegou a subir mais de 1% durante a manhã e atingiu a máxima de R$ 5,183, pouco antes das 11h. A pressão refletiu a valorização da moeda estadunidense no exterior e a busca por ativos considerados mais seguros diante do avanço do petróleo e das tensões geopolíticas.

A cotação perdeu força durante a tarde, chegando à mínima de R$ 5,1414, depois que declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre possíveis negociações com o Irã reduziram parte das preocupações com a oferta global de petróleo.

No exterior, o índice DXY, que acompanha o dólar ante seis moedas fortes, avançava 0,41% no fim da tarde, aos 99,508 pontos.

No Brasil, as incertezas políticas também influenciaram os negócios, em meio à divulgação de pesquisas eleitorais. O mercado também acompanha a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e os desdobramentos das investigações envolvendo o Banco Master. O caso relacionado ao ministro Alexandre de Moraes está previsto para ser analisado pelo plenário do STF nesta terça-feira (15).

No mercado de juros, a expectativa é de redução do diferencial entre as taxas brasileira e estadunidense. O Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) decidirá sobre os juros nos EUA na quarta-feira (17), enquanto o mercado projeta continuidade do ciclo de cortes da Selic.

Bolsa recua

O Ibovespa terminou o pregão em queda de 0,91%, aos 185.500,88 pontos. O índice oscilou entre a mínima de 183.813,36 e a máxima de 187.320,96 pontos. O volume financeiro somou R$ 24,4 bilhões.

A queda foi pressionada principalmente por ações de mineradoras, num ambiente de recuo dos contratos futuros de minério de ferro negociados na China. O cenário político brasileiro também contribuiu para a instabilidade.

No exterior, as preocupações com os riscos relacionados ao avanço da inteligência artificial também afetaram o sentimento dos mercados. Em Nova York, o S&P 500 encerrou o dia com queda de 0,48%.

Petróleo avança

O petróleo foi um dos principais fatores de pressão sobre os mercados. O Brent para novembro chegou a ser negociado a US$ 109,80 durante a manhã, alta próxima de 5%, após novos ataques contra infraestrutura energética da Arábia Saudita e a navios no Oriente Médio.

A cotação perdeu força à tarde com a indicação de possíveis negociações entre Estados Unidos e Irã e notícias sobre uma eventual suspensão de ataques à infraestrutura energética entre Rússia e Ucrânia.

Ainda assim, o barril do tipo Brent, referência para negociações internacionais, terminou o dia a US$ 105,68, alta de 1,02%. O contrato acumula ganhos superiores a 15% em setembro e de aproximadamente 75% no ano.

A alta do petróleo aumenta as preocupações sobre inflação e pode influenciar as decisões de política monetária das principais economias, mantendo o tema no centro das atenções dos mercados nesta semana.

*Com informações da Reuters



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