Destaque
MT esta nas primeiras colocações do ranking referente ao PIB
Economia
Os municípios de Mato Grosso estão nas primeiras colocações do ranking referente ao Produto Interno Bruto (PIB). Na primeira colocação aparece a cidade de Sinop ( a cerca de 498 Km de Cuiabá) com R$ 6,5 bilhões, segundo de Sorriso ( a 418 Km da capital), que apresenta um PIB de R$ 6,2 bilhões e Lugar do Rio Verde com R$ 4,4 bilhões.
A informação consta na nota técnica divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento nesta semana, o qual leva em consideração as cidades brasileiras mais ricas do agronegócio.
Foram classificados 100 municípios, a partir do total levantado pelo IBGE, e verificada a posição de cada um em relação ao valor da produção e ao PIB.
Como a informação mais recente sobre o PIB municipal é de 2019, usou-se essa referência para fazer as classificações. Com relação ao valor da produção em 2020, o município de Sorriso ficou na primeira posição no indicador, com R$5,3 bilhões. Sinop, na posição 50, com uma geração de valor de R$1,1 bilhão.
A maior parte dos 100 municípios com maior valor da produção situa-se em Mato Grosso, com 35 municípios, seguido pelos estados da Bahia, Goiás e Mato Grosso do Sul.
Soja, algodão e milho são os principais produtos responsáveis pelo sucesso desses municípios, pois carregam elevados níveis de tecnologia e de produtividade.
Na análise, realizada tendo por base os dados da produção Agrícola Municipal – PAM, referente a 2020, foram consideradas duas classificações: valor da produção das lavouras permanentes e temporárias, e pelo Produto Interno Bruto dos Municípios.
O IBGE destaca a produção de algodão, soja, milho, café e cana-de-açúcar. Segundo a Conab, a safra de grãos foi de 257,0 milhões de toneladas.
Economia
IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.
O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas.
Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul.
Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.
“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.
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