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Moradores elogiam obra que encerra problema histórico de drenagem no bairro 23 de Setembro

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Moradores e empresários do bairro 23 de Setembro comemoram a conclusão das obras de recuperação da drenagem na Rua Anízio Clarentino, em Várzea Grande. A intervenção, realizada pela Prefeitura Municipal por meio da Secretaria de Viação, Obras e Urbanismo, solucionou um problema que persistia há mais de dez anos e causava diversos transtornos à comunidade.

Entre os beneficiados está Felipy Hanauer, colaborador de uma empresa de autopeças instalada na região. Segundo ele, a situação comprometia a circulação de veículos e até mesmo a prestação de serviços essenciais.

“Esse era um problema que se arrastava há mais de dez anos. Agora foi resolvido com um serviço de excelência. A dificuldade era tão grande que até a coleta de lixo enfrentava obstáculos para chegar ao local. Parabenizo a prefeita Flávia Moretti e todas as secretarias envolvidas”, destacou.

A prefeita Flávia Moretti acompanhou a execução dos trabalhos. Conforme informações da Secretaria Municipal de Viação, Obras e Urbanismo, as fortes chuvas provocaram o rompimento de parte do aterro, ocasionando o deslocamento das manilhas e comprometendo a estrutura da via.

Para solucionar o problema, as equipes realizaram a recomposição e reinstalação das manilhas, além da recuperação completa da rua. O serviço incluiu o reforço da base e melhorias no sistema de drenagem, garantindo mais segurança, melhor trafegabilidade e mais qualidade de vida para os moradores e trabalhadores da região.

A intervenção faz parte das ações da administração municipal voltadas à recuperação da infraestrutura urbana e à melhoria das condições de mobilidade e segurança nos bairros de Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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União quitou R$ 244 milhões para estados e municípios em setembro

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O governo federal pagou, em setembro, R$ 244,01 milhões em dívidas de estados e municípios que estavam inadimplentes. Os dados de garantias honradas e de recuperação de contragarantias estão no Relatório Mensal de Garantias Honradas pela União em operações de crédito e Recuperação de Contragarantias (RMGH), divulgado pelo Tesouro Nacional nesta quinta-feira (15).

Do total pago no mês, a maior parcela foi de dívidas do Rio Grande do Sul, que somaram R$ 237,71 milhões; houve também R$ 6,24 milhões para o Rio Grande do Norte e R$ 64,89 mil para o município de Santanópolis (BA).

No acumulado do ano, as dívidas honradas pela União somam R$ 3,38 bilhões. Desde 2016, a União realizou pagamentos que somam R$ 89,90 bilhões para honrar garantias em operações de crédito de estados e municípios.

A Lei de Responsabilidade Fiscal diz que o governo federal realiza os pagamentos com a condição de que estados e municípios ofereçam contragarantias em valor igual ou superior.

Assim, caso estados ou municípios deixem de pagar prestações de contratos garantidos, caberá à União, além de honrar as dívidas, executar as contragarantias oferecidas para recuperar o crédito. Além do valor original devido, são cobrados do devedor juros de mora, multas e outros encargos previstos nos contratos de empréstimo.

O Tesouro Nacional destaca ainda que, caso estados e municípios não paguem os compromissos ou atrasem o pagamento, ficam impedidos de obter garantia da União para novos contratos de financiamento por até 12 meses.

Já os estados com Regime de Recuperação Fiscal (RRF) em vigor poderão contratar novas operações de crédito com garantia da União. Entretanto, a União fica impedida de aplicar as contragarantias para aqueles que obtiveram liminares judiciais.

Recuperação

O relatório mostra que, desde 2016, a União recuperou R$ 6,06 bilhões dos entes subnacionais. Em setembro, foram recuperados R$ 6,64 milhões. 

“O principal fator que explica esse baixo volume de valores recuperados é que grande parte das garantias honradas, aproximadamente R$ 80,09 bilhões, são de estados que participam ou participaram do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e, por essa razão, têm o benefício de suspensão temporária da execução da contragarantia”, informou o Tesouro

Além disso, há R$ 528,05 milhões que não podem ser recuperados pela União em razão de decisões judiciais.

O relatório mostra ainda que há R$ 1,9 bilhão utilizados pelos estados de Alagoas, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco e Piauí como compensação por perdas na arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 2022.

A Lei Complementar 201/2023 prevê o socorro para estados, municípios e Distrito Federal, para compensar as perdas decorrentes da redução de suas arrecadações.



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