“Décadas de trabalho”

Modernidade e praticidade marcam a inauguração do Hipermercado Comper em Cuiabá

Investimento em qualidade que atenda a demanda exigente do mercado consumidor.

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Economia

Foto: Reportagem/omatogrosso

Fundado em 1962, o Grupo Pereira começou com uma loja, em Itajaí, interior de Santa Catarina, hoje em 2022, passam de 95 lojas detentoras das marcas Comper; Fort Atacadista; Bate Fort; Sempre Fort e Perlong. Há vários anos prestando serviços para o povo de Mato Grosso, a manhã desta quarta-feira, 01.06.2022 foi marcada com a inauguração do Hipermercado Comper, localizado na região central de capital.

Com mais de dez lojas entre os municípios de Cuiabá e Várzea Grande, a necessidade deste tipo de empreendimento, é para atender a demanda do exigente mercado consumidor, que neste momento, requer o que há de mais novo para oferecer, um Hipermercado, totalmente planejado, com alta tecnologia, maior variedade de produtos, com a qualidade que o consumidor cuiabano merece.

“A marca tem projeto de expansão para várias cidades polos do estado”.

Foto: Reportagem/omatogrosso

A diretora regional da marca, Ezilda Maria disse que este tipo de loja é um verdadeiro divisor de águas, no comercio varejistas, porque o Hipermercado Comper conseguiu reunir o que há de melhor para oferecer aos seus clientes, unindo modernidade com praticidade.

“Estávamos há mais de dois anos desenvolvendo este projeto, e hoje, ver tudo funcionando e o principal, os clientes aprovando, significa que acertamos, este é o caminho correto, tenho certeza iremos fazer muito mais para atender a demanda do exigente mercado consumidor”, disse Ezilda.

Os clientes que participaram da inauguração, não pouparam elogios para nova loja, desde o espaço físico, passando pela variedade, até os preços dos produtos.

 “As lojas do grupo geram mais de três (3) mil empregos em Mato Grosso”.

Foto: Reportagem/omatogrosso

 Para o presidente do Grupo Pereira, Inácio Pereira, que fez questão de participar do evento, é uma satisfação entregar uma loja com o design mais moderno do mundo, para o consumidor de Mato Grosso.

“Isso é uma resposta ao amigo povo cuiabano, que prestigia as lojas do Comper. Em Várzea Grande, na avenida Alzira Santana, também será entregue uma neste porte, assim como em Rondonópolis, com este perfil, moderna, sofisticada, com qualidade de preço igual ou menor que o concorrente”, explicou Inácio.

   

 

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Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês

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As novas medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos combustíveis terão custo estimado de R$ 7 bilhões por mês, informou nesta quarta-feira (9) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

O pacote inclui redução de tributos sobre gasolina e etanol e uma nova subvenção ao diesel, em meio à alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio.

“Estamos fazendo uso do espaço fiscal de que dispomos, sem pedir espaço adicional”, declarou Moretti.

Gasolina e etanol

Decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva reduz em R$ 0,63 por litro as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a gasolina, fazendo a cobrança cair para R$ 0,16 por litro.

Para o etanol hidratado, os tributos federais serão zerados temporariamente, com redução de R$ 0,19 por litro.

As medidas valem de 10 de setembro a 9 de outubro e substituem a subvenção anterior da gasolina, de R$ 0,44 por litro. O impacto estimado da desoneração da gasolina e do etanol é de R$ 2 bilhões por mês.

Subsídio ao diesel

Medida provisória autoriza nova subvenção de R$ 1 por litro de diesel rodoviário para produtores e importadores. O valor será regulamentado pelo Ministério da Fazenda e revisado a cada 30 dias, podendo ser alterado, interrompido ou prorrogado conforme as condições do mercado.

O custo estimado é de R$ 5 bilhões em setembro, dependendo da adesão das empresas.

Custo total

Somadas as novas medidas, o impacto mensal chega a R$ 7 bilhões. Com a atual subvenção de R$ 1,12 por litro de diesel, que termina em 27 de setembro e custa R$ 5,5 bilhões por mês, o impacto sobre as contas públicas em setembro será de R$ 12,5 bilhões.

Entre março e agosto, o governo gastou ou deixou de arrecadar R$ 25 bilhões com medidas para conter os preços dos combustíveis. Com setembro, a conta chega a R$ 37,5 bilhões em 2026.

Recursos

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que o governo espera mais de R$ 10 bilhões em receitas extraordinárias de petróleo para financiar as desonerações.

“A estimativa de receitas extraordinárias para esse período será de mais de R$ 10 bilhões”, disse.

A subvenção do diesel será financiada por crédito extraordinário editado por medida provisória. O impacto será incorporado ao próximo Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, previsto para 24 de setembro.

O relatório traz orientações para a execução do Orçamento. Caso necessário, o governo poderá bloquear gastos não obrigatórios para cumprir os limites de despesas do arcabouço fiscal.

Alta do petróleo

Moretti rejeitou a avaliação de que o pacote tenha caráter populista e afirmou que as medidas são temporárias e buscam reduzir os efeitos da alta internacional do petróleo.

“Essa é uma política de suavização de preço, de mitigação dos efeitos da guerra sobre os preços de derivado. Portanto, não há uma redução artificial. Não há distorção de preço relativo, não há um uso, digamos, populista desse instrumento”, afirmou.

O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou a US$ 101,21 nesta quarta-feira, com alta de 3,36%. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que “as medidas buscam amortecer, de forma temporária, os efeitos dessa conjuntura internacional sobre o mercado doméstico”.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu ações temporárias para proteger a população e classificou como boa prática a adoção de “medidas limitadas e temporárias”.

Segundo o governo, as medidas anteriores ajudaram a conter os preços. Durante a guerra, o diesel caiu 6% no Brasil, enquanto subiu 25% na Alemanha. Apesar da queda recente, os preços brasileiros ainda estão acima dos níveis anteriores ao conflito.



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