"Metas"

Metas de planejamento serão avaliadas parcialmente nesta quinta-feira

O encontro será virtual e contará com a participação de representantes do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), além de integrantes de cada uma das 13 secretarias municipais e autarquias.

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Foto: Secom-VG

A Secretaria de Planejamento de Várzea Grande participa, nesta quinta-feira (22), durante todo o dia, do ciclo de avaliação parcial dos resultados de metas do Planejamento de Desenvolvimento Institucional (PDI), do período de janeiro a agosto deste ano. O encontro será virtual e contará com a participação de representantes do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), além de integrantes de cada uma das 13 secretarias municipais e autarquias.

“Além de avaliar o resultado das 62 metas da Gestão Municipal desses oito meses, será também uma oportunidade para atualizar os lançamentos de cada área, referente a cada meta e plano de ação, bem como tirar dúvidas diretamente com os técnicos do Tribunal e da Universidade”, explicou o secretário municipal de Planejamento, João Carlos Cardoso.

Conforme explica o gestor, o programa GPE Cidadão do TCE-MT é um programa de longo prazo voltado ao desenvolvimento de políticas públicas municipais abrangentes. “Com ele é possível avaliar todas as áreas de atuação da gestão municipal, tais como de saúde, educação, infraestrutura, financeira, de assistência social, entre outras. Além de fixar a cultura de planejamento e avaliação em cada secretaria da gestão municipal”, afirma Cardoso.

O secretário ainda pontua que “a partir desse planejamento, que busca desburocratizar processos, reduzir erros e dar efetividade às políticas de desenvolvimento econômico e social do município, os gestores de cada área da Prefeitura têm à disposição uma ferramenta com eixos e metas já estabelecidos. Isso resulta em uma administração pública melhor e mais eficiente”, detalhou.

Outras informações sobre o programa de apoio ao Gerenciamento do Planejamento Estratégico dos Municípios (GPE) do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) pode ser acessado pela sociedade no endereço www.tce-mt.gov.br.

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Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês

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As novas medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos combustíveis terão custo estimado de R$ 7 bilhões por mês, informou nesta quarta-feira (9) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

O pacote inclui redução de tributos sobre gasolina e etanol e uma nova subvenção ao diesel, em meio à alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio.

“Estamos fazendo uso do espaço fiscal de que dispomos, sem pedir espaço adicional”, declarou Moretti.

Gasolina e etanol

Decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva reduz em R$ 0,63 por litro as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a gasolina, fazendo a cobrança cair para R$ 0,16 por litro.

Para o etanol hidratado, os tributos federais serão zerados temporariamente, com redução de R$ 0,19 por litro.

As medidas valem de 10 de setembro a 9 de outubro e substituem a subvenção anterior da gasolina, de R$ 0,44 por litro. O impacto estimado da desoneração da gasolina e do etanol é de R$ 2 bilhões por mês.

Subsídio ao diesel

Medida provisória autoriza nova subvenção de R$ 1 por litro de diesel rodoviário para produtores e importadores. O valor será regulamentado pelo Ministério da Fazenda e revisado a cada 30 dias, podendo ser alterado, interrompido ou prorrogado conforme as condições do mercado.

O custo estimado é de R$ 5 bilhões em setembro, dependendo da adesão das empresas.

Custo total

Somadas as novas medidas, o impacto mensal chega a R$ 7 bilhões. Com a atual subvenção de R$ 1,12 por litro de diesel, que termina em 27 de setembro e custa R$ 5,5 bilhões por mês, o impacto sobre as contas públicas em setembro será de R$ 12,5 bilhões.

Entre março e agosto, o governo gastou ou deixou de arrecadar R$ 25 bilhões com medidas para conter os preços dos combustíveis. Com setembro, a conta chega a R$ 37,5 bilhões em 2026.

Recursos

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que o governo espera mais de R$ 10 bilhões em receitas extraordinárias de petróleo para financiar as desonerações.

“A estimativa de receitas extraordinárias para esse período será de mais de R$ 10 bilhões”, disse.

A subvenção do diesel será financiada por crédito extraordinário editado por medida provisória. O impacto será incorporado ao próximo Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, previsto para 24 de setembro.

O relatório traz orientações para a execução do Orçamento. Caso necessário, o governo poderá bloquear gastos não obrigatórios para cumprir os limites de despesas do arcabouço fiscal.

Alta do petróleo

Moretti rejeitou a avaliação de que o pacote tenha caráter populista e afirmou que as medidas são temporárias e buscam reduzir os efeitos da alta internacional do petróleo.

“Essa é uma política de suavização de preço, de mitigação dos efeitos da guerra sobre os preços de derivado. Portanto, não há uma redução artificial. Não há distorção de preço relativo, não há um uso, digamos, populista desse instrumento”, afirmou.

O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou a US$ 101,21 nesta quarta-feira, com alta de 3,36%. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que “as medidas buscam amortecer, de forma temporária, os efeitos dessa conjuntura internacional sobre o mercado doméstico”.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu ações temporárias para proteger a população e classificou como boa prática a adoção de “medidas limitadas e temporárias”.

Segundo o governo, as medidas anteriores ajudaram a conter os preços. Durante a guerra, o diesel caiu 6% no Brasil, enquanto subiu 25% na Alemanha. Apesar da queda recente, os preços brasileiros ainda estão acima dos níveis anteriores ao conflito.



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