"Totalmente Gratuito"
Maior programa de capacitação do varejo é lançado pelo Sistema Fecomércio-MT, por meio do Senac-MT
O lançamento oficial ocorrerá nos dias 19 e 20 de outubro, com a realização de palestras on-line com profissionais que são referências nacionais em vendas, gestão e desenvolvimento de negócios para o varejo, como Ciro Bottini, Rodrigo Barros, João Laurentino e Tande. Para participar, basta se inscrever pelo site da Fecomércio-MT.
Economia
Com a aproximação das principais datas comemorativas de fim de ano, como a Black Friday e Natal, o Sistema Fecomércio-MT, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-MT), promove o lançamento do ‘Prepara Varejo’, maior programa de capacitação para o comércio. Ao todo, serão ofertados mais de 15 mil vagas em mais de 140 cursos totalmente gratuitos em todo estado.
O lançamento oficial ocorrerá nos dias 19 e 20 de outubro, com a realização de palestras on-line com profissionais que são referências nacionais em vendas, gestão e desenvolvimento de negócios para o varejo, como Ciro Bottini, Rodrigo Barros, João Laurentino e Tande. Para participar, basta se inscrever pelo site da Fecomércio-MT.
O superintendente da federação, Igor Cunha, destaca a gratuidade do programa, onde serão ofertadas mais de 1,5 milhão de horas de capacitação em 124 municípios mato-grossenses. “As datas de fim de ano são consideradas as melhores para o comércio, por isso, levar esses treinamentos na maioria dos municípios do estado fomentará toda a cadeia produtiva, que é responsável pela maior arrecadação estadual e uma das maiores geradoras de emprego”.
Além disso, até o final deste ano, serão promovidos circuitos de palestras em cidades-polo do estado com a participação de palestrantes regionais para divulgar os cursos e soluções educacionais do Senac-MT, por meio do Programa Senac de Gratuidade (PSG), todos destinados ao atendimento das necessidades do comércio nas respectivas regiões do estado.
Os municípios contemplados com circuito de palestras são, além da capital, Sinop, Barra do Garças, Tangará da Serra e Rondonópolis, por meio de ações extensivas. Já os cursos de aperfeiçoamento serão de curta duração, com foco na capacitação do trabalhador do comércio, variando de 15 a 40 horas.
Para o presidente da Federação, José Wenceslau de Souza Júnior, a necessidade de se investir na capacitação profissional de pessoas fomenta a economia e contribui para maior geração de renda da população. “De forma totalmente gratuita, o programa vai capacitar aqueles que trabalham e desejam trabalhar no setor. Com isso, todos ganham: os trabalhadores do comércio, empresários e a economia do nosso estado, que se torna ainda mais promissora”, enfatizou.
O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.
Economia
Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês
As novas medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos combustíveis terão custo estimado de R$ 7 bilhões por mês, informou nesta quarta-feira (9) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

O pacote inclui redução de tributos sobre gasolina e etanol e uma nova subvenção ao diesel, em meio à alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio.
“Estamos fazendo uso do espaço fiscal de que dispomos, sem pedir espaço adicional”, declarou Moretti.
Gasolina e etanol
Decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva reduz em R$ 0,63 por litro as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a gasolina, fazendo a cobrança cair para R$ 0,16 por litro.
Para o etanol hidratado, os tributos federais serão zerados temporariamente, com redução de R$ 0,19 por litro.
As medidas valem de 10 de setembro a 9 de outubro e substituem a subvenção anterior da gasolina, de R$ 0,44 por litro. O impacto estimado da desoneração da gasolina e do etanol é de R$ 2 bilhões por mês.
Subsídio ao diesel
Medida provisória autoriza nova subvenção de R$ 1 por litro de diesel rodoviário para produtores e importadores. O valor será regulamentado pelo Ministério da Fazenda e revisado a cada 30 dias, podendo ser alterado, interrompido ou prorrogado conforme as condições do mercado.
O custo estimado é de R$ 5 bilhões em setembro, dependendo da adesão das empresas.
Custo total
Somadas as novas medidas, o impacto mensal chega a R$ 7 bilhões. Com a atual subvenção de R$ 1,12 por litro de diesel, que termina em 27 de setembro e custa R$ 5,5 bilhões por mês, o impacto sobre as contas públicas em setembro será de R$ 12,5 bilhões.
Entre março e agosto, o governo gastou ou deixou de arrecadar R$ 25 bilhões com medidas para conter os preços dos combustíveis. Com setembro, a conta chega a R$ 37,5 bilhões em 2026.
Recursos
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que o governo espera mais de R$ 10 bilhões em receitas extraordinárias de petróleo para financiar as desonerações.
“A estimativa de receitas extraordinárias para esse período será de mais de R$ 10 bilhões”, disse.
A subvenção do diesel será financiada por crédito extraordinário editado por medida provisória. O impacto será incorporado ao próximo Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, previsto para 24 de setembro.
O relatório traz orientações para a execução do Orçamento. Caso necessário, o governo poderá bloquear gastos não obrigatórios para cumprir os limites de despesas do arcabouço fiscal.
Alta do petróleo
Moretti rejeitou a avaliação de que o pacote tenha caráter populista e afirmou que as medidas são temporárias e buscam reduzir os efeitos da alta internacional do petróleo.
“Essa é uma política de suavização de preço, de mitigação dos efeitos da guerra sobre os preços de derivado. Portanto, não há uma redução artificial. Não há distorção de preço relativo, não há um uso, digamos, populista desse instrumento”, afirmou.
O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou a US$ 101,21 nesta quarta-feira, com alta de 3,36%. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que “as medidas buscam amortecer, de forma temporária, os efeitos dessa conjuntura internacional sobre o mercado doméstico”.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu ações temporárias para proteger a população e classificou como boa prática a adoção de “medidas limitadas e temporárias”.
Segundo o governo, as medidas anteriores ajudaram a conter os preços. Durante a guerra, o diesel caiu 6% no Brasil, enquanto subiu 25% na Alemanha. Apesar da queda recente, os preços brasileiros ainda estão acima dos níveis anteriores ao conflito.
-
Agricultura5 dias atrásAlgodão reúne o setor para discutir preços, produtividade e novos mercados
-
Política6 dias atrásAnulada criação da Floresta Nacional de Cristópolis, na Bahia
-
Política6 dias atrásQuando votar é uma escolha: o direito de comparecer ou não às urnas
-
Política6 dias atrásAprovadas exceções a regras fiscais para incentivos tributários e despesas de 2026
-
Política6 dias atrásSancionado programa de incentivo à indústria nacional de fertilizantes
-
Saúde5 dias atrásMesmo após reforma, UPA Leblon fica encharcada durante chuva em Cuiabá; veja vídeo
-
Agricultura6 dias atrásImpasse sobre lenha ameaça R$ 10 bilhões em novos plantios de eucalipto
-
Política6 dias atrásDavi comemora autorização para busca de petróleo na costa do Amapá

