GESTÃO MAURO MENDES
Investimentos do Governo de MT objetivam melhorar a vida do cidadão, diz secretário
Gallo pontuou que, além dos empregos gerados, os investimentos do Governo, sejam em infraestrutura e logística, saúde, educação ou segurança pública, também são benefícios diretos para a população.
Economia
O reequilíbrio das contas do Governo de Mato Grosso, conquistado após diversas medidas mitigatórias adotadas desde 2019, propiciou que Mato Grosso seja, hoje, reconhecido nacionalmente pela liderança em solidez fiscal e por ser o Estado que mais investe em benefícios para a população. A ponderação é do secretário de Estado de Fazenda (Sefaz), Rogério Gallo, no novo episódio do podcast MT Conectado, publicado nesta terça-feira (24.01).
Em bate-papo com a secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza, e com o jornalista Lucas Rodrigues, Rogério Gallo destacou que os investimentos realizados pelo Governo de Mato Grosso auxiliam na geração de empregos – o que considera ser a melhor política social.
“A responsabilidade fiscal e social caminham juntas. Quando você tem irresponsabilidade fiscal, você não consegue cuidar de pessoas. Hoje Mato Grosso está no azul, e o que isso significa? Mato Grosso é o estado que mais investe, e isso faz com que a gente gere empregos. Nós temos a menor taxa de desemprego do país, e nosso índice é menor até do que a dos Estados Unidos. Então, hoje, o Governo do Estado de Mato Grosso desenvolve a melhor política social que existe: a de gerar empregos para sua gente”, afirmou o secretário.
Gallo pontuou que, além dos empregos gerados, os investimentos do Governo, sejam em infraestrutura e logística, saúde, educação ou segurança pública, também são benefícios diretos para a população.
“Nossos hospitais melhoraram consideravelmente, nossa rede de infraestrutura melhorou muito. Estamos construindo quatro hospitais regionais, um hospital central em Cuiabá, que vai ser referência em alta complexidade, e estamos ajudando o Governo Federal a terminar de construir o Hospital Universitário Júlio Muller. Isso não é política social? Hoje Mato Grosso está muito mais preparado para cuidar de gente”, observou.
No bate-papo, o secretário ainda abordou outros assuntos relacionados às suas experiências no serviço público, como os desafios de quando esteve à frente da Casa Civil, em 2022, e ressaltou que a prioridade para a segunda gestão do governador Mauro Mendes é a busca por mais eficiência e qualidade do serviço público.
Confira a entrevista completa no Youtube ou escute pelo Spotify.
Fonte: SECOM-MT
Economia
Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês
As novas medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos combustíveis terão custo estimado de R$ 7 bilhões por mês, informou nesta quarta-feira (9) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

O pacote inclui redução de tributos sobre gasolina e etanol e uma nova subvenção ao diesel, em meio à alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio.
“Estamos fazendo uso do espaço fiscal de que dispomos, sem pedir espaço adicional”, declarou Moretti.
Gasolina e etanol
Decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva reduz em R$ 0,63 por litro as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a gasolina, fazendo a cobrança cair para R$ 0,16 por litro.
Para o etanol hidratado, os tributos federais serão zerados temporariamente, com redução de R$ 0,19 por litro.
As medidas valem de 10 de setembro a 9 de outubro e substituem a subvenção anterior da gasolina, de R$ 0,44 por litro. O impacto estimado da desoneração da gasolina e do etanol é de R$ 2 bilhões por mês.
Subsídio ao diesel
Medida provisória autoriza nova subvenção de R$ 1 por litro de diesel rodoviário para produtores e importadores. O valor será regulamentado pelo Ministério da Fazenda e revisado a cada 30 dias, podendo ser alterado, interrompido ou prorrogado conforme as condições do mercado.
O custo estimado é de R$ 5 bilhões em setembro, dependendo da adesão das empresas.
Custo total
Somadas as novas medidas, o impacto mensal chega a R$ 7 bilhões. Com a atual subvenção de R$ 1,12 por litro de diesel, que termina em 27 de setembro e custa R$ 5,5 bilhões por mês, o impacto sobre as contas públicas em setembro será de R$ 12,5 bilhões.
Entre março e agosto, o governo gastou ou deixou de arrecadar R$ 25 bilhões com medidas para conter os preços dos combustíveis. Com setembro, a conta chega a R$ 37,5 bilhões em 2026.
Recursos
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que o governo espera mais de R$ 10 bilhões em receitas extraordinárias de petróleo para financiar as desonerações.
“A estimativa de receitas extraordinárias para esse período será de mais de R$ 10 bilhões”, disse.
A subvenção do diesel será financiada por crédito extraordinário editado por medida provisória. O impacto será incorporado ao próximo Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, previsto para 24 de setembro.
O relatório traz orientações para a execução do Orçamento. Caso necessário, o governo poderá bloquear gastos não obrigatórios para cumprir os limites de despesas do arcabouço fiscal.
Alta do petróleo
Moretti rejeitou a avaliação de que o pacote tenha caráter populista e afirmou que as medidas são temporárias e buscam reduzir os efeitos da alta internacional do petróleo.
“Essa é uma política de suavização de preço, de mitigação dos efeitos da guerra sobre os preços de derivado. Portanto, não há uma redução artificial. Não há distorção de preço relativo, não há um uso, digamos, populista desse instrumento”, afirmou.
O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou a US$ 101,21 nesta quarta-feira, com alta de 3,36%. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que “as medidas buscam amortecer, de forma temporária, os efeitos dessa conjuntura internacional sobre o mercado doméstico”.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu ações temporárias para proteger a população e classificou como boa prática a adoção de “medidas limitadas e temporárias”.
Segundo o governo, as medidas anteriores ajudaram a conter os preços. Durante a guerra, o diesel caiu 6% no Brasil, enquanto subiu 25% na Alemanha. Apesar da queda recente, os preços brasileiros ainda estão acima dos níveis anteriores ao conflito.
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