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Investimento Estadual de R$ 52 Milhões Impulsiona Desenvolvimento de Alto Taquari

No setor educacional, o município recebeu do Estado três ônibus escolares, um micro-ônibus, uma van escolar e duas picapes para transporte escolar, além de 290 chromebooks e 20 smart TVs para enriquecer o ensino.

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Foto: Geovane Timoteo/Reprodução

O Governo do Estado está investindo mais de R$ 52 milhões no município de Alto Taquari, com aportes significativos em infraestrutura, educação, programas sociais e agricultura familiar. Este financiamento apoia uma série de projetos estratégicos visando o crescimento e a melhoria da qualidade de vida local.

Em termos de infraestrutura, o Estado destinou mais de R$ 38 milhões, destacando-se a construção de 19,6 km de novo asfalto na MT-465, que liga a MT-100 à divisa entre Alto Taquari e Alto Araguaia. Além disso, há projetos de restauração de asfalto em várias ruas e avenidas da cidade.

No âmbito social, a construção de 50 casas populares é a principal iniciativa, representando um investimento de R$ 6,5 milhões. Adicionalmente, foram destinados R$ 1,1 milhão para os programas SER Família, idealizados pela primeira-dama Virgínia Mendes, que já resultaram na distribuição de 5,2 mil cestas básicas e 1,6 mil cobertores, além de transferências de renda para 237 famílias. O programa segue ativo com a entrega de mais 400 cestas básicas e a ampliação das transferências de renda para outras 108 famílias.

No setor educacional, o município recebeu do Estado três ônibus escolares, um micro-ônibus, uma van escolar e duas picapes para transporte escolar, além de 290 chromebooks e 20 smart TVs para enriquecer o ensino.

Finalmente, para apoiar a agricultura familiar, o governo investiu R$ 1,6 milhão na entrega de um caminhão basculante, uma retroescavadeira, uma camionete, uma patrulha mecanizada, um trator, uma grade aradora e 300 doses de sêmen bovino, reforçando o suporte ao setor agropecuário local.

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BC aponta desaceleração da inflação, mas mantém alerta sobre riscos

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A ata da reunião em que o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros (Selic) para 14% ao ano mostra que a decisão foi tomada em um ambiente de desaceleração da inflação, mas ainda marcado por incertezas.

As expectativas inflacionárias, segundo o documento divulgado pelo Banco Central nesta terça-feira (11), permanecem elevadas em um cenário de riscos.

O comitê avalia que a redução da taxa Selic é “compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta”. 

Na avaliação, a instituição ressalta ainda que, além de contribuir para a estabilidade de preços, a decisão ajuda a atenuar oscilações da atividade econômica e favorece o pleno emprego.

Apesar do corte dos juros, o comitê afirma que o cenário exige prudência.

A ata conclui que a política monetária vem contribuindo de forma importante para o processo de desinflação, mas destaca que a inflação continua pressionada pela demanda. 

Por isso, o Banco Central entende que os juros ainda precisam permanecer em nível restritivo.

Projeções

No cenário de referência usado pelo Banco Central, a trajetória dos juros considera as projeções do Boletim Focus. Já a taxa de câmbio parte de R$ 5,10 por dólar e evolui de acordo com a paridade do poder de compra.

Inflação e política fiscal

O documento registra que a inflação ao consumidor desacelerou nas leituras mais recentes, mas continua acima do limite superior da meta. 

Já os preços ao produtor apresentaram recuo, influenciados principalmente pelo comportamento da indústria extrativa, responsável pela obtenção de recursos naturais, como minérios, petróleo, gás natural e carvão.

Os diretores alertam que o crescimento do crédito direcionado e as incertezas em relação à estabilização da dívida pública têm potencial para pressionar as taxas de juros da economia.

Cenário externo

Com relação ao cenário internacional, a ata avalia que as incertezas permanecem elevadas. Entre os fatores de preocupação estão os desdobramentos dos conflitos no Oriente Médio e as dúvidas em relação à condução da política monetária em economias avançadas.

O comitê vê um ambiente marcado pela volatilidade nos preços de ativos financeiros e commodities, exigindo cautela por parte dos países emergentes.

O documento chama a atenção para as incertezas em torno da política econômica dos Estados Unidos, fator que, segundo a ata, continua contribuindo para o cenário internacional instável.

Cenário interno

O Copom observa sinais de moderação gradual da atividade econômica interna desde a última reunião. Segundo o comitê, a economia manteve trajetória de desaceleração.

Ainda que com perda de ritmo, o mercado de trabalho continua aquecido, e a taxa de desemprego permanece em níveis historicamente baixos, embora o crescimento da ocupação esteja desacelerando.

Os rendimentos médios dos trabalhadores perderam força, mas “ainda crescem em termos reais a uma taxa superior à da produtividade do trabalho”, avalia o Copom.



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