CUIABÁ
Guias para pagamento do IPTU 2023 já estão disponíveis para emissão e com vencimento para o dia 19 de maio
O carnê de IPTU recebido pelos Correios deve ser desconsiderado. O Termo de Ajuste de Conduta – TAC, firmado entre Prefeitura e Ministério Público, e homologado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desobrigou o Município a emitir novos Carnês de IPTU impresso.
Economia
SECOM
Emanoele Daiane
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A Prefeitura de Cuiabá, via Secretaria Municipal de Fazenda, informa:
Estão disponíveis por meio do Portal do Contribuinte as guias para o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano 2023, calculado pela Planta Genérica de Valores de 2010 e atualizada pelo IPCA de 6,47%.
A data de 19 de maio foi estipulada para o pagamento em cota única, com 10% de desconto, e a da primeira parcela para àqueles que optarem pelo pagamento em até oito vezes. Veja abaixo as datas para quem optar pelo parcelamento:
Cota Única e 1º parcela: 19/05
2º parcela: 19/06
3º parcela: 19/07
4º parcela: 18/08
5º parcela:19/09
6º parcela: 19/10
7º parcela: 17/11
8º parcela: 15/12
O carnê de IPTU recebido pelos Correios deve ser desconsiderado. O Termo de Ajuste de Conduta – TAC, firmado entre Prefeitura e Ministério Público, e homologado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desobrigou o Município a emitir novos Carnês de IPTU impresso. Um novo Carnê Digital, com atualização pela Planta de Valores Genéricos (PVG) de 2010, está disponível no Portal do contribuinte https://portalfazenda.cuiaba.mt.gov.br/portalfazenda/PortalContribuinte/Home.
Os contribuintes que fizeram pagamento do IPTU 2023 de acordo com a lei declarada inconstitucional, tanto em cota única quanto a primeira parcela, serão compensados automaticamente com os novos lançamentos do IPTU 2023.
Caso haja diferença a recolher, serão lançados complementos, que deverão ser pagos até o dia 19/05/2023. Em caso de restituição de valores pagos, serão gerados e lançados créditos na inscrição do imóvel, que poderá ser compensado no IPTU do Exercício de 2024. Se o contribuinte optar pela restituição, poderá requerer tributo pago indevidamente através de requerimento, nos termos da legislação tributária.
Há um total de 1.700 inscrições que ainda não foram disponibilizadas as guias de pagamento. São contribuintes que pagaram o IPTU pela PVG declarada inconstitucional e tem direito a um crédito ou a um lançamento complementar. Para esses casos, as guias de pagamento estarão disponíveis na próxima terça-feira, 09/05.
Se o contribuinte não concordar com o valor do lançamento do IPTU, poderá requerer até o dia 25 de maio e solicitar revisão de lançamento do IPTU 2023, presencial ou pelo sistema GESCON.NET- https://cuiaba.gesconet.com.br/2.0/cuiaba/portalcidadao/#/login.
Para esclarecimentos, o contribuinte poderá enviar um e-mail para o endereço: iptu@cuiaba.mt.gov.br, onde uma equipe de plantão fiscal irá sanear as dúvidas.
Para obter informações e imprimir a (s) guia (s) para pagamento (s):
- Centro Integrado de Atendimento ao Contribuinte – CIAC – Rua Barão de Melgaço, 3814 – Centro Norte, Cuiabá – MT, 78005-300);
- Loja de Atendimento ao Cidadão (LAC Sul): Rodovia Palmiro Paes de Barros, S/nº (acesso a Santo Antônio de Leverger).
- LAC Norte: Espaço no Ganha Tempo CPA;
- Piso térreo da Prefeitura de Cuiabá, Praça Alencastro nº158, Centro.
Telefones do IPTU – Telefone – (65) 3317-5616
Whatsapp – (65) 99226-0758
Emissão de guia – Whatsapp – (65) 99206-3609
Economia
Tarifa de 37,5% atingirá quase 4 mil produtos brasileiros, estima CNI
A nova tarifa adicional de 12,5% imposta pelos Estados Unidos fará com que 3.985 produtos brasileiros passem a enfrentar uma tributação total de 37,5% para entrar no mercado estadunidense, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (23) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com a entidade, a nova medida alcançará US$ 12,4 bilhões, o equivalente a 29,4% de todas as vendas do Brasil aos Estados Unidos. As novas tarifas entram em vigor nesta sexta-feira (24).
O levantamento da CNI detalha como a nova tarifa de 12,5% será aplicada sobre os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos:
- 4.060 produtos brasileiros serão atingidos pela nova sobretaxa;
- 3.985 produtos já estavam sujeitos à tarifa adicional de 25% e agora passarão a pagar 37,5% no total;
- Esse grupo representa 80,7% das exportações afetadas, o equivalente a US$ 10,8 bilhões;
- Outros 75 produtos, que somam US$ 1,6 bilhão em exportações, serão tributados apenas pela nova alíquota de 12,5%, sem incidência da tarifa anterior.
Impacto maior
No total, a CNI calcula que 48,7% de todas as exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos passarão a estar sujeitas a algum tipo de tarifa adicional imposta pelo governo estadunidense.
As novas cobranças decorrem da investigação conduzida pelos Estados Unidos com base na Seção 301 da Lei de Comércio estadunidense, que concluiu que o Brasil e outros países não adotam mecanismos considerados suficientes para impedir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado.
>> Governo brasileiro contesta e chama tarifas de indevidas.
Defesa do Brasil
Na avaliação da CNI, porém, as justificativas apresentadas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) não refletem a realidade brasileira.
A entidade afirma que o país possui uma das legislações mais modernas para prevenir, combater e erradicar o trabalho forçado ao longo das cadeias produtivas.
Segundo a confederação, o arcabouço jurídico brasileiro prevê mecanismos de fiscalização, responsabilização e proteção aos trabalhadores reconhecidos internacionalmente.
Negociação
Em nota, o presidente da CNI, Ricardo Alban, defendeu a intensificação das negociações entre os governos brasileiro e estadunidense, para tentar reduzir os impactos sobre a indústria.
“É essencial que o diálogo entre Brasil e Estados Unidos seja mantido e aprofundado. Ao mesmo tempo, precisamos agir com rapidez para amenizar o impacto sobre as empresas prejudicadas”, destacou.
Segundo Alban, a entidade já mantém conversas com o governo federal e com os setores mais afetados para construir medidas de curto prazo.
Investigação comercial
A investigação conduzida pelos Estados Unidos alcançou 60 parceiros comerciais. Na decisão final, o Brasil foi incluído entre os países que, na avaliação do governo estadunidense, “não conseguiram impor nem aplicar de forma eficaz uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado”.
A medida resultou na aplicação de uma nova tarifa de 12,5% sobre parte das exportações brasileiras, que, em muitos casos, será somada à sobretaxa de 25% em vigor desde esta semana.
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