Empreendimento
Governo do estado apresenta o maior parque multiuso da América latina
Economia
Nesta sexta-feira (26) os representantes do estado no governo e no senado, estavam juntos no lançamento do Parque Novo Mato Grosso. O governador Mauro Mendes (DEM), o prefeito de Cuiabá (em exercício), José Roberto Stopa (PV), Senador Jayme Campos (DEM), o senador Carlos Favaro, Senador Wellington Fagundes (PL) e ex-senador, Blairo Maggi.
O Parque está localizado na MT-251, a mais ou menos, 11km da Trincheira Engenheiro Roberto Flávio Abbott de Castro Pinto, entre a Rodovia Helder Cândia, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães, e a Rodovia Emanuel Pinheiro Estrada de Chapada. O investimento vai gerar novos empregos e deverá fomentar a economia de toda baixada cuiabana.
O terreno onde está sendo desenvolvida a obra, foi doado pelo Grupo Bom Futuro da família Maggi, que com uma visão futurística e empreendedora contribui para o desenvolvimento do estado.
A área total é de 300 hectares, o espaço foi doado pelo Grupo Amaggi e Bom Futuro, que através de uma visão futurística e empreendedora somam com estado de Mato Grosso. O investimento previsto é de R$ 152 milhões.

O espaço vai atender eventos municipais, estaduais, nacionais e internacionais. Além disso, pode e será usado para de esporte, lazer, cultura e educação.
Haverá um Museu do Agro, pista de autocross com arquibancada, espaço família. Pista de skate e a Arena Show, que será um espaço para eventos com capacidade de até 100 mil pessoas. Também terá os bares, a orla e o estacionamento para mais de 12 mil veículos, kartódromo, lago para prática esportiva com 100 hectares.
O Parque é um projeto revolucionário pois, atenderá a todos os gostos, estilos e idade. Sem contar a importância que terá desenvolvimento na renda da região. No lançamento, estavam presentes o tricampeão de automobilismo Nelson Piquet. Os padres Mauricio e Evandro abençoaram a construção.
As obras no parque e das atrações serão realizadas por meio de licitações distintas, conforme especificação de cada atrativo. Depois a conclusão, ainda sem data prevista, o espaço será gerido pela iniciativa privada, em regime de concessão. O tempo previsto para a conclusão do espaço é de dois anos.

Economia
Ibovespa cai 2,68%, e dólar fecha em leve baixa a R$ 5,34
O mercado financeiro brasileiro teve mais um dia de forte pressão sobre as ações nesta quarta-feira (28). O Ibovespa caiu 2,68%, aos 171.006,10 pontos, no terceiro pregão consecutivo de perdas, enquanto o dólar encerrou em leve baixa, cotado a R$ 5,34.

As incertezas sobre a política fiscal do governo mantiveram os investidores cautelosos, apesar da decisão do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, de manter os juros inalterados.
Principais números
- Ibovespa: 171.006,10 pontos (-2,68%);
- Bolsa na semana: perda acumulada de 16,6%;
- Bolsa no mês: recuo de 8,2%;
- Dólar comercial: R$ 5,34 (-0,19%);
- Dólar na semana: alta acumulada de 6,95%;
- Dólar no mês: valorização de 3,19%.
Ibovespa renova mínima
O Ibovespa fechou no menor nível desde 20 de agosto, quando havia encerrado aos 167.927,15 pontos. Durante o pregão desta quarta-feira, o índice oscilou entre a mínima de 170.162,48 pontos e a máxima de 175.711,22 pontos.
As perdas atingiram diferentes setores da bolsa, com destaque para empresas mais sensíveis às condições da economia brasileira, como setor imobiliário e companhias de menor porte.
O movimento ocorre após uma sequência de ajustes nas posições dos investidores desde o resultado das eleições presidenciais. Dados da B3 indicaram que os investidores estrangeiros retiraram R$ 2,846 bilhões da bolsa na segunda-feira (26), primeiro pregão após o segundo turno.
No cenário internacional, o Fed manteve os juros norte-americanos entre 3,75% e 4% ao ano, conforme esperado pelo mercado. A decisão teve impacto limitado sobre os negócios brasileiros, enquanto o índice S&P 500, das 500 maiores empresas dos Estados Unidos, encerrou o dia em alta de 0,28%.
Dólar fecha em baixa
O dólar comercial encerrou esta quarta-feira com queda de 0,19%, cotado a R$ 5,34, após uma sessão marcada por oscilações. Por volta das 13h30, a moeda estadunidense chegou a R$ 5,399, mas perdeu força na reta final dos negócios, acompanhando o movimento de enfraquecimento do dólar no exterior após a decisão do Fed.
No mercado doméstico, as atenções permaneceram voltadas às incertezas sobre a política fiscal do novo governo e à repercussão do cenário político brasileiro nas relações com os Estados Unidos.
A moeda estadunidense acumula alta de 6,95% na semana, refletindo principalmente a disparada registrada na segunda-feira, e valorização de 3,19% em outubro. No acumulado do ano, porém, registra queda de 2,59%.
* com informações da Reuters
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