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FGTS: 138 milhões de trabalhadores receberão R$ 13 bilhões de lucros

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O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira (28) a distribuição de R$ 13,04 bilhões aos trabalhadores referentes ao resultado positivo obtido pelo fundo em 2025.

O valor corresponde a 89% do lucro de R$ 14,65 bilhões registrado no exercício. Ao todo, cerca de 138,2 milhões de trabalhadores e trabalhadoras serão beneficiados pela distribuição.

Segundo a proposta aprovada pelo colegiado, o crédito será feito de forma proporcional ao saldo existente em cada conta vinculada em 31 de dezembro de 2025.

Os recursos serão creditados nas contas vinculadas do FGTS até 31 de agosto, conforme prevê a legislação.

Terão direito ao recebimento os trabalhadores que possuíam saldo positivo em contas do fundo em 31 de dezembro de 2025, incluindo contas ativas e inativas.




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Exportações batem recorde e déficit das contas externas cai em junho

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As exportações brasileiras bateram recorde histórico em junho e contribuíram para a melhora das contas externas do país.

De acordo com as Estatísticas do Setor Externo divulgadas nesta terça-feira (28) pelo Banco Central (BC), o déficit em transações correntes ficou em US$ 2,3 bilhões no mês, menos da metade do resultado negativo de US$ 5,2 bilhões registrado em junho de 2025.

A redução do déficit foi impulsionada principalmente pelo desempenho da balança comercial. O superávit comercial alcançou US$ 8,8 bilhões em junho deste ano, ante US$ 5,2 bilhões no mesmo mês do ano passado.

Na comparação interanual, houve aumento de US$ 3,6 bilhões no saldo positivo do comércio exterior.

As exportações de bens somaram US$ 36,4 bilhões, o maior valor da série histórica do Banco Central. O resultado representa crescimento de 24,8% em relação a junho de 2025. As importações também avançaram, alcançando US$ 27,6 bilhões, alta de 15,3% na mesma comparação.

Apesar da melhora da balança comercial, o déficit na conta de serviços aumentou US$ 0,7 bilhão em relação a junho do ano passado, totalizando US$ 5,1 bilhões.

O resultado foi influenciado principalmente pelo crescimento das despesas líquidas com viagens internacionais, transporte e serviços de telecomunicações, computação e informação.

No acumulado de 12 meses encerrado em junho, o déficit em transações correntes somou US$ 61,4 bilhões, equivalentes a 2,46% do Produto Interno Bruto (PIB). Em junho de 2025, o saldo acumulado negativo era de US$ 75,5 bilhões, ou 3,52% do PIB.

Investimentos

Os investimentos diretos no país (IDP) registraram ingressos líquidos de US$ 9,1 bilhões em junho, ante US$ 3,1 bilhões no mesmo mês do ano passado. Em 12 meses, o investimento direto acumulado alcançou US$ 89,3 bilhões, o equivalente a 3,58% do PIB.

Já os investimentos em carteira registraram saída líquida de US$ 0,6 bilhão no mês. Houve retirada líquida de US$ 2,2 bilhões em ações e fundos de investimento, parcialmente compensada por ingressos de US$ 1,6 bilhão em títulos no mercado doméstico.

Reservas

As reservas internacionais fecharam junho em US$ 367,6 bilhões, redução de US$ 3,6 bilhões em relação a maio. Segundo o Banco Central, contribuíram para a queda do estoque as variações cambiais entre as moedas que compõem as reservas, as vendas de dólares no mercado à vista e as oscilações nos preços dos ativos.



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