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Feira Pacinho das Artes leva produtos temáticos da Copa do Mundo e Dia dos Namorados ao Shopping de Várzea Grande

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A população de Várzea Grande tem uma excelente oportunidade para prestigiar o artesanato local e adquirir presentes exclusivos durante a Feira Pacinho das Artes, que está sendo realizada no Shopping de Várzea Grande até o próximo domingo (14). A iniciativa é promovida pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), por meio da Superintendência de Cultura.

Tradicionalmente instalada em frente à Prefeitura de Várzea Grande, em horário comercial, a feira foi transferida temporariamente para o shopping, acompanhando o horário de funcionamento do centro de compras, ampliando o acesso do público aos trabalhos produzidos pelos artesãos do Município.

A edição especial reúne peças inéditas inspiradas na Copa do Mundo e no Dia dos Namorados, celebrado nesta sexta-feira (12), oferecendo opções criativas e personalizadas para todas as idades.

Entre os produtos expostos estão caminhos de mesa, xales, panos de prato, bordados para cozinha, peças em ponto cruz, bonecos artesanais, artigos infantis, obras de arte sacra, biojoias, chinelos personalizados, bolsas e diversos itens decorativos.

Para a Copa do Mundo, os visitantes encontram porta-figurinhas personalizados, chaveiros temáticos, laços, tiaras e arcos de cabelo, além de diversos acessórios nas cores que representam a paixão pelo futebol.

Já para o Dia dos Namorados, a feira oferece canecas personalizadas, kits de presentes com produtos de beleza, peças decorativas, utensílios de cerâmica e diversas lembranças confeccionadas especialmente para a data.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destaca que a feira é uma importante vitrine para os talentos locais e uma forma de incentivar a economia criativa do Município.

“A Feira Pacinho das Artes é um espaço de valorização dos nossos artesãos e da cultura várzea-grandense. Além de movimentar a economia local, ela proporciona à população o acesso a produtos exclusivos, feitos com dedicação, criatividade e identidade cultural. Nesta edição especial, os visitantes encontrarão opções para celebrar tanto a Copa do Mundo quanto o Dia dos Namorados, fortalecendo ainda mais o vínculo entre cultura, empreendedorismo e comunidade”, afirmou a secretária.

Representando os artesãos participantes, a coordenadora do projeto, Neyva Ribeiro, ressaltou a qualidade e a autenticidade das peças expostas.

“Todos os produtos apresentados na feira são confeccionados artesanalmente pelos nossos expositores, que são moradores de Várzea Grande. Cada peça recebe atenção especial em todas as etapas de produção, o que garante exclusividade e qualidade. Temos artesãos extremamente talentosos, que transformam matéria-prima em verdadeiras obras de arte, valorizando nossa cultura e gerando renda para dezenas de famílias do Município”, destacou.

A expectativa da organização é receber um grande público durante os quatro dias de exposição, aproveitando o fluxo de visitantes do shopping para divulgar o trabalho dos artesãos e fortalecer o setor cultural de Várzea Grande.

A superintendente de Cultura de Várzea Grande, Lu Arruda, destacou que a realização da Feira Pacinho das Artes no shopping busca ampliar a visibilidade dos artesãos locais, aproximar a população da produção cultural do Município e fortalecer a economia criativa.

“Nossa proposta ao trazer a feira para o shopping é movimentar a cultura e a economia de Várzea Grande, levando o trabalho dos nossos artesãos para um espaço de grande circulação de pessoas. Queremos mostrar a riqueza do artesanato produzido aqui e oferecer à população a oportunidade de encontrar produtos de qualidade sem precisar sair da cidade. Temos opções para presentear no Dia dos Namorados, itens temáticos da Copa do Mundo e diversas peças exclusivas feitas com muito talento e dedicação. É uma forma de valorizar nossos artistas, incentivar a geração de renda e fortalecer o comércio local por meio da cultura”, afirmou Lu Arruda.

A feira permanece aberta ao público até domingo (14), seguindo o horário de funcionamento do Shopping de Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Dólar fecha a R$ 5,44 e registra maior alta semanal desde 2008

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O mercado financeiro brasileiro encerrou outubro sob forte pressão, com disparada do dólar e queda acentuada da bolsa de valores. Nesta sexta-feira (30), a moeda estadunidense avançou cerca de 1% e fechou perto de R$ 5,45, enquanto o Ibovespa recuou 0,75%, aos 167,9 mil pontos.

Na semana, o dólar acumulou valorização superior a 9%, a maior desde a crise financeira de 2008. O principal índice da B3 registrou a pior queda semanal desde março de 2020, no início da pandemia de covid-19.

No plano nacional, o desempenho dos ativos foi marcado pelos ajustes do mercado após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelas incertezas sobre a política fiscal brasileira. No cenário internacional, a forte queda de ações de empresas tecnológicas e de inteligência artificial pressionou o dólar e as bolsas de outros países.

Números do dia

  • Dólar à vista: R$ 5,446 (+1,09%);
  • Máxima do dólar no dia: R$ 5,463, por volta das 16h;
  • Ibovespa: 167.921,80 pontos (-0,75%);
  • Dólar na semana: +9,15%;
  • Ibovespa na semana: -18,12%;
  • Dólar em outubro: +5,27%;
  • Ibovespa em outubro: -9,88%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a sexta-feira em alta de 1,09%, cotado a R$ 5,446, no maior valor de fechamento de 2026. Durante a sessão, a moeda chegou a R$ 5,463, antes de reduzir parte dos ganhos.

Na semana posterior ao segundo turno das eleições presidenciais, o dólar acumulou alta de 9,15%, movimento que representa a maior valorização semanal desde outubro de 2008, durante a crise financeira internacional.

Em outubro, a moeda estadunidense avançou 5,27%. Com isso, passou a acumular valorização de 0,81% no ano.

Parte da volatilidade registrada na primeira metade do pregão esteve relacionada à formação da Ptax de fim de mês, taxa calculada pelo Banco Central e utilizada como referência para a liquidação de contratos futuros de câmbio.

A pressão sobre o real também foi influenciada pela reavaliação das posições dos investidores após o resultado eleitoral. A expectativa pela definição da equipe econômica do próximo governo e pela apresentação de medidas relacionadas às contas públicas manteve o mercado atento aos rumos da política fiscal brasileira.

Outro fator foi a procura por proteção cambial antes do fim de semana prolongado pelo feriado de Finados, na segunda-feira (2). No mercado internacional, a moeda estadunidense voltou a subir, perante moedas de países emergentes, num dia marcado por turbulências ligadas a empresas de tecnologia.

Bolsa acumula perdas

O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira com queda de 0,75%, aos 167.921,80 pontos. O resultado representou o quinto pregão consecutivo de baixa do principal índice da Bolsa brasileira.

Na semana, o indicador acumulou desvalorização de 18,12%, a maior desde março de 2020, quando havia recuado 18,88% em meio aos impactos iniciais da pandemia de covid-19.

O desempenho mensal também foi negativo. Em outubro, o Ibovespa caiu 9,88%, o pior resultado desde junho de 2022, quando a perda havia sido de 11,5%.

A pressão sobre as ações brasileiras ganhou força após a reeleição de Lula. No primeiro pregão depois do resultado eleitoral, na segunda-feira (26), a queda do índice acionou o circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações diante de perdas expressivas.

Ao longo da semana, a saída de recursos estrangeiros também contribuiu para a pressão sobre os ativos. Dados da B3 apontaram retirada líquida de quase R$ 7,6 bilhões do mercado secundário de ações nos três primeiros pregões da semana.

Cenário externo

Além das incertezas domésticas, o mercado brasileiro acompanhou um ambiente internacional desfavorável, marcado pela cautela dos investidores em relação às empresas de tecnologia dos Estados Unidos e às perspectivas para a inflação e os juros globais.

Em Nova York, o índice S&P 500 encerrou a sessão com queda de 1,82%, refletindo parte das preocupações relacionadas aos resultados de grandes empresas de tecnologia e aos investimentos em inteligência artificial.

No mercado de câmbio, o índice do dólar, que mede o desempenho da moeda estadunidense diante de uma cesta de seis divisas fortes, registrava alta de 0,01%, aos 101,890 pontos, às 17h31.

*Com informações da Reuters




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